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1977551
Ano: 2020
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
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Prescreve o art. 165, § 8º, da Constituição Federal
que: "A lei orçamentária anual não conterá
dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação
da despesa, não se incluindo na proibição a
autorização para abertura de créditos suplementares
e contratação de operações de crédito, ainda que
por antecipação de receita, nos termos da lei."
Referido dispositivo traduz o princípio orçamentário da:
Referido dispositivo traduz o princípio orçamentário da:
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1977550
Ano: 2020
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
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- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
- Despesa Pública
De acordo com a Lei Complementar nº 101/2000 (Lei
de Responsabilidade Fiscal), é CORRETO afirmar:
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1977549
Ano: 2020
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
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Nos termos da Lei nº 4.320/64, é a receita derivada
instituída pelas entidades de direito público,
destinando-se o seu produto ao custeio de atividades
gerais ou especificas exercidas por essas entidades.
Marque a alternativa CORRETA.
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1977548
Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
Provas:
- Elementos OrçamentáriosDespesa OrçamentáriaEtapas e Estágios da Despesa Orçamentária
- Elementos OrçamentáriosIngressos e Dispêndios
- Demais Normas e Legislações
Despesa Pública caracteriza um dispêndio de
recursos do Patrimônio Público, representado
essencialmente por uma saída de recursos
financeiros, imediata - com redução de
disponibilidade - ou mediata - com reconhecimento
dessa obrigação.
Os estágios da despesa pública, de acordo com a Lei 4.320/64, são classificados em:
Os estágios da despesa pública, de acordo com a Lei 4.320/64, são classificados em:
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1977547
Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. São Roque Canaã-ES
Provas:
- Elementos OrçamentáriosDespesa OrçamentáriaEtapas e Estágios da Despesa Orçamentária
- Elementos OrçamentáriosIngressos e Dispêndios
Acerca dos estágios da realização de despesas
públicas é INCORRETO afirmar:
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Em geral, as auditorias do setor público podem ser
classificadas em um ou mais de três tipos principais:
auditorias de demonstrações financeiras, auditorias
de conformidade e auditorias operacionais. Os
objetivos de cada auditoria irão determinar as
normas que lhe são aplicáveis. As auditorias do setor
público partem de objetivos que podem ser distintos,
dependendo do tipo de auditoria que está sendo
realizada. No entanto, todas elas contribuem para a
boa governança, conforme enunciação CORRETA
na alternativa:
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TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando
chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria
te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é
a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus,
e eu te farei presente de um segredo.
Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa,
vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou,
nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha
raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas
eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se
pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um
transeunte qualquer pensaria que se parece
convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante
que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela
que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o
pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto
duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que
eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo
calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito
simples: só se vê bem com o coração. O essencial é
invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o
principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua
rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa...
repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a
raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu
és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o
principezinho, a fim de se lembrar.
SAINT-EXUPÉRY, Antoine. O Pequeno Príncipe, capítulo XXI. Tradução: Dom
Marcos Barbosa. Editora Agir.
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TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando
chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria
te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é
a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus,
e eu te farei presente de um segredo.
Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa,
vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou,
nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha
raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas
eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se
pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um
transeunte qualquer pensaria que se parece
convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante
que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela
que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o
pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto
duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que
eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo
calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito
simples: só se vê bem com o coração. O essencial é
invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o
principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua
rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa...
repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a
raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu
és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o
principezinho, a fim de se lembrar.
SAINT-EXUPÉRY, Antoine. O Pequeno Príncipe, capítulo XXI. Tradução: Dom
Marcos Barbosa. Editora Agir.
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TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
[...]
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há
Sou uma gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não entendem
Mas você não entende seus pais
Você culpa seus pais por tudo
Isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer
Disponível em: https://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/pais-e-filhos.html. Acesso em: 30/08/2020
Sou uma gota d'água Sou um grão de areia Você me diz que seus pais não entendem Mas você não entende seus pais Você culpa seus pais por tudo Isso é absurdo São crianças como você O que você vai ser Quando você crescer
A figura de linguagem presente nos versos destacados é:
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