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Foram encontradas 40 questões.

3653544 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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Sobre a importância do planejamento no setor administrativo, analise as afirmativas:

I. O planejamento permite antecipar problemas e definir soluções estratégicas para a organização.
II. A ausência de planejamento pode levar a retrabalho e desperdício de recursos.
III. O planejamento é exclusivo da alta gestão e não envolve outros setores da organização.
IV. O planejamento eficaz deve considerar variáveis externas e internas que possam impactar a organização.

Estão corretas as afirmativas:
 

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3653543 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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Sobre a utilização de planilhas eletrônicas no ambiente administrativo, marque a alternativa correta:
 

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3653542 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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Sobre a organização da administração pública e suas funções gerenciais, analise as afirmativas:

I. A função planejamento tem como objetivo definir metas, estratégias e ações organizacionais.
II. A função direção inclui o processo de tomada de decisões e liderança de equipes.
III. A função controle se limita à correção de erros e irregularidades administrativas.
IV. A função organização envolve a estruturação dos recursos disponíveis para a execução das atividades.

Estão corretas as afirmativas:
 

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3653541 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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Leia as afirmativas a seguir sobre o planejamento organizacional:

I. O planejamento estratégico visa estabelecer diretrizes de longo prazo para a organização.
II. O planejamento operacional está diretamente relacionado às tarefas diárias e à execução de atividades específicas.
III. O planejamento tático ocorre exclusivamente no nível estratégico da organização.
IV. O planejamento deve considerar apenas fatores internos da organização, pois fatores externos não podem ser controlados.

Estão corretas as afirmativas:
 

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3653540 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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Em uma loja de eletrônicos, um celular que custava R$ 1.200,00 está com 20% de desconto na promoção. Qual será o valor final do celular após o desconto?
 

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3653539 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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Um arquiteto está projetando uma estrutura e precisa determinar o valor de um ângulo interno de um triângulo. Se os dois primeiros ângulos medem 58° e 72°, qual é a medida do terceiro ângulo?
 

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3653538 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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Em uma fábrica, um robô empacota caixas de produtos em grupos de 125 unidades. Se a fábrica produziu 37.500 unidades no último mês, quantos pacotes foram formados?
 

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3653537 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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Uma confeiteira precisa dividir 7,5 kg de farinha em pacotes de 3/4 kg cada. Quantos pacotes completos ela conseguirá formar?
 

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3653536 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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A jornada da inclusão, o direito à escola


Busquemos apoio legal, registremos ocorrências, mas jamais deixemos nossos filhos sem amparo
Bebel Soares | 09/02/2025


O texto de hoje não é meu, é de uma mãe que vem lutando pelo direito de sua filha frequentar a escola. Renata Zarnowski é uma mãe que, como toda mãe de criança neurodivergente, é incapaz de permanecer em silêncio diante dessa luta incessante.

“Após sair do Conselho Tutelar, me vejo obrigada a expor a realidade dos últimos anos. Luiza, diagnosticada com autismo, é também superdotada e tem transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), o que torna sua experiência escolar ainda mais desafiadora.

Buscamos uma escola que prometia um método de ensino voltado a projetos e aulas sem tantas formalidades, mas logo se revelou um pesadelo. A aparência de flexibilidade se desfez diante da falta de preparação da escola para lidar com a individualidade da minha filha. Desde repreensões pelo vestuário até a indiferença com suas necessidades sensoriais, tudo contribuiu para um crescente isolamento. Mesmo com pareceres de especialistas que respaldavam minha presença na sala para auxiliá-la, as portas continuaram fechadas. A barreira ergueu-se ainda mais com a gestão escolar, que nos via mais como problema do que como uma família em busca de inclusão.

A situação se agravou em 2024; Luiza foi alvo de bullying. O apelido de ‘turista’ evoluiu para grosserias intoleráveis - provou-se ser mais que um simples problema social. Tentamos apoiá-la com chamadas de celular, a única ponte entre a segurança emocional dela e o ambiente OSTIL/HOSTIL que se tornou a escola. No entanto, até mesmo esse frágil apoio foi visto com desdém pela instituição. Os momentos vieram acompanhados de lágrimas e resistência, um quadro insustentável que CULMINOU/CUMINOU na ausência total de Luiza nas aulas.

Diante disso, nossa busca foi por justiça e amparo, um clamor que compartilho agora com cada pai e mãe que se sente impotente diante de instituições que falham em sua responsabilidade. O bullying que Luiza enfrentou não deve ser calado ou minimizado. É crime e deve ser tratado como tal1 . Ao perceber a criação de contas falsas online para prejudicá-la, vi claramente que, para alguns, o bullying continua sendo ‘só’ mais um ‘comportamento infantil’, tratado com conversas que não envolveram os pais do agressor, sem medidas drásticas para algo que, comprovadamente, incita suicídios e depressões.

