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Foram encontradas 25 questões.

Leia, com atenção, o texto a seguir para responder a questão.
O bloco do sanatório geral
Esta é uma carta pessoal. Não entendo como o desabafo veio parar aqui no site de ÉPOCA, na última página da revista e nas redes sociais. Tudo vaza, as barragens se rompem, os responsáveis não são punidos nem presos e nós ficamos ao desabrigo, sem dinheiro para entrar em recesso. Quem vazou? Dididilma quis ver a lama chegar ao mar antes do Réveillon? Mimimichel decidiu rasgar a fantasia antes do Carnaval? A nossa pátria mãe, subtraída em tenebrosas transações, viu passar, neste fim de ano de 2015, o bloco do sanatório geral.
Quem resolveu expor ao país a fratura de um governo desmoralizado num momento em que o Brasil é rebaixado em todos os sentidos? Deveriam todos ser impedidos. Impedidos de trabalhar só de terça a quinta no Congresso, impedidos de ganhar tantas mordomias, impedidos de roubar das estatais, dos hospitais, das escolas, das estradas, dos eleitores e dos contribuintes. Impedidos de tirar férias, impedidos de mentir deslavadamente, impedidos de ter direito a vale-apartamento, vale-combustível, vale-assessor, vale-aposentadoria e vale-tudo. Quem não vale nada e não se importa com o Brasil, só com seu bolso e seu prestígio, deveria ser cassado.
O zika vírus acometeu os Poderes da República e acentuou os problemas neurológicos dos parlamentares, aqueles que um dia chamamos de “representantes do povo”. Descobriu-se a verdadeira identidade do mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças: ele se chama Eduardo Cunha. Está disfarçado de presidente da Câmara nas águas paradas do país. Ele é frio e inabalável em suas piruetas e seus delírios. As picadas do mosquito provocam, entre outros sintomas, náusea, fadiga e dores. Não há repelente capaz de combater o Aedes Cunha Chikungunya.
O Conselho de Ética está contaminado. A julgar pelas cabeçadas, ofensas, agressões e tapas entre marmanjos de gravata em sessões preliminares, destinadas apenas a decidir se prossegue ou não a análise da cassação de Cunha, o diagnóstico é claro. Enlouqueceram todos aqueles muito próximos do presidente da Câmara, que pertence a um novo partido, o PMDB do C. Esse partido briga com o PMDB do T e o PMDB da D. Como diz o deputado Lúcio Vieira Lima, do PMDB baiano, “querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro”.
Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa. Foi só um deputado do Conselho de Ética chamar o outro de bagunceiro que se instalou a briga física.
– Aceito tudo, mas me tocar, não – gritou o deputado Zé Geraldo, do PT da Bahia, que queria validar o processo contra o presidente da Câmara, já adiado por sete vezes.
– Macho nenhum vai tocar em mim, não. O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.
Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.
Não é só “bagunceiro” que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. “Namoradeira” virou ofensa visceral a cabra-fêmea. Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra. Reagiu como barraqueira ao ser chamada de namoradeira pelo tucano mais desajeitado e bobo do tucanato.
Kátia podia ter se limitado a dizer sua verdade – que Serra tinha sido deselegante e que, por esse tipo de comportamento, jamais seria eleito presidente da República. Mas não. A porta-voz dos ruralistas e amiga de Dilma se transformou, com um tufão nos quadris. E continuou irada nas redes sociais, despejando adjetivos contra Serra, “desrespeitoso, arrogante e machista”. Dizer que Serra é machista é chover no inundado.
O vice-presidente é decorativo, a presidente sempre pareceu decorativa e o eleitor se sente decorativo, mero figurante nesse samba atravessado. A letra do antológico “Vai passar”, de Chico Buarque, foi composta ao fim de “uma página infeliz de nossa história”, a ditadura militar. Hoje, com o país afundando na depressão e o espetáculo constrangedor oferecido pelo Legislativo e pelo Executivo, eu me pergunto
quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social. Vai demorar para passar. O Carnaval será uma alegria fugaz. Confio nas novas gerações para reinventar a vida boa, ô lerê, ô lará.
(AQUINO, Ruth. O bloco do sanatório geral. Revista Época, p. 106, 14 dez. 2015.)
Com base nos argumentos da autora, NÃO faria parte do “bloco do sanatório geral”:
 

