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Foram encontradas 20 questões.

2300656 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
O que é a síndrome do coração festeiro
O nome parece indicar algo positivo. Afinal, a festa está associada ao descanso, a celebrações e inclusive à felicidade. Mas, neste caso, nada mais longe da realidade. A chamada "síndrome do coração festeiro" se refere ao aumento de problemas cardiovasculares após os feriados.
O termo foi cunhado em 1978 pelo pesquisador Philip Ettinger e sua equipe da CMDNJ-New Jersey Medical School (EUA) quando, depois de estudar 32 internações em hospitais distintos, eles perceberam que, depois de uma série de dias livres, aumentava a quantidade de pacientes que chegavam com problemas cardiovasculares ao médico. A causa: o aumento do consumo de álcool durante as festas.
"Os casos ocorriam depois das farras de fim de semana ou das festividades", apontaram os especialistas, acrescentando que os problemas normalmente apareciam entre domingo e terça-feira (quando o aumento do consumo de álcool ocorria no fim de semana) e durante os últimos dias do ano, nas festas natalinas.
Esse não foi o único trabalho sobre essa síndrome. Trinta e quatro anos depois, especialistas da Universidade de Coimbra (Portugal) fizeram uma revisão da pesquisa de Ettinger e concluíram que, efetivamente, o consumo de álcool, longe de trazer benefícios para nossa saúde, "desempenha um papel importante no aparecimento de arritmias [um distúrbio da frequência ou do ritmo cardíaco, que pode se manifestar com sintomas como agitação no peito, aceleração dos batimentos do coração, dor, dificuldade para respirar, tontura, sudorese e desmaios]".
O maior risco ocorre durante as festas de Natal e Ano Novo, conclui outro estudo, realizado por especialistas de diferentes universidades suecas e publicado este mês no The British Medical Journal. Neste caso, os pesquisadores analisaram 16 anos de registros de pacientes com problemas coronarianos e descobriram que o dia do ano em que há mais internações por problemas cardíacos relacionados ao álcool, como o infarto do miocárdio, é a véspera de Natal. Essas internações também aumentam nos dias 25 e 26 de dezembro e em 1º de janeiro, segundo a Fundação Espanhola do Coração (FEC).
Depois das festas de fim de ano, as férias de verão são o segundo momento em que mais pessoas têm esse risco, diz o estudo sueco. A FEC também aponta nessa direção: "A ingestão excessiva e abrupta de bebidas alcoólicas pode provocar uma aceleração do ritmo cardíaco".
"O álcool atua como um tóxico no coração. Assim, o consumo de grandes quantidades dessa substância e em um período curto de tempo (uma festa, por exemplo) libera adrenalina e noradrenalina, dois hormônios que provocam uma aceleração do ritmo cardíaco", explicou o cardiologista e membro da FEC Miguel Ángel García-Fernández.
El País
(Disponível em: brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/cultura/
1545230912_988865.html)
A palavra "único" é acentuada pelo mesmo motivo de:
 

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2300647 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
O que é a síndrome do coração festeiro
O nome parece indicar algo positivo. Afinal, a festa está associada ao descanso, a celebrações e inclusive à felicidade. Mas, neste caso, nada mais longe da realidade. A chamada "síndrome do coração festeiro" se refere ao aumento de problemas cardiovasculares após os feriados.
O termo foi cunhado em 1978 pelo pesquisador Philip Ettinger e sua equipe da CMDNJ-New Jersey Medical School (EUA) quando, depois de estudar 32 internações em hospitais distintos, eles perceberam que, depois de uma série de dias livres, aumentava a quantidade de pacientes que chegavam com problemas cardiovasculares ao médico. A causa: o aumento do consumo de álcool durante as festas.
"Os casos ocorriam depois das farras de fim de semana ou das festividades", apontaram os especialistas, acrescentando que os problemas normalmente apareciam entre domingo e terça-feira (quando o aumento do consumo de álcool ocorria no fim de semana) e durante os últimos dias do ano, nas festas natalinas.
Esse não foi o único trabalho sobre essa síndrome. Trinta e quatro anos depois, especialistas da Universidade de Coimbra (Portugal) fizeram uma revisão da pesquisa de Ettinger e concluíram que, efetivamente, o consumo de álcool, longe de trazer benefícios para nossa saúde, "desempenha um papel importante no aparecimento de arritmias [um distúrbio da frequência ou do ritmo cardíaco, que pode se manifestar com sintomas como agitação no peito, aceleração dos batimentos do coração, dor, dificuldade para respirar, tontura, sudorese e desmaios]".
O maior risco ocorre durante as festas de Natal e Ano Novo, conclui outro estudo, realizado por especialistas de diferentes universidades suecas e publicado este mês no The British Medical Journal. Neste caso, os pesquisadores analisaram 16 anos de registros de pacientes com problemas coronarianos e descobriram que o dia do ano em que há mais internações por problemas cardíacos relacionados ao álcool, como o infarto do miocárdio, é a véspera de Natal. Essas internações também aumentam nos dias 25 e 26 de dezembro e em 1º de janeiro, segundo a Fundação Espanhola do Coração (FEC).
Depois das festas de fim de ano, as férias de verão são o segundo momento em que mais pessoas têm esse risco, diz o estudo sueco. A FEC também aponta nessa direção: "A ingestão excessiva e abrupta de bebidas alcoólicas pode provocar uma aceleração do ritmo cardíaco".
"O álcool atua como um tóxico no coração. Assim, o consumo de grandes quantidades dessa substância e em um período curto de tempo (uma festa, por exemplo) libera adrenalina e noradrenalina, dois hormônios que provocam uma aceleração do ritmo cardíaco", explicou o cardiologista e membro da FEC Miguel Ángel García-Fernández.
El País
(Disponível em: brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/cultura/
1545230912_988865.html)
Em "depois de estudar 32 internações em hospitais distintos", a expressão sublinhada é corretamente substituída por um pronome em:
 

