Foram encontradas 40 questões.
2864406
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ponta Grossa-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ponta Grossa-PR
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Uma equipe de vôlei fez 10 jogos em um
campeonato e para cada vitória recebe 3
pontos. Se a equipe ocupa a 5º posição no
campeonato com 18 pontos, o número de
derrotas desta equipe no campeonato é igual
a
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Se um lápis custa R$ 0,75 e o gestor de
um colégio precisa comprar 600 destes lápis.
O custo desta compra vai ser de:
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um grande evento esportivo ocorre a cada
4 anos e ocorreu no ano de 2018. Supondo
que sempre ocorra com este intervalo de 4
anos, qual das seguintes opções não será um
ano que ocorre este evento?
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A sequência (10, 12, 16, 24...) segue um
padrão lógico e desta forma o próximo
elemento da sequência é igual a:
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Ao iniciar uma atividade física uma pessoa
conseguia correr por 850 metros. Após 10
meses de atividade agora corre 5,1 Km. Desta
forma quantas vezes em relação ao seu início
ela aumentou o trajeto de corrida?
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Seu Júlio deve tomar um comprimido
durante 30 dias a cada 8 horas. Desta forma a
quantidade de comprimidos que deve comprar
para realizar o tratamento é igual a:
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Qual das palavras abaixo faz parte do
conjunto formado pelas palavras {araucária,
cerejeira, mogno, eucalipto,...}
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Acidentes de trânsito em Curitiba causam 50
mortes e deixam 3 mil feridos em 2022
Curitiba registrou quase 3 mil pessoas
feridas no trânsito ao longo de dez meses de
2022. Os dados são do Batalhão de Polícia de
Trânsito (BPTran), da Polícia Militar (PM). Outro
triste número revela que mais de 50 pessoas
morreram em virtude de acidentes, no trânsito da
capital paranaense.
Segundo o relatório obtido pela Tribuna do
Paraná, até o dia 19 de outubro, foram 4.589
colisões em Curitiba, sendo que 2.972 pessoas
tiveram que passar pelo atendimento dos
socorristas. Pelos números, o mês de março foi o
que teve mais batidas, com um total de 546, ou
seja, 17 ocorrências por dia
Para o tenente Lazarotto, do BPTran, os
números apontam que é preciso conscientizar o
motorista para que se respeite a lei e evite
transtornos. “A pandemia não mudou o motorista,
mas é preciso conscientizar as pessoas que
estão conduzindo veículos, para que evitem a
exposição”
Ainda de acordo com o tenente do
BPTran, é possível identificar os acidentes mais
comuns. “No dia a dia, percebemos que o maior
índice de acidentes ocorre em colisões
transversais, ou seja, em cruzamentos. Já os
óbitos têm uma relação com as motocicletas,
talvez pela demanda no serviço de entregas”,
comenta.
Aliás, os números no período mais forte
da pandemia da Covid-19, pouco se alteraram.
Mesmo com os estabelecimentos fechados e com
menos fluxo no trânsito, os acidentes seguiram
matando. Em maio de 2022, foram 376 acidentes
com 280 feridos e 3 mortes. “Não existe um perfil
do motorista, mas percebe-se que o acidente
ocorre geralmente por imprudência, seja pela
falta de prática na direção ou algo que interfere
como álcool ou outro tipo de substância”, diz
Lazarotto.
Comparada a outros capitais que utilizam
a blitz como forma de reprimir o mau motorista,
Curitiba pouco faz nesse sentido. Na opinião do
tenente, a fiscalização realizada na cidade com
operações pontuais, acaba sendo mais eficaz.
A blitz demanda efetivo e estamos
carentes com isso, mesmo com as escolas de
formação de mais agentes, e existe uma
mudança de modalidade. Entendeu-se que contra
o consumo de álcool a blitz não tem muito efeito,
pois as pessoas se comunicam e não passam
pelo local. Os policiais fazem a amostragem e
pegam as pessoas saindo dos bares. Parece que
não existe uma fiscalização, mas é algo mais
pontual”, completou Lazarotto.
Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/acidentes-de-transito-em-curitiba-causam-50-mortes-e-deixam-3-mil-feridos-em-2022/
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Acidentes de trânsito em Curitiba causam 50
mortes e deixam 3 mil feridos em 2022
Curitiba registrou quase 3 mil pessoas
feridas no trânsito ao longo de dez meses de
2022. Os dados são do Batalhão de Polícia de
Trânsito (BPTran), da Polícia Militar (PM). Outro
triste número revela que mais de 50 pessoas
morreram em virtude de acidentes, no trânsito da
capital paranaense.
