Foram encontradas 40 questões.
Abaixo vemos a vista superior (também chamada de planta
baixa) do terreno em forma de um paralelogramo que deve ser
aterrado pela prefeitura. A área e o perímetro deste terreno são,
respectivamente, iguais a:


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Para calcular a capacidade de carga de um caminhão
utilizamos a fórmula:
L = PBT - T
Onde L é a capacidade de carga, PTB o peso bruto total e T a tara, isto é, o peso do caminhão vazio.
Um caminhão com tara de 5.500Kg e peso bruto total de 16.000Kg possui uma capacidade de carga igual a:
L = PBT - T
Onde L é a capacidade de carga, PTB o peso bruto total e T a tara, isto é, o peso do caminhão vazio.
Um caminhão com tara de 5.500Kg e peso bruto total de 16.000Kg possui uma capacidade de carga igual a:
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O preço médio do litro de diesel no estado de Mato Grosso é
de seis reais e quarenta centavos. Com duzentos reais é possível
abastecer um caminhão com exatamente:
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A densidade demográfica de uma determinada região é o
número de habitantes por quilômetro quadrado (hab/Km2). Este
número é obtido dividindo-se o número total de habitantes pela
área em questão. O município de Sapezal tinha em 2022, segundo
senso do IBGE, uma população de 28.945 habitantes em uma
área de 13.615Km2. A densidade demográfica de Sapezal neste
ano era, aproximadamente, igual a:
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Certo modelo de pá carregadeira tem velocidade máxima
em primeira marcha de 7,3Km/h enquanto na quarta marcha sua
velocidade máxima é de 36,0Km/h. A diferença entre estas duas
velocidades é de:
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Leia o texto a seguir:
O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA
Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre
e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao
chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se
preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho
que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua
até mais adiante que o que é bom estará lá.
O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco
mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente,
assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre
andando que encontrarás coisa melhor do que isso.
Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa
junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa
chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito
esfarrapado.
— Chega aqui! insistiu a mulher.
Namarasotha aproximou-se então.
— Entra, disse ela.
Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu
e Namarasotha entrou, finalmente.
— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.
E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a
mulher declarou:
— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu
marido e passas a ser tu a mandar.
E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre.
Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de
partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:
— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.
Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu
muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou
a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se
tão animada que ele acabou por se virar.
E no momento em que se virou, ficou como estava antes de
chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.
Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf.
Acesso em 09/01/2026
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Leia o texto a seguir:
O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA
Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre
e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao
chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se
preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho
que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua
até mais adiante que o que é bom estará lá.
O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco
mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente,
assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre
andando que encontrarás coisa melhor do que isso.
Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa
junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa
chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito
esfarrapado.
— Chega aqui! insistiu a mulher.
Namarasotha aproximou-se então.
— Entra, disse ela.
Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu
e Namarasotha entrou, finalmente.
— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.
E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a
mulher declarou:
— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu
marido e passas a ser tu a mandar.
E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre.
Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de
partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:
— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.
Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu
muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou
a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se
tão animada que ele acabou por se virar.
E no momento em que se virou, ficou como estava antes de
chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.
Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf.
Acesso em 09/01/2026
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O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA
Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre
e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao
chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se
preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho
que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua
até mais adiante que o que é bom estará lá.
O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco
mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente,
assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre
andando que encontrarás coisa melhor do que isso.
Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa
junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa
chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito
esfarrapado.
— Chega aqui! insistiu a mulher.
Namarasotha aproximou-se então.
— Entra, disse ela.
Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu
e Namarasotha entrou, finalmente.
— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.
E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a
mulher declarou:
— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu
marido e passas a ser tu a mandar.
E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre.
Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de
partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:
— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.
Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu
muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou
a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se
tão animada que ele acabou por se virar.
E no momento em que se virou, ficou como estava antes de
chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.
Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf.
Acesso em 09/01/2026
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Leia o texto a seguir:
O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA
Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre
e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao
chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se
preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho
que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua
até mais adiante que o que é bom estará lá.
O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco
mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente,
assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre
andando que encontrarás coisa melhor do que isso.
Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa
junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa
chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito
esfarrapado.
— Chega aqui! insistiu a mulher.
Namarasotha aproximou-se então.
— Entra, disse ela.
Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu
e Namarasotha entrou, finalmente.
— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.
E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a
mulher declarou:
— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu
marido e passas a ser tu a mandar.
E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre.
Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de
partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:
— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.
Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu
muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou
a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se
tão animada que ele acabou por se virar.
E no momento em que se virou, ficou como estava antes de
chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.
Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf.
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Leia o texto a seguir:
O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA
Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre
e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao
chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se
preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho
que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua
até mais adiante que o que é bom estará lá.
O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco
mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente,
assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse:
— Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre
andando que encontrarás coisa melhor do que isso.
Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa
junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa
chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito
esfarrapado.
— Chega aqui! insistiu a mulher.
Namarasotha aproximou-se então.
— Entra, disse ela.
Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu
e Namarasotha entrou, finalmente.
— Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher.
E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a
mulher declarou:
— A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu
marido e passas a ser tu a mandar.
E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre.
Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de
partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha:
— Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás.
Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu
muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou
a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se
tão animada que ele acabou por se virar.
E no momento em que se virou, ficou como estava antes de
chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado.
Fonte: https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf.
Acesso em 09/01/2026
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