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2300643 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
O que é a síndrome do coração festeiro
O nome parece indicar algo positivo. Afinal, a festa está associada ao descanso, a celebrações e inclusive à felicidade. Mas, neste caso, nada mais longe da realidade. A chamada "síndrome do coração festeiro" se refere ao aumento de problemas cardiovasculares após os feriados.
O termo foi cunhado em 1978 pelo pesquisador Philip Ettinger e sua equipe da CMDNJ-New Jersey Medical School (EUA) quando, depois de estudar 32 internações em hospitais distintos, eles perceberam que, depois de uma série de dias livres, aumentava a quantidade de pacientes que chegavam com problemas cardiovasculares ao médico. A causa: o aumento do consumo de álcool durante as festas.
"Os casos ocorriam depois das farras de fim de semana ou das festividades", apontaram os especialistas, acrescentando que os problemas normalmente apareciam entre domingo e terça-feira (quando o aumento do consumo de álcool ocorria no fim de semana) e durante os últimos dias do ano, nas festas natalinas.
Esse não foi o único trabalho sobre essa síndrome. Trinta e quatro anos depois, especialistas da Universidade de Coimbra (Portugal) fizeram uma revisão da pesquisa de Ettinger e concluíram que, efetivamente, o consumo de álcool, longe de trazer benefícios para nossa saúde, "desempenha um papel importante no aparecimento de arritmias [um distúrbio da frequência ou do ritmo cardíaco, que pode se manifestar com sintomas como agitação no peito, aceleração dos batimentos do coração, dor, dificuldade para respirar, tontura, sudorese e desmaios]".
O maior risco ocorre durante as festas de Natal e Ano Novo, conclui outro estudo, realizado por especialistas de diferentes universidades suecas e publicado este mês no The British Medical Journal. Neste caso, os pesquisadores analisaram 16 anos de registros de pacientes com problemas coronarianos e descobriram que o dia do ano em que há mais internações por problemas cardíacos relacionados ao álcool, como o infarto do miocárdio, é a véspera de Natal. Essas internações também aumentam nos dias 25 e 26 de dezembro e em 1º de janeiro, segundo a Fundação Espanhola do Coração (FEC).
Depois das festas de fim de ano, as férias de verão são o segundo momento em que mais pessoas têm esse risco, diz o estudo sueco. A FEC também aponta nessa direção: "A ingestão excessiva e abrupta de bebidas alcoólicas pode provocar uma aceleração do ritmo cardíaco".
"O álcool atua como um tóxico no coração. Assim, o consumo de grandes quantidades dessa substância e em um período curto de tempo (uma festa, por exemplo) libera adrenalina e noradrenalina, dois hormônios que provocam uma aceleração do ritmo cardíaco", explicou o cardiologista e membro da FEC Miguel Ángel García-Fernández.
El País
(Disponível em: brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/cultura/
1545230912_988865.html)
A discussão central do texto se baseia na relação entre:
 

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2300642 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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De acordo com a LDB, Lei nº 9394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação, em seu Art. 24, inciso VII, a expedição de históricos escolares, declarações de conclusão de série e diplomas ou certificados de conclusão de cursos, com as especificações cabíveis, é de responsabilidade:
 

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2300635 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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A Lei nº 9394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação, no seu Art. 24, inciso I, determina que o controle de frequência dos alunos fica a cargo da escola, conforme o disposto no seu regimento, e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a frequência mínima de :
 

