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Foram encontradas 60 questões.

2489565 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta:

Camelos e beija-flores

A revisora informou delicadamente que era norma do jornal que todas as ‘estórias’ deveriam ser grafadas como ‘histórias’. É assim que os gramáticos decidiram e escreveram nos dicionários.

Respondi também delicadamente: “Comigo não. Quando escrevo ‘estória’ eu quero dizer ‘estória’. Quando escrevo ‘história’ eu quero dizer ‘história’. Estória e história são tão diferentes quanto camelos e beija-flores...”

Escrevi um livro baseado na diferença entre ‘história’ e ‘estória’.Orevisor, obediente ao dicionário, corrigiu minhas ‘estórias’ para ‘história’. Confiando no rigor do revisor, não li o texto corrigido. Aí, um livro que era para falar de camelos e beija-flores só falou de camelos. Foram-se os beija-flores, engolidos pelo camelo...

Escoro-me no Guimarães Rosa. Ele começa o Tutameia com esta afirmação: “A estória não quer ser história. A estória, em rigor, deve ser contra a história”.

Qual é a diferença? É simples. Quando minha filha era pequena eu lhe inventava estórias. Ela, ao final, me perguntava: “Papai, isso aconteceu de verdade?” E eu ficava sem lhe poder responder porque a resposta seria de difícil compreensão para ela. A resposta que lhe daria seria: “Essa estória não aconteceu nunca para que aconteça sempre...”

A história é o reino das coisas que aconteceram de verdade, no tempo, e que estão definitivamente enterradas no passado. Mortas para sempre. Ler a história é caminhar por um cemitério. Ali os mortos nos contam suas lições. É importante ouvir os relatos dos mortos para aprender dos seus equívocos e não repeti-los no futuro.

Mas as estórias não aconteceram nunca. São invenções, mentiras. O mito de Narciso é uma invenção. O jovem que se apaixonou por sua própria imagem nunca existiu. Aí, ao ler o mito que nunca existiu eu me vejo hoje debruçado sobre a fonte que me reflete nos olhos dos outros. Toda estória é um espelho. [...]

[...]

A história nos leva para o tempo do ‘nunca mais’, tempo da morte. As estórias nos levam para o tempo da ressurreição. Se elas sempre começam com o ‘era uma vez, há muito tempo’ é só para nos arrancar da banalidade do presente e nos levar para o tempo mágico da alma.

Assim, por favor, revisora: quando eu escrever ‘estória’ não corrija para ‘história’. Não quero confundir camelos e beija-flores...

(ALVES, Rubem. Camelos e beija-flores. Folha de S. Paulo, Cotidiano. p. 2.14/11/2006.)

Analise as afirmativas a seguir, sobre o fragmento do segundo parágrafo: “Estória e história são tão diferentes quanto camelos e beija-flores...”

I. Nas duas ocorrências, a conjunção E atribui ideia de adição aos elementos aos quais se referem.

II. O verbo da oração está na voz passiva analítica.

III. A palavra TÃO é um advérbio de intensidade.

Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

 

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2489324 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta:

Camelos e beija-flores

A revisora informou delicadamente que era norma do jornal que todas as ‘estórias’ deveriam ser grafadas como ‘histórias’. É assim que os gramáticos decidiram e escreveram nos dicionários.

Respondi também delicadamente: “Comigo não. Quando escrevo ‘estória’ eu quero dizer ‘estória’. Quando escrevo ‘história’ eu quero dizer ‘história’. Estória e história são tão diferentes quanto camelos e beija-flores...”

Escrevi um livro baseado na diferença entre ‘história’ e ‘estória’.Orevisor, obediente ao dicionário, corrigiu minhas ‘estórias’ para ‘história’. Confiando no rigor do revisor, não li o texto corrigido. Aí, um livro que era para falar de camelos e beija-flores só falou de camelos. Foram-se os beija-flores, engolidos pelo camelo...

