Foram encontradas 40 questões.
Veja a tirinha a seguir para responder à questão 20.

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O post a seguir evidencia as diferenças de vocabulário entre Brasil e Portugal. Veja e, em seguida,
responda a questão.

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O que você verá agora é um anúncio publicitário de venda de celular. Observe – o para responder a questão:

http://www.portugues.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=47&evento=1
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O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:
O VERDE
Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por
uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava
sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,
do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava
a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá,
comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o
técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um
verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava
ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com
calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
— Matei mesmo essa maldita árvore.
— Por quê?
— Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.
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O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:
O VERDE
Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por
uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava
sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,
do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava
a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá,
comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o
técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um
verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava
ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com
calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
— Matei mesmo essa maldita árvore.
— Por quê?
— Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.
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O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:
O VERDE
Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por
uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava
sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,
do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava
a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá,
comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o
técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um
verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava
ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com
calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
— Matei mesmo essa maldita árvore.
— Por quê?
— Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.
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O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:
O VERDE
Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por
uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava
sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,
do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava
a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá,
comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o
técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um
verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava
ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com
calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
— Matei mesmo essa maldita árvore.
— Por quê?
— Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.
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Leia o texto abaixo e responda a questão:

https://www.facebook.com/minsaude/photos/por-muito-tempo-o-diabetes-tipo-2-foi-considerada-uma-doen%C3%A7as%C3%B3-de-adultos-masc/1250610421624238/?locale2=bs_BA&paipv=0&eav=AfacB16pTfWk1IDBKiUw7q1J9ZJGrrvr1EvFMZk37VoK35xNGwQ
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