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2300630 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
O que é a síndrome do coração festeiro
O nome parece indicar algo positivo. Afinal, a festa está associada ao descanso, a celebrações e inclusive à felicidade. Mas, neste caso, nada mais longe da realidade. A chamada "síndrome do coração festeiro" se refere ao aumento de problemas cardiovasculares após os feriados.
O termo foi cunhado em 1978 pelo pesquisador Philip Ettinger e sua equipe da CMDNJ-New Jersey Medical School (EUA) quando, depois de estudar 32 internações em hospitais distintos, eles perceberam que, depois de uma série de dias livres, aumentava a quantidade de pacientes que chegavam com problemas cardiovasculares ao médico. A causa: o aumento do consumo de álcool durante as festas.
"Os casos ocorriam depois das farras de fim de semana ou das festividades", apontaram os especialistas, acrescentando que os problemas normalmente apareciam entre domingo e terça-feira (quando o aumento do consumo de álcool ocorria no fim de semana) e durante os últimos dias do ano, nas festas natalinas.
Esse não foi o único trabalho sobre essa síndrome. Trinta e quatro anos depois, especialistas da Universidade de Coimbra (Portugal) fizeram uma revisão da pesquisa de Ettinger e concluíram que, efetivamente, o consumo de álcool, longe de trazer benefícios para nossa saúde, "desempenha um papel importante no aparecimento de arritmias [um distúrbio da frequência ou do ritmo cardíaco, que pode se manifestar com sintomas como agitação no peito, aceleração dos batimentos do coração, dor, dificuldade para respirar, tontura, sudorese e desmaios]".
O maior risco ocorre durante as festas de Natal e Ano Novo, conclui outro estudo, realizado por especialistas de diferentes universidades suecas e publicado este mês no The British Medical Journal. Neste caso, os pesquisadores analisaram 16 anos de registros de pacientes com problemas coronarianos e descobriram que o dia do ano em que há mais internações por problemas cardíacos relacionados ao álcool, como o infarto do miocárdio, é a véspera de Natal. Essas internações também aumentam nos dias 25 e 26 de dezembro e em 1º de janeiro, segundo a Fundação Espanhola do Coração (FEC).
Depois das festas de fim de ano, as férias de verão são o segundo momento em que mais pessoas têm esse risco, diz o estudo sueco. A FEC também aponta nessa direção: "A ingestão excessiva e abrupta de bebidas alcoólicas pode provocar uma aceleração do ritmo cardíaco".
"O álcool atua como um tóxico no coração. Assim, o consumo de grandes quantidades dessa substância e em um período curto de tempo (uma festa, por exemplo) libera adrenalina e noradrenalina, dois hormônios que provocam uma aceleração do ritmo cardíaco", explicou o cardiologista e membro da FEC Miguel Ángel García-Fernández.
El País
(Disponível em: brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/cultura/
1545230912_988865.html)
"... libera adrenalina e noradrenalina, dois hormônios que provocam uma aceleração do ritmo cardíaco" (7º parágrafo). No trecho, o emprego da vírgula destaca uma relação entre as partes de:
 

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2300613 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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De acordo com o Art. 23, da Lei nº 9394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a carga horária mínima anual para os alunos do ensino fundamental e do ensino médio será de:
 

