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Foram encontradas 50 questões.

1141478 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Um lojista decidiu que o papel para embalagem contido em 2 rolos deverá ser totalmente recortado em pedaços de mesmo comprimento, sem deixar sobras, sendo que esses pedaços deverão ter o maior comprimento possível.
Sabendo-se que um dos rolos tem 1,05 m e o outro, 7 m desse papel, cuja largura é igual a 0,75 m em ambos os rolos, pode-se concluir que o perímetro, em metros, de cada pedaço recortado será igual a
 

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1141477 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Assinale a afirmação correta sobre a tirinha, considerando que a cena mostra um candidato a um emprego, conversando com o suposto dono da empresa.
Enunciado 1141477-1
(Laerte, Folha de S. Paulo, 25.11.2011.)
 

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1141476 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Para responder à questão, considere a norma-padrão da língua portuguesa.
Assinale a alternativa que contém a frase escrita corretamente.
 

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1141475 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.
Fico te devendo
Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.
Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.
Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.
(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)
Leia as frases.
Muitas pessoas não assumem os compromissos e vivem empurrando os compromissos para o dia de São Nunca.
Quando há acusações, sejam falsas ou verdadeiras, as pessoas costumam refutar essas acusações exclamando: “Imagina!”.
Assinale a alternativa em que os pronomes substituem, corretamente, os termos em destaque, evitando a repetição desnecessária de palavras.
 

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1141474 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.
Fico te devendo
Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.
Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.
Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.
(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as palavras foram empregadas em sentido próprio (denotação).
 

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1141473 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.
Fico te devendo
Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.
Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.
Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.
(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)
Considere as frases do texto.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos.
Pela leitura dessas frases, pode-se afirmar que o autor
 

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1114573 Ano: 2012
Disciplina: Radiologia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Observe o que segue:
Enunciado 1114573-1
Na imagem radiológica, as estruturas/regiões sinalizadas são, correta e respectivamente,
 

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1111545 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Considere o texto para responder à questão.
Ladrão invade casas em Osasco só para “assaltar” geladeiras
Nada de dinheiro, joias ou eletrodomésticos. O bandido que tem despertado preocupação e também admiração nos moradores da Vila Quitaúna, bairro de Osasco (Grande São Paulo), quer saber mesmo é de furtar guloseimas das geladeiras de suas vítimas. Pelas contas dos moradores da região, cerca de dez casas já foram invadidas pelo ladrão esfomeado.
O jeito de agir é sempre o mesmo. Ele entra, come, troca de roupas e depois vai embora, deixando a casa desarrumada e muitos bens de valor para trás. Quando encontra alguém em casa, não é violento. Termina sua refeição e vai embora.
Na manhã de ontem, o ladrão de geladeiras pulou o muro da casa de uma bancária e entrou mesmo com o filho dela, de 10 anos, lá dentro. Chegou, abriu o refrigerador, tomou um suco direto da jarra. Depois, foi até o quarto.
“Ele disse para o meu filho que ia se trocar. Mas o menino disse que não, que no meu quarto só tinha roupas de mulher. Então, o ladrão simplesmente desistiu sem reclamar”. “Existiam coisas de valor, mas ele nem se interessou”, afirma surpresa a bancária.
Um dia antes, o excêntrico bandido havia entrado na casa do vizinho da bancária. Ele pulou um muro alto, foi à cozinha para fritar um ovo e foi embora. “Descobrimos só depois, porque ele deixou um pedaço de ovo jogado no quintal, embrulhado em um guardanapo igual aos que uso”, diz o analista de crédito. Segundo ele, no mesmo dia, o invasor foi mais uma vez até sua casa. Desta vez, abriu exceção e acabou levando R$ 20.
O criminoso passou dois dias em uma outra casa da vizinhança. Lá, ele comeu, bebeu e até chegou a sentar na laje da casa, de frente para a rua. Foi agarrado por um morador, mas fugiu.
Segundo vítimas, ele é branco, tem 1,60 m e aparenta 25 anos. A Polícia Civil não tem pistas do ladrão de geladeiras. Segundo o delegado, nenhuma das vítimas fez boletim de ocorrência.
O delegado diz que a suspeita é que o ladrão de geladeiras seja um morador de rua. “A Polícia Militar foi avisada e tem feito rondas na região”, diz o delegado.
(Folha de S. Paulo, 08.02.2008. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a frase.
O analista de crédito explicou _____ polícia que chegou _____ conclusão de que o ladrão havia entrado em sua casa pela comida e pelo guardanapo deixados _____ porta da cozinha que dá para o quintal.
 

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1102704 Ano: 2012
Disciplina: Radiologia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Assinale a alternativa correta em relação à física das radiações.
 

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1102694 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Para responder à questão, considere a norma-padrão da língua portuguesa.
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal.
 

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