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Tecnologias digitais na educação com alunos
autistas
O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/25/28/tecnologia-digital-c
omo-apoio-pedagogico-para-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista
I.Ele precisou enchugar os gastos da empresa para evitar prejuízos.
II.Depois de perder o jogo, ele ficou muito chateado e preferiu ficar sozinho.
III.A população ficou revoltada e tentou linchar o criminoso que havia cometido o roubo.
IV.Não gosto que mecham nas minhas coisas sem permissão.
O dígrafo 'ch' está corretamente empregado em:
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autistas
O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
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Quanto à divisão silábica dos vocábulos presentes no texto, analise a afirmativa INCORRETA.
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O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
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Com base na separação silábica, na classificação dos tipos de sílabas e na ortografia dos vocábulos presentes no trecho, marque a alternativa INCORRETA.
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do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
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Identifique em qual alternativa os vocábulos destacados pertencem a mesma classe gramatical do destacado no trecho acima.
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reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
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I.O adjetivo 'positivos' está no plural para concordar com o substantivo 'efeitos', que também está no plural.
II.O adjetivo 'utilizados' está concordando adequadamente com o vocábulo 'tecnologia digital'.
III.O adjetivo 'preciso' está no singular concordando adequadamente com o substantivo 'transtorno' , que também está no singular.
IV.O adjetivo 'diversos' está concordando adequadamente com o substantivo 'enigmas'.
É correto o que se afirma em:
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Questão presente nas seguintes provas
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece
requisitos específicos para a habilitação de condutores
em cada categoria, visando garantir a aptidão para a
condução de diferentes tipos de veículos. No que diz
respeito à habilitação na categoria D, exigida para a
condução de veículos de transporte de passageiros com
lotação superior a oito lugares, assinale a alternativa
correta.
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Questão presente nas seguintes provas
A legislação de trânsito prevê cursos especializados
obrigatórios para condutores que transportam
determinados tipos de cargas ou passageiros. Para o
motorista de um veículo de transporte coletivo de
passageiros (categoria D), a aprovação no curso
especializado correspondente é um requisito. Sobre a
validade e a exigência desse curso, analise as
afirmativas:
I.O curso especializado para transporte coletivo de passageiros tem validade de cinco anos, devendo o condutor realizar a atualização do mesmo ao final desse período para continuar exercendo a atividade remunerada.
II.A informação sobre a conclusão e a validade do curso especializado deve constar no campo "Observações" da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do condutor.
III.Um condutor habilitado na categoria D que não exerce atividade remunerada de transporte de passageiros (utiliza o veículo para fins particulares, por exemplo) está desobrigado de realizar o curso especializado.
Está correto o que se afirma em:
I.O curso especializado para transporte coletivo de passageiros tem validade de cinco anos, devendo o condutor realizar a atualização do mesmo ao final desse período para continuar exercendo a atividade remunerada.
II.A informação sobre a conclusão e a validade do curso especializado deve constar no campo "Observações" da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do condutor.
III.Um condutor habilitado na categoria D que não exerce atividade remunerada de transporte de passageiros (utiliza o veículo para fins particulares, por exemplo) está desobrigado de realizar o curso especializado.
Está correto o que se afirma em:
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Os motores a diesel utilizados em ônibus e caminhões
frequentemente empregam o sistema de
sobrealimentação por turbocompressor para otimizar o
desempenho. Considerando o funcionamento e a
manutenção deste componente, analise as afirmativas a
seguir.
I.O turbocompressor utiliza a energia dos gases de escapamento para girar uma turbina que, por sua vez, aciona um compressor, o qual força a entrada de um maior volume de ar nos cilindros do motor.
II.A lubrificação do eixo do turbocompressor é crítica, sendo realizada pelo mesmo óleo do motor. Por isso, é fundamental aguardar um período em marcha lenta antes de desligar o motor, para que a rotação da turbina diminua e a temperatura do óleo estabilize.
III.Um sintoma característico de falha nos retentores do turbocompressor é a emissão de fumaça azulada pelo escapamento, indicando que o óleo lubrificante está sendo admitido e queimado juntamente com o combustível.
Está correto o que se afirma em:
I.O turbocompressor utiliza a energia dos gases de escapamento para girar uma turbina que, por sua vez, aciona um compressor, o qual força a entrada de um maior volume de ar nos cilindros do motor.
II.A lubrificação do eixo do turbocompressor é crítica, sendo realizada pelo mesmo óleo do motor. Por isso, é fundamental aguardar um período em marcha lenta antes de desligar o motor, para que a rotação da turbina diminua e a temperatura do óleo estabilize.
III.Um sintoma característico de falha nos retentores do turbocompressor é a emissão de fumaça azulada pelo escapamento, indicando que o óleo lubrificante está sendo admitido e queimado juntamente com o combustível.
Está correto o que se afirma em:
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3879447
Ano: 2025
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
- Ética, Moral, Princípios e Valores
- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O comportamento profissional do Agente de Apoio
Operacional é fundamental para a imagem do serviço
público e para a segurança e bem-estar dos usuários.
Sobre a conduta ética e o relacionamento interpessoal
no transporte de passageiros, analise as afirmativas a
seguir.
I.É dever do motorista agir com urbanidade, prestando informações precisas e tratando todos os passageiros com igualdade, sem qualquer tipo de discriminação, mantendo sempre uma postura calma e profissional.
II.Em situações de conflito, como uma discussão entre passageiros, o motorista deve intervir diretamente para decidir quem tem razão, utilizando sua autoridade para encerrar o debate imediatamente.
III.Manter a discrição sobre fatos e conversas ocorridos no interior do veículo durante o serviço é um princípio da ética profissional, protegendo a privacidade dos passageiros e a confidencialidade de informações.
Está correto o que se afirma em:
I.É dever do motorista agir com urbanidade, prestando informações precisas e tratando todos os passageiros com igualdade, sem qualquer tipo de discriminação, mantendo sempre uma postura calma e profissional.
II.Em situações de conflito, como uma discussão entre passageiros, o motorista deve intervir diretamente para decidir quem tem razão, utilizando sua autoridade para encerrar o debate imediatamente.
III.Manter a discrição sobre fatos e conversas ocorridos no interior do veículo durante o serviço é um princípio da ética profissional, protegendo a privacidade dos passageiros e a confidencialidade de informações.
Está correto o que se afirma em:
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3879446
Ano: 2025
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Um passageiro com deficiência visual e acompanhado
de cão-guia tenta embarcar no ônibus. O motorista nota
que outro passageiro, sentado próximo à porta,
demonstra grande desconforto e medo do animal.
Conforme as normas de acessibilidade e os princípios de
urbanidade no serviço público, qual deve ser a conduta
do motorista?
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Cadernos
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