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Respondida
Gabriel Junqueira (2008), ao tratar sobre o planejamento, o organiza como
parte cheia e parte vazia. Para o autor:
Respondida
Organizar o cotidiano das crianças na Escola Infantil para BARBOSA e HORN,
2001, precisa levar em conta:
A
o direcionamento onde as crianças podem brincar e serem conduzidas no turno
com rotinas determinas no dia, como estas brincadeiras se desenvolvem, o que
mais gostam de fazer, em que espaço preferem ficar, o que lhes chamam mais
atenção, em que momentos do dia estão mais tranquilos ou mais agitados.
B
que a organização espaço-temporal é determinado pelas crianças que vivem o
universo da sala da aula, são eles que dão vida a ele.
C
o conhecimento a respeito do desenvolvimento e das necessidades das crianças,
só assim conseguiremos fazer o registro apropriado do que as crianças
precisam.
D
a padronização do cotidiano escolar em todas as turmas, gerando o
enriquecimento das experiências vividas pelas crianças, pois todos os dias faziase
a mesma coisa, todos os dias as crianças repetiam a mesma oração,
cantavam as mesmas músicas e vivenciavam atividades muito parecidas
E
que o estabelecimento de uma sequência básica de atividades diárias é, antes
de mais nada, o resultado da leitura que fazemos do nosso grupo de crianças, a
partir, principalmente, de suas necessidades e do plano de atividades pensadas
para cada idade.
Respondida
Vygotsky afirma que as características ou elementos fundamentais da
brincadeira são:
Respondida
Para Sônia Kramer pensar uma proposta pedagógica para a infância pressupõe:
A
compreender as crianças, jovens e adultos como inseridos e produtores de
história e cultura, que se concebam a infância e a adolescência como categorias
individuais e efêmeras que precisam ser aligeiradas em nome da modernidade e
de sua ânsia de futuro e superação.
B
compreender e respeitar a criança e o adulto nas suas particularidades e
diferenças, sem a qual se estaria apenas perpetuando a desigualdade, a
opressão, o autoritarismo, a discriminação de gênero, o racismo e tantas outras
formas de preconceito sempre contrárias à democracia.
C
construir a diversidade na unidade e contra a desigualdade; eis um desafio para
a construção de uma proposta pedagógica que aposta na seriedade e na
qualidade, também um pressuposto para orientar esta avaliação.
D
trabalhar com as vantagens e especificidades da realidade brasileira, de cada
região, estado ou município, zona urbana ou rural.
E
falar não de uma proposta, mas, sim, de várias, porque são múltiplas as
situações que o Brasil congrega, porque são diversificadas as formas de
concretização de uma dada proposta numa mesma localidade, porque são
desiguais as condições concretas em que acontecem as práticas educativas, os
contextos em que estão inseridos os profissionais e as populações com que
trabalham.
Respondida
Os séculos XIX e XX estabeleceram um corpo de saberes e fazeres que
possibilitaram tanto a construção social do conceito de infância como a constituição
de instituições de educação infantil e de pedagogias para educá-la e cuidá-la. É
considerada núcleo central em que operam essas pedagogias:
Respondida
Alguns educadores e pesquisadores têm voltado sua atenção para a
organização dos espaços para o cuidado e educação, também, de bebês. Para
ROSSETTI-FERREIRA (2007):
A
o berçário deve ter espaços programados para dar à criança a oportunidade de
se movimentar, interagindo tanto com objetos como com a professora. Devemse
oferecer ao bebê situações desafiadoras, possibilitando o desenvolvimento de
suas capacidades.
B
o espaço do berçário precisa levar em conta três partes da sala: o chão, o teto
e as paredes. Em cada uma dessas partes, há possibilidades de garantir
experiências interessantes e desafios para as crianças, por meio do uso de
divisórias de diversos tamanhos e em diversas alturas, caixas de papelão
recortadas e transformadas, brinquedos, canaletas para os bebês passarem por
dentro, muretas para impedi-los de seguir em frente e obrigá-los a
experimentar outros trajetos, cortinas, espelhos, móbiles.