Segundo o relatório obtido pela Tribuna do
Paraná, até o dia 19 de outubro, foram 4.589
colisões em Curitiba, sendo que 2.972 pessoas
tiveram que passar pelo atendimento dos
socorristas. Pelos números, o mês de março foi o
que teve mais batidas, com um total de 546, ou
seja, 17 ocorrências por dia
Para o tenente Lazarotto, do BPTran, os
números apontam que é preciso conscientizar o
motorista para que se respeite a lei e evite
transtornos. “A pandemia não mudou o motorista,
mas é preciso conscientizar as pessoas que
estão conduzindo veículos, para que evitem a
exposição”
Ainda de acordo com o tenente do
BPTran, é possível identificar os acidentes mais
comuns. “No dia a dia, percebemos que o maior
índice de acidentes ocorre em colisões
transversais, ou seja, em cruzamentos. Já os
óbitos têm uma relação com as motocicletas,
talvez pela demanda no serviço de entregas”,
comenta.
Aliás, os números no período mais forte
da pandemia da Covid-19, pouco se alteraram.
Mesmo com os estabelecimentos fechados e com
menos fluxo no trânsito, os acidentes seguiram
matando. Em maio de 2022, foram 376 acidentes
com 280 feridos e 3 mortes. “Não existe um perfil
do motorista, mas percebe-se que o acidente
ocorre geralmente por imprudência, seja pela
falta de prática na direção ou algo que interfere
como álcool ou outro tipo de substância”, diz
Lazarotto.
Comparada a outros capitais que utilizam
a blitz como forma de reprimir o mau motorista,
Curitiba pouco faz nesse sentido. Na opinião do
tenente, a fiscalização realizada na cidade com
operações pontuais, acaba sendo mais eficaz.
A blitz demanda efetivo e estamos
carentes com isso, mesmo com as escolas de
formação de mais agentes, e existe uma
mudança de modalidade. Entendeu-se que contra
o consumo de álcool a blitz não tem muito efeito,
pois as pessoas se comunicam e não passam
pelo local. Os policiais fazem a amostragem e
pegam as pessoas saindo dos bares. Parece que
não existe uma fiscalização, mas é algo mais
pontual”, completou Lazarotto.
Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/acidentes-de-transito-em-curitiba-causam-50-mortes-e-deixam-3-mil-feridos-em-2022/
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Acidentes de trânsito em Curitiba causam 50
mortes e deixam 3 mil feridos em 2022
Curitiba registrou quase 3 mil pessoas
feridas no trânsito ao longo de dez meses de
2022. Os dados são do Batalhão de Polícia de
Trânsito (BPTran), da Polícia Militar (PM). Outro
triste número revela que mais de 50 pessoas
morreram em virtude de acidentes, no trânsito da
capital paranaense.
Segundo o relatório obtido pela Tribuna do
Paraná, até o dia 19 de outubro, foram 4.589
colisões em Curitiba, sendo que 2.972 pessoas
tiveram que passar pelo atendimento dos
socorristas. Pelos números, o mês de março foi o
que teve mais batidas, com um total de 546, ou
seja, 17 ocorrências por dia
Para o tenente Lazarotto, do BPTran, os
números apontam que é preciso conscientizar o
motorista para que se respeite a lei e evite
transtornos. “A pandemia não mudou o motorista,
mas é preciso conscientizar as pessoas que
estão conduzindo veículos, para que evitem a
exposição”
Ainda de acordo com o tenente do
BPTran, é possível identificar os acidentes mais
comuns. “No dia a dia, percebemos que o maior
índice de acidentes ocorre em colisões
transversais, ou seja, em cruzamentos. Já os
óbitos têm uma relação com as motocicletas,
talvez pela demanda no serviço de entregas”,
comenta.
Aliás, os números no período mais forte
da pandemia da Covid-19, pouco se alteraram.
Mesmo com os estabelecimentos fechados e com
menos fluxo no trânsito, os acidentes seguiram
matando. Em maio de 2022, foram 376 acidentes
com 280 feridos e 3 mortes. “Não existe um perfil
do motorista, mas percebe-se que o acidente
ocorre geralmente por imprudência, seja pela
falta de prática na direção ou algo que interfere
como álcool ou outro tipo de substância”, diz
Lazarotto.
Comparada a outros capitais que utilizam
a blitz como forma de reprimir o mau motorista,
Curitiba pouco faz nesse sentido. Na opinião do
tenente, a fiscalização realizada na cidade com
operações pontuais, acaba sendo mais eficaz.
A blitz demanda efetivo e estamos
carentes com isso, mesmo com as escolas de
formação de mais agentes, e existe uma
mudança de modalidade. Entendeu-se que contra
o consumo de álcool a blitz não tem muito efeito,
pois as pessoas se comunicam e não passam
pelo local. Os policiais fazem a amostragem e
pegam as pessoas saindo dos bares. Parece que
não existe uma fiscalização, mas é algo mais
pontual”, completou Lazarotto.
Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/acidentes-de-transito-em-curitiba-causam-50-mortes-e-deixam-3-mil-feridos-em-2022/
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