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Foram encontradas 40 questões.

1654710 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Quanto às demandas cujo atendimento ultrapasse as competências das unidades do SUAS, as famílias e indivíduos devem ser encaminhados para acessar serviços, programas e benefícios da rede socioassistencial, das demais políticas públicas e órgãos de defesa de direitos. Esses encaminhamentos compõem uma das dimensões do trabalho identificado como
 

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1636659 Ano: 2016
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Constituem o público usuário da Política Nacional de Assistência Social (PNAS) unicamente:
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
No trecho: Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência, a forma verbal gostaria marca fato
 

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1621209 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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A coluna da esquerda apresenta a denominação dos direitos de cidadania e a da direita, sua definição. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1. Direitos políticos
2. Direitos sociais
3. Direitos civis
( ) Participar por completo da herança social e levar vida civilizada de acordo com os padrões que prevalecem na sociedade.
( ) Decidir democraticamente os rumos do país.
( ) Ir e vir e professar a fé.
Marque a sequência correta.
 

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Sobre o Windows 7, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O Windows Explorer é a ferramenta utilizada para exibir os programas, os processos e os serviços que estão sendo executados no computador, além do desempenho da CPU e da memória principal.
( ) Ao se formatar um pen drive, utilizando a opção Formatação Rápida, é feita uma reorganização dos arquivos já salvos na unidade para que os novos arquivos sejam armazenados adequadamente.
( ) Para selecionar um grupo de itens (arquivos/pastas) consecutivos em uma determinada pasta que está sendo exibida, pode-se clicar no primeiro item, manter a tecla shift pressionada e clicar no último item.
( ) Clicando-se no ícone representado pela figura Enunciado 1618383-1, localizado na área de notificação da barra de tarefas, obtêm-se informações sobre a rede a que o computador está conectado naquele momento.
Assinale a sequência correta.
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
A coesão textual trata das articulações, gramaticais e/ou semânticas, entre enunciados em um texto. No texto “Cientistas devem visitar escolas”, os termos destacados estão INCORRETAMENTE relacionados em:
 

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1615913 Ano: 2016
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) instituiu medidas preventivas, socioeducativas e protetivas que objetivam assegurar os direitos fundamentais de crianças e adolescentes. Sobre o ECA, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Estabelece as linhas de ação da política de atendimento, como as políticas e os programas sociais, serviços de prevenção, entidades de atendimento, medidas de proteção e organização pública.
( ) Prioriza a reinserção familiar, em vez de tutela das instituições estatais ou conveniadas.
( ) Define os atos infracionais, estabelece os direitos e as garantias processuais.
( ) Inova, destacando o instituto da adoção como medida prioritária, inclusive instituindo as regras sobre a adoção internacional.
( ) Estabelece as diretrizes para a operacionalização da política de proteção, entre elas a municipalização do atendimento.
Assinale a sequência correta.
 

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1596358 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Conforme estabelece a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais (2009), são impactos sociais esperados por meio das ações do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para os idosos:
 

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1564908 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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A Constituição Federal de 1988 inaugurou um padrão de proteção social para a sociedade brasileira ao instituir a Seguridade Social como Política Pública. Compõem a Seguridade Social as seguintes políticas setoriais:

 

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A figura abaixo apresenta uma tabela com 7 linhas e 3 colunas, desenvolvida no Microsoft Word 2007 (idioma Português) apenas com a primeira linha selecionada.
Enunciado 1564894-1
Sobre a figura, analise as afirmativas.
I - Na primeira linha da tabela, foi utilizada a ferramenta Mesclar Células, para combinar várias células em uma única.
II - A formatação de fonte utilizada em todas as células da terceira até a última linha da tabela é Times New Roman, tamanho 14.
III - O alinhamento de parágrafo utilizado em todas as células da segunda linha é Justificado.
IV - A ferramenta utilizada nas células da segunda linha da tabela, para colorir o plano de fundo atrás do texto, é chamada Sombreamento.
Estão corretas as afirmativas
 

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