C
os espaços devem ser sempre atraentes e estimulantes para os bebês. O
interessante é manter o espaço permanente como forma de oferecer mais
segurança.
D
existe uma boa forma de arrumar o berçário, organizando-o com colchonetes,
caixas vazadas, móveis baixos, que permite as cuidadoras observar todo o movimento da sala e o bebê também. Dessa forma, o bebê pode tranquilamente
ir em busca de um objeto que tenha despertado sua curiosidade, pois ele está
vendo que o educador continua na sala.
E
é preciso oferecer espaços com propostas diferenciadas, situações diversificadas,
que ampliem as possibilidades de exploração. As crianças ampliam
suas possibilidades de exercitar a autonomia, a liberdade, a iniciativa, a livre
escolha, quando o espaço está adequadamente organizado.
Respondida
De acordo com Rinaldi, se a criança é portadora de teorias, interpretações,
perguntas, ela é co-protagonista do processo de construção do conhecimento.
Neste processo, o lugar do registro e da documentação na infância se dá:
Respondida
Para Gabriel Junqueira é um conjunto articulado de situações de aprendizagem
selecionadas pelo professor – e, muitas vezes, com a participação das crianças
nessa seleção –, cujo objetivo é abordar – desenvolver, problematizar; responder,
devolver às crianças, de forma organizada – o tema-assunto-conteúdo-linguagem
que, naquele momento da vida de um grupo, as crianças “querem porque
precisam” saber mais do que qualquer outro.
Respondida
É tarefa dos educadores organizar o espaço e o tempo das escolas infantis,
sempre levando em conta o objetivo de proporcionar o desenvolvimento das
crianças. Maria Carmen Silveira Barbosa e Maria da Graça Souza Horn pesquisam a
organização do espaço e do tempo na escola infantil e afirmam:
A
organizar o cotidiano das crianças da Educação Infantil pressupõe pensar que o
estabelecimento de uma sequência básica de atividades diárias é, antes de mais
nada, o resultado da leitura que fazemos do nosso grupo de crianças, a partir,
principalmente, de seus interesses.
B
que este conhecimento é fundamental na estruturação do ambiente escolar já
que considera o trabalho que a professora pretende desenvolver.
C
que são necessários momentos únicos, organizados de acordo com as
necessidades biológicas, psicológicas, sociais e históricas das crianças.
D
o modo como organizamos materiais e móveis, e a forma como crianças e
adultos ocupam esse espaço e como interagem com ele são reveladores de uma
concepção pedagógica.
E
deveria-se considerar as necessidades relacionadas ao repouso, alimentação,
higiene de cada criança, levando-se em conta sua faixa etária e suas
características pessoais, assim como as expectativas da família em relação à
escola.
Respondida
Para Hannah Arendt (1996), embora a qualificação profissional seja
indispensável para o exercício da autoridade docente na sala de aula, a
qualificação, por maior que seja, nunca engendra por si só autoridade. Nesta ótica,
defende que:
A
a qualificação do professor consiste em conhecer o mundo e ser capaz de
instruir os outros acerca deste, porém, sua autoridade se assenta na
responsabilidade que ele assume por este mundo. Em face da criança, é como
se ele fosse um representante de todos os habitantes adultos, apontando os
detalhes e dizendo à criança: - Isso é o nosso mundo.
B
a questão da autoridade, para além da qualificação stricto sensu do professor,
passa a se configurar como o ponto nevrálgico da ética docente, reguladora
primordial do trabalho pedagógico e, portanto, condição fundamental à
aprendizagem.
C
a função da escola é ensinar às crianças como o mundo é, e não instruí-las na
arte de viver. Dado que o mundo é velho, sempre mais que elas mesmas, a
aprendizagem volta-se inevitavelmente para o futuro, não importa o quanto a
vida seja transcorrida no presente.
D
a crise da autoridade na educação guarda a mais estreita conexão com a crise
da modernidade, ou seja, com a crise de nossa atitude perante o âmbito do
futuro.
E
é sobremodo difícil para o educador arcar com esse aspecto da crise moderna,
pois é de seu ofício servir como mediador entre o velho e o novo, de tal modo
que sua própria profissão lhe exige um respeito extraordinário pelo presente.