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2300609 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
O que é a síndrome do coração festeiro
O nome parece indicar algo positivo. Afinal, a festa está associada ao descanso, a celebrações e inclusive à felicidade. Mas, neste caso, nada mais longe da realidade. A chamada "síndrome do coração festeiro" se refere ao aumento de problemas cardiovasculares após os feriados.
O termo foi cunhado em 1978 pelo pesquisador Philip Ettinger e sua equipe da CMDNJ-New Jersey Medical School (EUA) quando, depois de estudar 32 internações em hospitais distintos, eles perceberam que, depois de uma série de dias livres, aumentava a quantidade de pacientes que chegavam com problemas cardiovasculares ao médico. A causa: o aumento do consumo de álcool durante as festas.
"Os casos ocorriam depois das farras de fim de semana ou das festividades", apontaram os especialistas, acrescentando que os problemas normalmente apareciam entre domingo e terça-feira (quando o aumento do consumo de álcool ocorria no fim de semana) e durante os últimos dias do ano, nas festas natalinas.
Esse não foi o único trabalho sobre essa síndrome. Trinta e quatro anos depois, especialistas da Universidade de Coimbra (Portugal) fizeram uma revisão da pesquisa de Ettinger e concluíram que, efetivamente, o consumo de álcool, longe de trazer benefícios para nossa saúde, "desempenha um papel importante no aparecimento de arritmias [um distúrbio da frequência ou do ritmo cardíaco, que pode se manifestar com sintomas como agitação no peito, aceleração dos batimentos do coração, dor, dificuldade para respirar, tontura, sudorese e desmaios]".
O maior risco ocorre durante as festas de Natal e Ano Novo, conclui outro estudo, realizado por especialistas de diferentes universidades suecas e publicado este mês no The British Medical Journal. Neste caso, os pesquisadores analisaram 16 anos de registros de pacientes com problemas coronarianos e descobriram que o dia do ano em que há mais internações por problemas cardíacos relacionados ao álcool, como o infarto do miocárdio, é a véspera de Natal. Essas internações também aumentam nos dias 25 e 26 de dezembro e em 1º de janeiro, segundo a Fundação Espanhola do Coração (FEC).
Depois das festas de fim de ano, as férias de verão são o segundo momento em que mais pessoas têm esse risco, diz o estudo sueco. A FEC também aponta nessa direção: "A ingestão excessiva e abrupta de bebidas alcoólicas pode provocar uma aceleração do ritmo cardíaco".
"O álcool atua como um tóxico no coração. Assim, o consumo de grandes quantidades dessa substância e em um período curto de tempo (uma festa, por exemplo) libera adrenalina e noradrenalina, dois hormônios que provocam uma aceleração do ritmo cardíaco", explicou o cardiologista e membro da FEC Miguel Ángel García-Fernández.
El País
(Disponível em: brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/cultura/
1545230912_988865.html)
No quarto parágrafo, o emprego dos colchetes tem o papel de apresentar:
 

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2300608 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
O que é a síndrome do coração festeiro
O nome parece indicar algo positivo. Afinal, a festa está associada ao descanso, a celebrações e inclusive à felicidade. Mas, neste caso, nada mais longe da realidade. A chamada "síndrome do coração festeiro" se refere ao aumento de problemas cardiovasculares após os feriados.
O termo foi cunhado em 1978 pelo pesquisador Philip Ettinger e sua equipe da CMDNJ-New Jersey Medical School (EUA) quando, depois de estudar 32 internações em hospitais distintos, eles perceberam que, depois de uma série de dias livres, aumentava a quantidade de pacientes que chegavam com problemas cardiovasculares ao médico. A causa: o aumento do consumo de álcool durante as festas.
"Os casos ocorriam depois das farras de fim de semana ou das festividades", apontaram os especialistas, acrescentando que os problemas normalmente apareciam entre domingo e terça-feira (quando o aumento do consumo de álcool ocorria no fim de semana) e durante os últimos dias do ano, nas festas natalinas.
Esse não foi o único trabalho sobre essa síndrome. Trinta e quatro anos depois, especialistas da Universidade de Coimbra (Portugal) fizeram uma revisão da pesquisa de Ettinger e concluíram que, efetivamente, o consumo de álcool, longe de trazer benefícios para nossa saúde, "desempenha um papel importante no aparecimento de arritmias [um distúrbio da frequência ou do ritmo cardíaco, que pode se manifestar com sintomas como agitação no peito, aceleração dos batimentos do coração, dor, dificuldade para respirar, tontura, sudorese e desmaios]".
O maior risco ocorre durante as festas de Natal e Ano Novo, conclui outro estudo, realizado por especialistas de diferentes universidades suecas e publicado este mês no The British Medical Journal. Neste caso, os pesquisadores analisaram 16 anos de registros de pacientes com problemas coronarianos e descobriram que o dia do ano em que há mais internações por problemas cardíacos relacionados ao álcool, como o infarto do miocárdio, é a véspera de Natal. Essas internações também aumentam nos dias 25 e 26 de dezembro e em 1º de janeiro, segundo a Fundação Espanhola do Coração (FEC).
Depois das festas de fim de ano, as férias de verão são o segundo momento em que mais pessoas têm esse risco, diz o estudo sueco. A FEC também aponta nessa direção: "A ingestão excessiva e abrupta de bebidas alcoólicas pode provocar uma aceleração do ritmo cardíaco".
"O álcool atua como um tóxico no coração. Assim, o consumo de grandes quantidades dessa substância e em um período curto de tempo (uma festa, por exemplo) libera adrenalina e noradrenalina, dois hormônios que provocam uma aceleração do ritmo cardíaco", explicou o cardiologista e membro da FEC Miguel Ángel García-Fernández.
El País
(Disponível em: brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/cultura/
1545230912_988865.html)
No quarto parágrafo, a expressão "longe de" tem o papel de:
 

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2300659 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Provas:
Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino orientados pelo Art. 12 da Lei nº 9394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, devem notificar ao Conselho Tutelar do Município, ao juiz competente da Comarca e ao respectivo representante do Ministério Público a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de:
Questão Desatualizada

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