Foram encontradas 50 questões.
A Tabela a seguir é utilizada para o cálculo mensal do Imposto de Renda de Pessoa Física retido na fonte a partir do exercício de 2012, ano-calendário de 2011.
| Base de cálculo mensal em R$ | Alíquota em % | Parcela a deduzir do imposto em R$ |
| Até 1.499,15 | – | – |
| De 1.499,16 até 2.246,75 | 7,5 | 112,43 |
| De 2.246,76 até 2.995,70 | 15,0 | 280,94 |
| De 2.995,71 até 3.743,19 | 22,5 | 505,62 |
| Acima de 3.743,19 | 27,5 | 692,78 |
Uma pessoa que recebeu R$ 4.000,00, em fevereiro de 2011, deve ter tido, segundo essa tabela, um desconto mensal relativo ao imposto de renda retido na fonte de
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Uma pequena estante de madeira, com formato de triângulo isósceles e com duas prateleiras paralelas, precisa ser consertada, conforme a figura, pois a 2.ª prateleira quebrou.
Se forem mantidos o paralelismo entre as prateleiras e o comprimento da 2.ª prateleira, o valor mais próximo que corresponde à distância em que esta deverá ficar da 1.ª prateleira, em centímetros, é
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Um prédio tem apenas 3 andares, e a distância de um andar a outro é de 4 m. Sabe-se que de um poste de 8 m de altura, que dista do prédio 3 m, parte o fio que fornece a energia do terceiro andar, entrando no prédio na altura do piso desse andar.
Assim sendo, é correto afirmar que o fio que liga o poste com o prédio deve ter um comprimento de, pelo menos,
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A idade média dos 10 primeiros colocados em um concurso público é 32 anos e a idade média dos 11 primeiros colocados é, também, 32 anos.
Sendo assim, conclui-se que a idade do 11.º colocado, em anos, é
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Leia o quadrinho a seguir para responder à questão.

(Dik Browne, Hagar, o horrível 1. Porto Alegre: L&PM, 2002 v. 80. P. 60. Coleção L&PM Pocket.)
De acordo com os quadrinhos, é possível afirmar que Hamlet
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Smartphones aumentam estresse dos usuários, diz pesquisa
Muitas pessoas são tão viciadas em seus smartphones que elas acham que receberam mensagens de textos quando na verdade não chegou nada. É o que diz um estudo realizado por doutorandos da Universidade de Worcester, no Reino Unido. O estudo também aponta que ao invés de tornar a vida das pessoas mais fáceis, o dispositivo tornou-se um elemento causador de estresse. Nada que já não soubéssemos – mas agora expresso em números. Cadê o tempo que o smartphone ia economizar para a gente?
Segundo o site TG Daily, a conclusão teve como base entrevistas com aproximadamente 100 pessoas, de estudantes a profissionais de diversas áreas. Além da entrevista, os participantes passaram por uma bateria de testes. Mesmo comprando um smartphone para facilitar a vida profissional, o estudo aponta que naturalmente questões pessoais ganham espaço – e é aí que uma sobrecarga desnecessária de estresse surge. Muitas pessoas entrevistadas revelaram que se sentem estressadas por tentar, às vezes de forma infrutífera, manter contato com amigos via smartphone. Ou, pior ainda, são obsessivas em verificar as últimas “notícias” em seus murais e linhas do tempo nas redes sociais – que, como todos sabem, têm informações muito relevantes para a vida do cidadão médio inglês, como a nova beldade “inteligente” do Big Brother.
Tais pessoas checam suas mensagens obsessivamente, imaginando que o celular vibrou quando, de fato, mensagem alguma foi enviada. Richard Balding, um dos responsáveis pelo levantamento, afirma que com a rápida adição de celulares pela população, estamos prestes a ver pessoas com níveis de estresse cada vez maiores. “Os smartphones estão cada vez mais sendo usados pelas pessoas para lidar com os diferentes aspectos de suas vidas” disse Balding ao USA Today. “Mas quanto mais o smartphone é usado, mais ficamos dependentes dele e, na verdade, isso acaba sendo um catalisador de estresse, em vez de um alívio”.
