Foram encontradas 25 questões.
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Os princípios que deveriam consubstanciar a missão das bibliotecas públicas são:
I. promover o idioma nacional.
II. fornecer exclusivamente livros para os usuários
III. ser depositária da inteligência da história do município e região.
IV. prestar serviços de informação técnica, comercial e turística.
Quais estão CORRETAS?
Provas
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
O planejamento em bibliotecas é uma pratica que deve ser incorporada ao cotidiano dos bibliotecários, pois é necessário para que se possa organizar as funções e tarefas a serem realizadas.
Sobre as funções e tarefas a serem realizadas assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
A preservação digital surgiu na segunda metade do século passado e intensificou-se neste início do século XXI, surgiu da necessidade de preservar materiais digitais que rapidamente se tornavam obsoletos e/ou degradados. As preocupações acerca da preservação digital no mundo tiveram sua primeira expressividade no contexto mundial a partir de um trabalho realizado no International Concil on Archives (ICA), em 1970. Sobre as preocupações em relação a preservação digital é CORRETO afirmar que:
Provas
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Criado em 1967 e oficializado como norma internacional em 1972, o ISBN - International Standard Book Number tem por objetivo:
Provas
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
A biblioteca escolar deve ser considerada como um espaço dinâmico e indispensável na formação do cidadão. Diante dessa informação é importante a formação do acervo e para uma boa organização do acervo, é preciso seguir um conjunto de técnicas desenvolvidas especificamente para esse fim. Sobre essas técnicas assinale a alternativa sobre desbaste:
Provas
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
O primeiro turno das Eleições 2022 ocorrerá no dia 2 de outubro, com a disputa para os cargos de presidente e vice-presidente, governador e vice-governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital.
No Brasil, o voto é facultativo para:
I. Analfabetos.
II. Maiores de 70 anos.
III. Pessoas de 16 e 17 anos.
IV. Gestantes.
Quais estão CORRETAS?
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20.
Vida e morte das agendas
Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda. -Ruy Castro
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos.
É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
A alternativa em que o acento indicativo de crase procede é:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20.
Vida e morte das agendas
Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda. -Ruy Castro
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos.
É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Assinale a alternativa em que o termo / expressão em destaque NÃO esteja empregado em seu sentido conotativo.
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20.
Vida e morte das agendas
Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda. -Ruy Castro
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos.
É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Em “os números de telefones são anotados diretamente no celular”, o termo em destaque atua como:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Orgão: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20.
Vida e morte das agendas
Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda. -Ruy Castro
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos.
É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Assinale a alternativa em que o trecho transcrito expresse uma relação de concessão.
Provas
Caderno Container