Sejamos ALDACIOSOS/AUDACIOSOS. Busquemos apoio legal, registremos ocorrências, mas jamais deixemos nossos filhos sem amparo2 . São eles que construirão seu futuro em meio às dificuldades e são DIGNOS/DÍGUINOS de ambientes que os respeitem e os compreendam. Devemos exigir que instituições educativas vejam além das métricas e se comprometam genuinamente com a inclusão de todos, não apenas quando é conveniente ou lucrativo.

Se há algo que quero deixar como legado nessa batalha, é que nunca desistirei de lutar pela Luiza. Que outros pais se juntem a essa luta, não apenas pelo nosso direito, mas para construir um futuro em que toda criança possa ser aceita por quem realmente é, única e INSUBSTITUÍVEL/INSUBISTITUÍVEL3 .
Vamos todos juntos levantar essa bandeira.”
SOARES, Bebel. A jornada da inclusão, o direito à escola. Estado de Minas, 09 de fevereiro de 2025.
Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/bebelsoares/2025/02/7054328-a-jornada-da-inclusao-odireito-a-escola.html. Acesso em: 10 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Considerando-se o contexto sintático, em qual dos períodos abaixo a palavra em destaque NÃO é um substantivo?
 

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3653535 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Quatro Barras-PR
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A jornada da inclusão, o direito à escola


Busquemos apoio legal, registremos ocorrências, mas jamais deixemos nossos filhos sem amparo
Bebel Soares | 09/02/2025


O texto de hoje não é meu, é de uma mãe que vem lutando pelo direito de sua filha frequentar a escola. Renata Zarnowski é uma mãe que, como toda mãe de criança neurodivergente, é incapaz de permanecer em silêncio diante dessa luta incessante.

“Após sair do Conselho Tutelar, me vejo obrigada a expor a realidade dos últimos anos. Luiza, diagnosticada com autismo, é também superdotada e tem transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), o que torna sua experiência escolar ainda mais desafiadora.

Buscamos uma escola que prometia um método de ensino voltado a projetos e aulas sem tantas formalidades, mas logo se revelou um pesadelo. A aparência de flexibilidade se desfez diante da falta de preparação da escola para lidar com a individualidade da minha filha. Desde repreensões pelo vestuário até a indiferença com suas necessidades sensoriais, tudo contribuiu para um crescente isolamento. Mesmo com pareceres de especialistas que respaldavam minha presença na sala para auxiliá-la, as portas continuaram fechadas. A barreira ergueu-se ainda mais com a gestão escolar, que nos via mais como problema do que como uma família em busca de inclusão.

A situação se agravou em 2024; Luiza foi alvo de bullying. O apelido de ‘turista’ evoluiu para grosserias intoleráveis - provou-se ser mais que um simples problema social. Tentamos apoiá-la com chamadas de celular, a única ponte entre a segurança emocional dela e o ambiente OSTIL/HOSTIL que se tornou a escola. No entanto, até mesmo esse frágil apoio foi visto com desdém pela instituição. Os momentos vieram acompanhados de lágrimas e resistência, um quadro insustentável que CULMINOU/CUMINOU na ausência total de Luiza nas aulas.

Diante disso, nossa busca foi por justiça e amparo, um clamor que compartilho agora com cada pai e mãe que se sente impotente diante de instituições que falham em sua responsabilidade. O bullying que Luiza enfrentou não deve ser calado ou minimizado. É crime e deve ser tratado como tal1 . Ao perceber a criação de contas falsas online para prejudicá-la, vi claramente que, para alguns, o bullying continua sendo ‘só’ mais um ‘comportamento infantil’, tratado com conversas que não envolveram os pais do agressor, sem medidas drásticas para algo que, comprovadamente, incita suicídios e depressões.

Sejamos ALDACIOSOS/AUDACIOSOS. Busquemos apoio legal, registremos ocorrências, mas jamais deixemos nossos filhos sem amparo2 . São eles que construirão seu futuro em meio às dificuldades e são DIGNOS/DÍGUINOS de ambientes que os respeitem e os compreendam. Devemos exigir que instituições educativas vejam além das métricas e se comprometam genuinamente com a inclusão de todos, não apenas quando é conveniente ou lucrativo.

Se há algo que quero deixar como legado nessa batalha, é que nunca desistirei de lutar pela Luiza. Que outros pais se juntem a essa luta, não apenas pelo nosso direito, mas para construir um futuro em que toda criança possa ser aceita por quem realmente é, única e INSUBSTITUÍVEL/INSUBISTITUÍVEL3 .
Vamos todos juntos levantar essa bandeira.”
SOARES, Bebel. A jornada da inclusão, o direito à escola. Estado de Minas, 09 de fevereiro de 2025.
Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/bebelsoares/2025/02/7054328-a-jornada-da-inclusao-odireito-a-escola.html. Acesso em: 10 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Levando-se em consideração o modo como as informações foram apresentadas no texto, é possível inferir que o posicionamento da autora em relação ao tema central da argumentação é de:
 

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