Escoro-me no Guimarães Rosa. Ele começa o Tutameia com esta afirmação: “A estória não quer ser história. A estória, em rigor, deve ser contra a história”.

Qual é a diferença? É simples. Quando minha filha era pequena eu lhe inventava estórias. Ela, ao final, me perguntava: “Papai, isso aconteceu de verdade?” E eu ficava sem lhe poder responder porque a resposta seria de difícil compreensão para ela. A resposta que lhe daria seria: “Essa estória não aconteceu nunca para que aconteça sempre...”

A história é o reino das coisas que aconteceram de verdade, no tempo, e que estão definitivamente enterradas no passado. Mortas para sempre. Ler a história é caminhar por um cemitério. Ali os mortos nos contam suas lições. É importante ouvir os relatos dos mortos para aprender dos seus equívocos e não repeti-los no futuro.

Mas as estórias não aconteceram nunca. São invenções, mentiras. O mito de Narciso é uma invenção. O jovem que se apaixonou por sua própria imagem nunca existiu. Aí, ao ler o mito que nunca existiu eu me vejo hoje debruçado sobre a fonte que me reflete nos olhos dos outros. Toda estória é um espelho. [...]

[...]

A história nos leva para o tempo do ‘nunca mais’, tempo da morte. As estórias nos levam para o tempo da ressurreição. Se elas sempre começam com o ‘era uma vez, há muito tempo’ é só para nos arrancar da banalidade do presente e nos levar para o tempo mágico da alma.

Assim, por favor, revisora: quando eu escrever ‘estória’ não corrija para ‘história’. Não quero confundir camelos e beija-flores...

(ALVES, Rubem. Camelos e beija-flores. Folha de S. Paulo, Cotidiano. p. 2.14/11/2006.)

Como ficará a forma verbal do fragmento “Escrevi um livro”, passando-a para a voz passiva analítica?

 

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2489248 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos possui caráter preventivo e proativo, com vistas ao alcance de alternativas emancipatórias para o enfrentamento da vulnerabilidade social. As ações são realizadas em grupo, de acordo com os ciclos de vida. Qual é o foco do serviço para crianças e adolescentes de 6 a 15 anos?
 

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2488886 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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Em relação ao editor de texto MS Word, um dos recursos mais utilizados é o “Inserir índices”. A respeito dos tipos de índices, marque a alternativa INCORRETA.
 

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2488880 Ano: 2014
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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A matricialidade sociofamiliar tem papel de destaque no âmbito da Política Nacional de Assistência Social – PNAS. Esta ênfase está ancorada em qual premissa?
 

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2488835 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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As ações das três esferas de governo na área de assistência social ocorrem de forma articulada.Assim sendo, são descritas abaixo algumas das atribuições da União, EXCETO:
 

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2488818 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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Sabe-se que: Maria gasta 1/4 do seu salário com moradia e alimentação; do que resta, gasta 1/3 com combustível e estacionamento; do que sobra, gasta 1/5 pagando as parcelas de uma viagem e, o restante, ou seja, R$ 2.480,00, ela guarda na poupança. Determine o valor do salário de Maria.
 

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2488314 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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A segurança da informação tem como objetivo a preservação da:
 

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2487513 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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Assinale a alternativa correta, considerando um argumento formado pelas premissas abaixo.
– Se Maria é cozinheira, então Paula não é faxineira.
– Ana é governanta ou Paula é faxineira.
– Vera é babá se, e só se,Ana não é governanta.
 

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2487382 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Rio Branco-AC
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No que se refere ao MSPowerPoint, é possível inserir vários tipos de objetos especiais no slide. Associe os tipos apresentados na Coluna I com as afirmações da Coluna II.
Coluna I
1 CLIP-ART
2 SMARTART
3 WORDART
4 OBJETO
5 CLIPESDEMÍDIA
Coluna II
( ) Um arquivo de file ou de som.
( ) Um organograma.
( ) Objetos de outros programas.
( ) Vários tipos de figuras que acompanham o MS Office.
( ) Texto com formatação especial.
A sequência correta é:
 

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