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Foram encontradas 30 questões.

1739013 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Com base no Caderno de Atenção Básica nº 21 - Vigilância em Saúde: Dengue, Esquistossomose, Hanseníase, Malária, Tracoma e Tuberculose, sobre a transmissão da dengue, analisar os itens abaixo:
I. Há transmissão pelo contato de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia.
II. O período de transmissibilidade da doença compreende dois ciclos: um intrínseco, que ocorre no ser humano, e outro extrínseco, que ocorre no vetor.
 

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1683202 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Por que nossas expressões faciais não refletem nossos
sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
Qual das palavras abaixo deveria obrigatoriamente estar acentuada?
 

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1657256 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
De acordo com Controle de Vetores - Procedimentos de Segurança, o controle mecânico compreende técnicas bastante simples e eficazes, representando, algumas vezes, alto investimento, porém com resultados permanentes, pois envolvem ações de saneamento básico e de educação ambiental, como, por exemplo:
I. Coleta e destino adequado de lixo.
II. Manutenção de criadouros temporários.
III. Telagem de janelas.
Estão CORRETOS:
 

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1629417 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Por que nossas expressões faciais não refletem nossos
sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
Em “Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos.” (segundo parágrafo do texto), ao se passar a palavra sublinhada para o plural, quantas outras alteração são obrigatórias nesse trecho (não se considerando o termo sublinhado) para fins de concordância?
 

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1627910 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Segundo a Portaria nº 1.378/2013, as ações de vigilância em saúde abrangem toda a população brasileira e envolvem práticas e processos de trabalho voltados, entre outros, para a:
I. Vigilância da situação de saúde da população, com a produção de análises que subsidiem o planejamento, o estabelecimento de prioridades e estratégias, o monitoramento e a avaliação das ações de saúde pública.
II. Detecção oportuna e adoção de medidas adequadas para a resposta às emergências de saúde pública.
III. Vigilância, prevenção e controle das doenças transmissíveis.
Estão CORRETOS:
 

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1625943 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Atenção! Para responder à questão de Informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considerar que os programas mencionados encontram-se na versão Português-BR e, em sua configuração padrão de instalação, possuem licença de uso, o mouse está configurado para destros, um clique ou duplo clique correspondem ao botão esquerdo do mouse e teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Dessa forma, as teclas de atalho, os menus, os submenus, as barras, os ícones e os demais itens que compõem os programas abordados nesta prova encontram-se na configuração padrão.
Considerando-se o Internet Explorer 9, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Apertar a tecla liga ou desliga a Navegação por Cursor. Esse recurso posiciona um cursor nas páginas da web que pode ser usado para selecionar texto com o teclado.
 

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1620687 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Por que nossas expressões faciais não refletem nossos
sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Diferente do que se esperava, os habitantes da ilha de Trobriand não reconheceram as expressões mostradas por Crivelli.
II. A teoria defendida por Fridlund e Crivelli afirma que nossas expressões faciais não são reflexos do que sentimos, e sim de nossas intenções e do que queremos que aconteça.
 

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1618870 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Por que nossas expressões faciais não refletem nossos
sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
Considerando-se o uso dos porquês, a alternativa cuja lacuna NÃO poderia ser preenchida por “porque” é:
 

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Carlos comprou 3 produtos com preços diferentes, sendo o primeiro de R$ 36,00 e o segundo de R$ 75,00. Considerando-se que o valor da média aritmética dos três produtos é igual a R$ 51,00, é CORRETO afirmar que o valor do terceiro produto que Carlos comprou era:
 

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1596533 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Por que nossas expressões faciais não refletem nossos
sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
Considerando-se as normas de regência, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Fazia frio, então emprestei meu casaco _____ minha irmã. Preocupo-me muito _____ ela.
 

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