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Foram encontradas 40 questões.

1726416 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Sobre o tema canteiros de obra, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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Escola deve ser mais atraente que lan house, diz cientista
Em palestra realizada nesta quarta-feira, em São Paulo, Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R) e professor titular de Neurobiologia da Universidade Federal de Pernambuco, abordou os desafios da educação diante da tecnologia e afirmou que a conectividade é um dos principais meios para a interação e geração de conhecimento. Para Meira, as escolas devem criar mecanismos para atrair os alunos da chamada geração digital para dentro das salas de aula.
"O nosso desafio hoje é fazer com que as escolas sejam mais atraentes que a lan house da esquina. Os alunos saem das salas de aula para a lan house só por causa da linguagem. Então, diante dessa nova 'literatura', dessa nova capacidade de entender o mundo, o desafio é saber como podemos usar o ambiente de ação, de oportunidades e aprendizados, que convencionamos de chamar de educação, sem ter dificuldade de ensinar para as crianças o que ela é. Não precisamos ensiná-los a usar a internet, a jogar, o professor pode continuar a fazer o que estava fazendo. A linguagem está 'atacando' a escola e precisamos saber como absorvemos isso, já que não vamos conseguir tirar isso (o acesso e interesse à tecnologia) das crianças, dos adolescentes. Temos de refletir sobre isso numa intensidade muito grande", afirmou Meira após a palestra que integrou a programação do seminário "Redes e Sustentabilidade", promovido pela Fundação Telefônica.
(...)
(Disponível em http://noticias.terra.com.br/educacao. Acesso em 30/01/2016.)
Analise as proposições a seguir.
I - No segundo parágrafo, as aspas foram utilizadas para destacar expressões empregadas fora de seu sentido habitual, indicando ironia.
II - A oração afirmou que a conectividade é um dos principais meios para a interação e geração de conhecimento é um exemplo de período composto por subordinação.
III - O termo da esquina em O nosso desafio hoje é fazer com que as escolas sejam mais atraentes que a lan house da esquina trata-se de uma forma genérica de representar a presença das lan houses nas cidades brasileiras.
Estão corretas as proposições
 

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Sobre a Internet, é correto afirmar:
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
No texto “Cientistas devem visitar escolas”, o autor
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
Considere o seguinte trecho: São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens. Sobre o termo em destaque, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Retoma um termo expresso anteriormente.
( ) Antecipa um termo que aparecerá posteriormente.
( ) Refere-se diretamente a cientistas, engenheiros e matemáticos.
( ) É um pronome pessoal do caso oblíquo.
( ) É um pronome possessivo.
Assinale a sequência correta.
 

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1685384 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Na coluna da esquerda estão apresentados tipos de fundação e na da direita, a definição de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Estaca
2 - Sapata
3 - Bloco
4 - Radier
( ) Elemento de fundação que recebe todos os pilares da edificação.
( ) Elemento de fundação profunda. Transfere as cargas para o terreno também pelo atrito lateral.
( ) Elemento de fundação isolada e superficial de concreto armado.
( ) Elemento de fundação isolada de concreto simples.
Assinale a sequência correta.
 

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1670285 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Sobre o tema medidas de proteção e segurança no trabalho, analise as afirmativas abaixo.
I - O cinto de segurança tipo paraquedista possui nas costas argola para a fixação da corda de sustentação.
II - A gaiola protetora é uma estrutura de proteção montada ao redor de escadas móveis com a finalidade de impedir a queda de pessoas.
III - A plataforma principal de proteção está instalada na primeira laje.
Está correto o que se afirma em
 

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1666278 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Considere a treliça plana abaixo sujeita ao carregamento indicado.
Enunciado 1666278-1
Sobre o comportamento dessa treliça, afirmou-se o seguinte:
I - São nulas as solicitações nas barras A-B, B-C e B-E.
II - Na barra D-E atua um esforço de tração de aproximadamente 0,5 P.
III - O esforço na diagonal D-B é de tração e vale, aproximadamente, 0,7 P.
Está correto o que se afirma em
 

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1655008 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Na coluna da esquerda, estão imagens de equipamentos utilizados em ensaios de materiais e na da direita, o nome de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Enunciado 1655008-1
2 - Enunciado 1655008-2
3 - Enunciado 1655008-3
4 - Enunciado 1655008-4
( ) Retífica para corpo-de-prova.
( ) Agitador de peneiras.
( ) Argamassadeira com cuba em aço inox.
( ) Capeador de corpo de prova 15 !$ \times !$ 30.
Assinale a sequência correta.
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
No trecho: Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência, a forma verbal gostaria marca fato
 

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