Balding, que é mestre em psicologia, está fazendo doutorado e apresentará, com sua equipe, um relatório sobre seus achados em um encontro da Sociedade Britânica de Psicologia, que ocorrerá na cidade de Chester, Inglaterra. Mas já há críticas entre colegas e professores de Balding e da comunidade científica sobre a relação de causalidade entre os fatos. Mais pesquisa e escrutínio vêm por aí – mas apenas para confirmar o óbvio: nossos bisavós eram menos estressados. E, falando em estresse, o próprio Balding viu-se tomado pela moléstia: um simples estudo acadêmico – que, sendo preliminar, não deveria ter ultrapassado os muros da universidade – teve alcance global. De acordo com o jornal local Worcester News, o doutorando enviou seu estudo para a Sociedade Britânica de Psicologia para apreciação e não esperava que houvesse tanta publicidade.
(Guilherme Abati. http://br.noticias.yahoo.com/smartphones. Adaptado)
No trecho – Mas já há críticas entre colegas e professores de Balding e da comunidade científica sobre a relação de causalidade entre os fatos. (4.º parágrafo) – o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
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1011479
Ano: 2012
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Sabe-se que um ano não bissexto tem 365 dias. Considere que o dia 1.º de janeiro de um ano não bissexto foi uma quarta-feira.
O primeiro dia do próximo ano será, nesse caso,
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Observando a relação !$ \mathsf{y}=\large{1\over9\mathsf{x}} !$, com x e y estritamente positivos, é correto concluir que
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Smartphones aumentam estresse dos usuários, diz pesquisa
Muitas pessoas são tão viciadas em seus smartphones que elas acham que receberam mensagens de textos quando na verdade não chegou nada. É o que diz um estudo realizado por doutorandos da Universidade de Worcester, no Reino Unido. O estudo também aponta que ao invés de tornar a vida das pessoas mais fáceis, o dispositivo tornou-se um elemento causador de estresse. Nada que já não soubéssemos – mas agora expresso em números. Cadê o tempo que o smartphone ia economizar para a gente?
Segundo o site TG Daily, a conclusão teve como base entrevistas com aproximadamente 100 pessoas, de estudantes a profissionais de diversas áreas. Além da entrevista, os participantes passaram por uma bateria de testes. Mesmo comprando um smartphone para facilitar a vida profissional, o estudo aponta que naturalmente questões pessoais ganham espaço – e é aí que uma sobrecarga desnecessária de estresse surge. Muitas pessoas entrevistadas revelaram que se sentem estressadas por tentar, às vezes de forma infrutífera, manter contato com amigos via smartphone. Ou, pior ainda, são obsessivas em verificar as últimas “notícias” em seus murais e linhas do tempo nas redes sociais – que, como todos sabem, têm informações muito relevantes para a vida do cidadão médio inglês, como a nova beldade “inteligente” do Big Brother.
Tais pessoas checam suas mensagens obsessivamente, imaginando que o celular vibrou quando, de fato, mensagem alguma foi enviada. Richard Balding, um dos responsáveis pelo levantamento, afirma que com a rápida adição de celulares pela população, estamos prestes a ver pessoas com níveis de estresse cada vez maiores. “Os smartphones estão cada vez mais sendo usados pelas pessoas para lidar com os diferentes aspectos de suas vidas” disse Balding ao USA Today. “Mas quanto mais o smartphone é usado, mais ficamos dependentes dele e, na verdade, isso acaba sendo um catalisador de estresse, em vez de um alívio”.
Balding, que é mestre em psicologia, está fazendo doutorado e apresentará, com sua equipe, um relatório sobre seus achados em um encontro da Sociedade Britânica de Psicologia, que ocorrerá na cidade de Chester, Inglaterra. Mas já há críticas entre colegas e professores de Balding e da comunidade científica sobre a relação de causalidade entre os fatos. Mais pesquisa e escrutínio vêm por aí – mas apenas para confirmar o óbvio: nossos bisavós eram menos estressados. E, falando em estresse, o próprio Balding viu-se tomado pela moléstia: um simples estudo acadêmico – que, sendo preliminar, não deveria ter ultrapassado os muros da universidade – teve alcance global. De acordo com o jornal local Worcester News, o doutorando enviou seu estudo para a Sociedade Britânica de Psicologia para apreciação e não esperava que houvesse tanta publicidade.
(Guilherme Abati. http://br.noticias.yahoo.com/smartphones. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta a pergunta – Cadê o tempo que o smartphone ia economizar para a gente? (1.º parágrafo) – reescrita de modo formal e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Uma caixa d’água está com uma rachadura e por ela vaza meio litro de água por minuto, o que corresponde ao volume de 0,5 dm 3.
Em uma hora, caso não seja reparada, o conteúdo total vazado dessa caixa d’água corresponderá a um volume, em metros cúbicos, de
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