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Foram encontradas 50 questões.

4078484 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 3


A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).

GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2002, p. 91

Vários autores defendem que a intertextualidade é uma das mais relevantes propriedades textuais. No que se refere à atividade de leitura, o diálogo intertextual se efetiva quando:

 

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4078483 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 3


A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).

GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2002, p. 91.

No Texto 3, o autor traz uma citação na qual encontramos a ideia de “leituras possíveis”. No contexto em que se insere, essa expressão faz referência:

 

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4078482 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 3


A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).

GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2002, p. 91.

Na visão de Geraldi esboçada acima, na leitura, a palavra escrita tem um papel

 

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4078481 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 3


A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).

GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2002, p. 91.

Assinale a alternativa que expressa a concepção de leitura do autor do Texto 3.

 

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4078480 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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Como é natural na pesquisa científica, os estudos acerca da “enunciação” e do “enunciado” apresentam aspectos divergentes. Acerca desses estudos, entretanto, é consensual a ideia de que
 

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4078479 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 2


Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica.

MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONISIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (Orgs.) Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002, p. 22-23.

Ainda com base na explicação de Marcuschi, analise os itens apresentados a seguir.


1. Um dicionário de termos técnicos de enfermagem.

2. Uma convocação para reunião de condomínio.

3. A capa de uma revista que tem circulação semanal.

4. O discurso de agradecimento em uma festa de aniversário.

São exemplos de gêneros textuais:

 

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4078478 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 2


Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica.

MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONISIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (Orgs.) Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002, p. 22-23.



Com base na explicação acima, assinale a alternativa CORRETA acerca dos gêneros textuais.

 

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4078477 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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Analise a correlação entre as concepções de língua abaixo e a palavra ou expressão que as representa.

1. Concepção estruturalista – oralidade

2. Concepção instrumental – código

3. Concepção cognitivista – gramática normativa

4. Concepção sociointeracionista – interlocução

A correlação está CORRETA em:

 

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4078476 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 1

De acordo com as diferentes posições existentes, pode-se ver a língua:

a) como forma ou estrutura – um sistema de regras que defende a autonomia do sistema diante das condições de produção (posição assumida pela visão formalista);

b) como instrumento – transmissor de informações, sistema de codificação (posição assumida pela teoria da comunicação);

c) como atividade cognitiva – ato de criação e expressão do pensamento, típica da espécie humana (representada pelo cognitivismo);

d) como atividade sociointerativa situada – a perspectiva sociointeracionista relaciona os aspectos históricos e discursivos.

MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008, p.59. Excerto adaptado

No Texto 1, Marcuschi apresenta diferentes concepções de língua. Acerca dessas concepções, assinale a alternativa CORRETA..

 

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4078475 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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A língua que nos separa


(01) Dia desses, no Facebook, o linguista português Fernando Venâncio desabafou: “Poucas coisas me irritam tanto como o antibrasileirismo primário e militante que encontro por estas paragens”. Referia-se ao antibrasileirismo linguístico, marca bandeirosa da cultura lusitana.

(02) Qualquer escritor brasileiro que tenha lançado livros em Portugal nas últimas décadas (sou um desses) sabe o que Venâncio quer dizer. As portas que Jorge Amado escancarou de par em par no século passado se fecharam em algum momento sobre corredores cada vez mais estreitos e labirínticos.

(03) Sim, é claro que muitos editores, críticos, jornalistas e outros portugueses esclarecidos insistem em furar com brio essas defesas. Infiltrando-se nas brechas, porém, os brasileiros que se expressam por escrito logo se veem escalados pelos leitores comuns d’além-mar como representantes de uma versão menor, tosca e corrompida da língua “deles”.


(04) Nas palavras de Venâncio, há em Portugal uma “desavergonhada altanaria perante os pretensos ‘erros’ de que o português brasileiro estaria inçado”. O linguista vê esse sentimento integrado ao senso comum, cultivado por “gente visivelmente de poucas letras, e poucas luzes”. Refere-se a ele como “assustador”.

(05) Eu prefiro o adjetivo “triste”. Assustador é constatar que um antibrasileirismo tão pimpão e ignorante quanto o luso viceja aqui também. Como reclamar do insulto de nos negarem em terra estrangeira o direito de gozar livremente de algo tão pessoal e profundo quanto a língua materna, sem ouvir sermões abestalhados sobre algum ideal platônico de gramática? Negamos a mesma coisa por conta própria, o que é bem pior.

(06) Parte dessa dissonância é comum às línguas imperiais. A relação de amor e ódio entre o inglês britânico e o americano é tema do recém-lançado “The Prodigal Tongue” (A língua pródiga), de Lynne Murphy, linguista americana que mora e leciona na Inglaterra. Ela identifica em seus compatriotas um “complexo de inferioridade verbal” e, nos britânicos, o que chama de “amerilexofobia”, a versão esnobe a americanismos.

(07) Nada tão diferente assim do que se vê no universo da língua portuguesa ou da espanhola. Ex-colônias crescidinhas e ex-impérios em queda vão sempre se emaranhar em teias complicadas de amor e ódio, admiração e desprezo. Contudo, vale atentar para a diferença que Venâncio, repetindo no post-desabafo o que já defendeu em livros, aponta entre os projetos linguístico-coloniais de Lisboa e de Madri.

(08) “No Brasil, Portugal abandonou a língua portuguesa à sua sorte. E ainda bem! Pense-se na uniformidade lexical, gramatical e ortográfica que a Espanha impõe como ideal à América de fala espanhola”, escreve o linguista, concluindo que “o Português Brasileiro pôde desenvolver em invejável liberdade a sua norma, e vive bem nela”.


(09) O texto termina exigindo, ainda que de forma jocosa, gratidão: “E venha daí um ‘obrigadinho’ a este Portugal que, oh felicidade, nunca teve um projecto linguístico, nem cultural, para o seu Império”.

(10) Muito bem, mas não estou tão certo de que o deus-dará cultural seja algo que devemos agradecer. Seria necessário investigar primeiro até que ponto se funda nele a ridícula autoestima linguística que leva o brasileiro médio a situar nosso português três degraus abaixo do português europeu, e este, pelo menos sete palmos abaixo do inglês. Sérgio Rodrigues Escritor e jornalista, autor de “O Drible” e “Viva a Língua Brasileira”.

Sérgio Rodrigues

Escritor e jornalista, autor de “O Drible” e “Viva a Língua Brasileira”.

COMENTÁRIOS

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1. O brasileiro está cada vez mais distante da língua portuguesa (ou do português brasileiro); basta ler o que se escreve nos jornais, revistas e em qualquer outro meio que se utiliza da língua escrita. Lê-se pouco, fala-se muito e agride-se demais a Última Flor do Lácio. (José Pucci)

2. Como defender o idioma português usando termos como "fake news"? (Jose Campos)

3. Recentemente vi o Paul McCartney num vídeo dizendo da reação de seu pai, ao ouvir o refrão ie, ie, ie em uma de suas músicas, quando ainda iniciava sua carreira. O velho achou que havia muitos "americanismos" desse tipo e aconselhou mudar para yes, yes, yes, pronunciando bem o "s". Nunca saberemos o que seriam dos Beatles se o conselho tivesse sido obedecido.

(José Cláudio) Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2018/07/a-lingua-que-nos-separa.shtml Acesso em: 10/11/2018. Adaptado.

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