Foram encontradas 220 questões.
1141482
Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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O número de mortos pela onda de frio na Europa, que ontem era de 364 pessoas, se aproxima dos 400. (...)
Europeus em todo o continente encaram há mais de uma semana condições meteorológicas extremas, com milhares presos pela neve (...), com centenas – a maioria sem-teto – mortos após as temperaturas chegarem a –36 ºC e com autoridades enfrentando a perspectiva de inundações por causa do derretimento do gelo.
(http://www.estadao.com.br/noticia_imp.php?req=internacional,onda-de-frio..., 07.02.2012)
Um dos países que registrou mais mortes devido a esse problema foi a
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1141481
Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia as notícias.
O sucesso do movimento pró-democracia no Leste Europeu em 1989 deveu muito a Václav Havel. O escritor liderou em Praga a Revolução de Veludo, que derrubou o regime comunista sem disparar um único tiro. Havel presidiu [o país] de 1993 até 2003. Morreu aos 75 anos.
(Época, 26.12.2011. Adaptado)
Governada por uma dinastia comunista há 63 anos, a (...) é um dos países mais fechados do mundo. (...) A morte do ditador comunista Kim Jong-il desolou seus seguidores e deixou um perigoso vazio político na (...).
(IstoÉ, 28.12.2011)
Os trechos referem-se, respectivamente, à
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
O gráfico mostra a evolução da produção anual de biodiesel no Brasil, no período de 2007 a 2011.
Sabendo-se que a média aritmética das quantidades produzidas anualmente nesse período é igual a 1,64 bilhões de litros, pode-se concluir que a quantidade de biodiesel produzida em 2009 foi, em bilhões de litros, igual a

(O Estado de S. Paulo, 08.02.2012)
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Há três linhas de tinta para a construção civil ofertadas no mercado: econômica, standard e premium.
Sabe-se que cada linha oferece um rendimento diferente na pintura, conforme mostra o quadro.
(O Estado de S. Paulo, 22.01.2012)
Paulo pretende pintar uma área de 18 m² e usou esses dados para determinar quantos litros de tinta teria que comprar, para cada uma das linhas disponíveis.
Nessas condições, a relação entre a linha a ser utilizada e o número de litros de tinta necessários está corretamente indicada em:
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Um lojista decidiu que o papel para embalagem contido em 2 rolos deverá ser totalmente recortado em pedaços de mesmo comprimento, sem deixar sobras, sendo que esses pedaços deverão ter o maior comprimento possível.
Sabendo-se que um dos rolos tem 1,05 m e o outro, 7 m desse papel, cuja largura é igual a 0,75 m em ambos os rolos, pode-se concluir que o perímetro, em metros, de cada pedaço recortado será igual a
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Assinale a afirmação correta sobre a tirinha, considerando que a cena mostra um candidato a um emprego, conversando com o suposto dono da empresa.

(Laerte, Folha de S. Paulo, 25.11.2011.)
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Para responder à questão, considere a norma-padrão da língua portuguesa.
Assinale a alternativa que contém a frase escrita corretamente.
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Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.
Fico te devendo
Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.
Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.
Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.
(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)
Leia as frases.
Muitas pessoas não assumem os compromissos e vivem empurrando os compromissos para o dia de São Nunca.
Quando há acusações, sejam falsas ou verdadeiras, as pessoas costumam refutar essas acusações exclamando: “Imagina!”.
Assinale a alternativa em que os pronomes substituem, corretamente, os termos em destaque, evitando a repetição desnecessária de palavras.
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Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.
Fico te devendo
Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.
Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.
Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.
(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as palavras foram empregadas em sentido próprio (denotação).
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Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.
Fico te devendo
Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.
Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.
Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.
(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)
Considere as frases do texto.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos.
Pela leitura dessas frases, pode-se afirmar que o autor
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