Paciente de 70 anos de idade sofreu, há 2 anos, um infarto agudo do miocárdio (IAM) e, como consequência, evoluiu com insuficiência cardíaca congestiva (ICC). Estava com um bom controle dos sintomas, mas há um mês se queixa de dispneia aos moderados esforços (consegue caminhar no plano e arrumar a casa). Não se lembra de ter tido episódios de dor torácica nesse período. No momento, usa enalapril 10 mg de 12/12h, hidroclorotiazida 25 mg/dia, AAS 200 mg/dia. Ao exame físico, apresenta aumento de peso de 3 kg em 30 dias, bulhas cardíacas com sopro sistólico em foco mitral, frequência cardíaca de 88 bpm, pressão arterial de 160/100mmHg, edema (+2/+4) em membros inferiores e ausculta pulmonar normal. A conduta farmacológica mais adequada para esse caso é:
Paciente de 62 anos de idade, vem ao ambulatório com queixa
de constipação presente há vários anos. Tem evacuado apenas
uma ou duas vezes por semana, quase sempre com muito
esforço, e, de vez em quando, fica com a sensação de que
não conseguiu evacuar tudo. Ocasionalmente usa laxantes,
que aliviam um pouco os sintomas, mas deixam as fezes
amolecidas, o que também a incomoda. Não tem história familiar
de problemas semelhantes. Nega sangramento nas fezes
e perda de peso. Fora a constipação, tem boa saúde: tem
HAS controlada, faz caminhadas diárias e tem uma dieta rica
em verduras, frutas, pães e carne (branca e vermelha). Fez
alguns exames laboratoriais 6 meses atrás, incluindo uma
pesquisa de sangue oculto nas fezes, com resultado negativo.
O exame do abdome é normal e o toque retal não encontra
alterações. Diante do quadro, a conduta mais adequada é:
Paciente de 65 anos de idade chega ao ambulatório referindo
cansaço e dor torácica forte. Apresenta dificuldade para respirar
e dor em pontada no hemitórax esquerdo de forte intensidade.
Seus antecedentes: HAS (em tratamento irregular), tabagismo
(20 cigarros/dia) e miomatose uterina, com
histerectomia total realizada há cerca de 1 semana. A paciente
apresenta um episódio de hemoptise durante a consulta, e ao
exame tem diminuição do ruído respiratório em base de
hemitórax esquerdo, FR = 28 ipm, SatO2 = 91%, PA 140 x 80
mmHg e FC = 110 bpm. Considerando o quadro, o geriatra
decide fornecer oxigênio, solicitar uma unidade do SAMU e
remover a paciente para um serviço de emergência . A hipótese
diagnóstica mais provável é:
Paciente de 67 anos de idade faz uso regular de
hidroclorotiazida 25 mg pela manhã, para controle de hipertensão
arterial. É portadora de asma, mas não apresenta sintomas,
desde que mantenha o uso regular de budesonida/
formoterol inalatório (200/6 mcg duas vezes por dia). Há cerca
de 3 meses, em função de um quadro depressivo, foi-lhe
prescrito amitriptilina 25 mg à noite. Nesse período, houve
uma melhora notável dos sintomas depressivos já ao final do
primeiro mês de tratamento. No entanto, no último mês tem
sentido “tonteira” quando se levanta da cama ou do sofá, o
que motivou sua vinda à consulta atual. Tem usado com
frequência um medicamento que a vizinha lhe receitou para a
dor relacionada à osteoartrose dos joelhos e, além disso, como
tem notado constipação intestinal, tem usado, diariamente, um
laxativo. Sobre esse caso, é possível afirmar que:
Paciente de 73 anos de idade, chega ao ambulatório, referindo
dor torácica há 2 horas, de forte intensidade. Passa, inicialmente,
por uma avaliação pela enfermeira e, nesse momento,
apresenta uma síncope, ficando inconsciente. A enfermeira
chama o geriatra, e ambos iniciam as manobras de suporte
básico de vida. O Desfibrilador Externo Automático (DEA) está
disponível nessa sala de atendimento e toda a equipe é bem
treinada. Nesse contexto, a conduta correta é acionar o serviço
de emergência e iniciar as manobras para o suporte básico
de vida que deve ter a seguinte sequência de ações:
Paciente de 77 anos de idade vem à consulta, por apresentar
quadro de tontura e algumas quedas, há 6 meses. Ela descreve
que o sintoma aparece quando ela está caminhando e, às
vezes sentada. Nega hipoacusia, zumbidos, disartria ou
disfagia. Ao exame físico, PA = 130 x 70 mmHg, sentada e em
pé, ausência de diplopia e ataxia. Exame cardiovascular: ausência
de sopros carotídeos, bulhas cardíacas rítmicas e
normofonéticas, sem sopros. A causa mais provável da tontura é:
Paciente de 67 anos de idade é hipertensa, diabética e faz uso
de hidroclorotiazida 25 mg, enalapril 20 mg e espironolactona
25 mg, todos pela manhã. Além disso, é medicada com
metformina 850 mg, 3 vezes por dia e sinvastatina 40 mg à
noite. A taxa de filtração glomerular calculada a partir do MDRD
é de 40 mL/min. Considerando o valor encontrado, a medicação
que deve ter sua dose reduzida é:
Paciente de 67 anos de idade, portador de diabetes mellitus
tipo 2 desde os 50 anos de idade, aproximadamente. Atualmente,
faz uso de metformina apenas e, na última consulta,
como não havia um controle glicêmico adequado, optou-se
por aumentar a dose da medicação de 850 mg/dia para 1700 mg/dia.
Para avaliar o impacto dessa intervenção, está indicado o
seguinte exame complementar:
Durante o exame físico de um paciente negro de 76 anos de
idade, o geriatra suspeita de lesão cutânea sugestiva de
melanoma lentiginoso acral. As características da lesão que
aumentam a possibilidade desse diagnóstico são:
Filha traz para a consulta seu pai de 72 anos de idade, referindo
que, na última semana, ele reclamou de um quadro de
insônia que está presente há 5 meses. Ele não apresenta
outros problemas de saúde, sempre foi bastante saudável,
nega quadro de tristeza, angústia ou ansiedade nesse período.
O geriatra deve, nesse caso: