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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
O SUS é um sistema de saúde público e universal, criado a partir da Constituição Federal Brasileira de 1988, regulamentado pela Lei Federal Nº 8080/90. Os seus princípios são fundamentais para o atendimento de toda a população brasileira sem distinção. Assim, quando um paciente portador de uma doença crônica procura uma unidade básica de saúde, a fim de receber sua medicação oferecida por esse sistema, ele está respaldado no princípio da
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A Pressão Arterial (PA) acentuadamente elevada, quando associada a sinais ou sintomas de comprometimento de órgãos-alvo, é considerada Emergência Hipertensiva.
Quanto a essa complicação clínica, analise as afirmativas abaixo:
I. A principal causa de tais eventos está no controle inadequado ambulatorial da PA nos pacientes hipertensos crônicos.
II. A redução da PA no tratamento de emergência deve ser abrupta, com o objetivo de garantir a perfusão tecidual à custa da autorregulação que se sustenta em níveis pressóricos ideais.
III. As manifestações gastrointestinais que podem aparecer na emergência hipertensiva são dor abdominal e diarreia.
IV. As emergências hipertensivas devem ser tratadas com medicamentos parenterais e suporte de unidade de terapia intensiva.
Estão CORRETAS apenas
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Sobre o câncer, leia as afirmativas abaixo:
( ) O H. pylori, a única infecção bacteriana conhecida que causa câncer é uma bactéria espiral gram-positiva que coloniza a camada mucosa do estômago.
( ) A agregação do câncer em uma família pode ser provocada por causas genéticas ou não genéticas, sendo as genéticas causadas por meio de transmissão mendeliana ou não mendeliana de genes que predispõem ao câncer, e as não genéticas estão relacionadas com a exposição comum de agentes carcinogênicos.
( ) As células normais contêm proteínas, que impedem a transformação maligna. A inativação dos genes supressores do tumor que codificam essas proteínas também leva ao câncer.
( ) As infecções são as principais causas de câncer no mundo todo, especialmente nos países em desenvolvimento. As infecções causadoras de câncer incluem as hepatites B e C para câncer hepatocelular, alguns papilomavírus humanos (HPVs) para câncer cervical e o vírus de Epstein-Barr para linfoma de Burkitt.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
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Considerando a importância da prevenção e tratamento da hemorragia pós-parto (HPP) como medida necessária para reduzir complicações que podem conduzir ao óbito materno, analise as afirmativas abaixo:
I. O uso de uterotônicos para a prevenção da HPP durante a terceira fase do parto é recomendado para todos os partos.
II. Mesmo nas situações em que haja profissionais para assistência ao parto que sejam qualificados e estejam disponíveis, a tração controlada do cordão (TCC) não deverá ser realizada como tentativa de promover a redução na perda de sangue e a duração da terceira fase do parto.
III. Em situações em que há ocitocina disponível para prevenção da HPP, o ideal é que ela seja feita por via endovenosa.
IV. O uso do tamponamento intrauterino com balão é recomendado para o tratamento da HPP, resultante da atonia uterina.
Estão CORRETAS
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Está prescrito: administrar Penicilina Cristalina 3.000.000 UI, endovenosa de 4/4h. Tem disponível no hospital Frasco Ampola (FA) de Penicilina Cristalina de 5.000.000 UI, devendo a diluição ser feita em 10 mL de água destilada.
Para atender a prescrição, quanto deve ser administrado?
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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
No Texto, a morte é também referida como:
1. “infarto do miocárdio” (1º parágrafo).
2. “o obituário” (2º parágrafo).
3. “o trespasse” (3º parágrafo).
4. “a (...) finitude” (7º parágrafo).
Estão CORRETOS:
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A(O) enfermeira(o) tem uma participação importante na vigilância epidemiológica, e a sua atuação inicia-se ainda na fase pré-diagnóstica, que compreende a coleta de informações, que podem auxiliar na detecção dos casos, confirmação do diagnóstico, além de orientação e coleta de material para a realização de exames. Quando da suspeita de doença transmissível de notificação compulsória, algumas questões norteadoras deverão ser respondidas para o controle da doença.
Sobre isso, relacione a 1ª coluna com a 2ª.
| Questões a serem respondidas | Informações produzidas |
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( ) Trata-se realmente de casos da doença de que se suspeita?
( ) A quem os casos investigados podem ter transmitido a doença?
( ) Quais são os principais atributos individuais dos casos?
( ) A partir do que ou de quem foi contraída a doença?
( ) Outras pessoas podem ter sido infectadas/afetadas a partir da mesma fonte de infecção?
|
A. Identificação de características biológicas, ambientais e sociais
B. Confirmação do diagnóstico
C. Determinação da abrangência da transmissão
D. Identificação de novos casos contatos / comunicantes
E. Fonte de Infecção
|
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
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Para responder a questão, analise o quadro.
Quadro. Distribuição de uma doença por nº de óbitos, de casos existentes e nº de habitantes, por distrito sanitário em um Município com 90 Km2. 2017.
| Distrito Sanitário | Nº de Habitantes | Nº de Casos | Nº de Óbitos |
| DS 1 | 128.000 | 1.280 | 64 |
| DS 2 | 96.000 | 1.200 | 48 |
| DS 3 | 64.000 | 800 | 32 |
| DS 4 | 32.000 | 400 | 16 |
| Total | 320.000 | 3.680 | 160 |
Qual dos seguintes indicadores NÃO é possível ser calculado com as informações fornecidas?
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Sobre pneumonias na infância, leia as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) A etiologia das pneumonias na infância varia de acordo com a faixa etária e o ambiente onde a infecção é contraída. Essa etiologia vem sofrendo mudanças devido à vacinação, principalmente pelas vacinas anti-pneumocócica conjugada e anti Haemofilus influezae tipo B.
( ) Nas pneumonias adquiridas na comunidade, o Streptococo pneumoniae é a causa bacteriana mais comum de pneumonia em crianças.
( ) Em crianças menores de 5 anos, os vírus são os principais agentes etiológicos das pneumonias adquiridas na comunidade.
Dentre eles, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o mais frequentemente envolvido, sendo a pneumonia uma extensão da bronquiolite.
( ) O desenvolvimento da pneumonia depende dos seguintes fatores: grau de virulência do invasor, quantidade de microorganismos que conseguem chegar aos pulmões e condição imunológica do paciente.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
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Sobre o HIV/AIDS, leia e analise as assertivas abaixo:
I. A aplicação clínica relacionada à imunologia do HIV é a mensuração e a interpretação da contagem total de células CD4. Esse valor é derivado do número de linfócitos obtidos em um hemograma completo pela percentagem de linfócitos CD4+, sendo esta última determinada por citometria de fluxo.
II. A melhora no funcionamento do sistema imunológico após a instituição da terapia antirretroviral (TAR) pode levar à piora de infecções oportunistas preexistentes, tanto previamente diagnosticadas quanto clinicamente inaparentes.
III. A infecção por HIV é uma doença sexualmente transmissível (DST). Tal como outras doenças sexualmente transmissíveis, o HIV se dissemina bidirecionalmente e parece ser mais eficientemente transmitido de homem para mulher, sendo o contato sexual o modo predominante de transmissão do HIV.
Está(ão) CORRETA(S)
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