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678143 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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O período neonatal corresponde ao intervalo de tempo entre o nascimento e os 28 dias de vida. Corresponde ao período de maior risco para a criança, aparecendo alguns sinais e sintomas que preocupam os pais e que requerem intervenção imediata ou simplesmente orientações tranquilizadoras. Considerando a necessidade de o técnico de enfermagem conhecer os problemas mais comuns para prestar uma assistência adequada ao recém-nascido, analise as alternativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
 

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575907 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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A ergonomia está relacionada com a forma de organizar o trabalho em função da relação entre homem e o serviço, para que o profissional não force o corpo adotando uma postura errada. O técnico de enfermagem deve estar preparado para dar assistência aos pacientes, praticando uma boa mecânica corporal, evitando fadiga e tensão desnecessárias. De acordo com a boa mecânica corporal, ele deve:
 

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Leia, com atenção, o texto a seguir para responder a questão.
O bloco do sanatório geral
Esta é uma carta pessoal. Não entendo como o desabafo veio parar aqui no site de ÉPOCA, na última página da revista e nas redes sociais. Tudo vaza, as barragens se rompem, os responsáveis não são punidos nem presos e nós ficamos ao desabrigo, sem dinheiro para entrar em recesso. Quem vazou? Dididilma quis ver a lama chegar ao mar antes do Réveillon? Mimimichel decidiu rasgar a fantasia antes do Carnaval? A nossa pátria mãe, subtraída em tenebrosas transações, viu passar, neste fim de ano de 2015, o bloco do sanatório geral.
Quem resolveu expor ao país a fratura de um governo desmoralizado num momento em que o Brasil é rebaixado em todos os sentidos? Deveriam todos ser impedidos. Impedidos de trabalhar só de terça a quinta no Congresso, impedidos de ganhar tantas mordomias, impedidos de roubar das estatais, dos hospitais, das escolas, das estradas, dos eleitores e dos contribuintes. Impedidos de tirar férias, impedidos de mentir deslavadamente, impedidos de ter direito a vale-apartamento, vale-combustível, vale-assessor, vale-aposentadoria e vale-tudo. Quem não vale nada e não se importa com o Brasil, só com seu bolso e seu prestígio, deveria ser cassado.
O zika vírus acometeu os Poderes da República e acentuou os problemas neurológicos dos parlamentares, aqueles que um dia chamamos de “representantes do povo”. Descobriu-se a verdadeira identidade do mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças: ele se chama Eduardo Cunha. Está disfarçado de presidente da Câmara nas águas paradas do país. Ele é frio e inabalável em suas piruetas e seus delírios. As picadas do mosquito provocam, entre outros sintomas, náusea, fadiga e dores. Não há repelente capaz de combater o Aedes Cunha Chikungunya.
O Conselho de Ética está contaminado. A julgar pelas cabeçadas, ofensas, agressões e tapas entre marmanjos de gravata em sessões preliminares, destinadas apenas a decidir se prossegue ou não a análise da cassação de Cunha, o diagnóstico é claro. Enlouqueceram todos aqueles muito próximos do presidente da Câmara, que pertence a um novo partido, o PMDB do C. Esse partido briga com o PMDB do T e o PMDB da D. Como diz o deputado Lúcio Vieira Lima, do PMDB baiano, “querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro”.
Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa. Foi só um deputado do Conselho de Ética chamar o outro de bagunceiro que se instalou a briga física.
– Aceito tudo, mas me tocar, não – gritou o deputado Zé Geraldo, do PT da Bahia, que queria validar o processo contra o presidente da Câmara, já adiado por sete vezes.
– Macho nenhum vai tocar em mim, não. O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.
Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.
Não é só “bagunceiro” que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. “Namoradeira” virou ofensa visceral a cabra-fêmea. Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra. Reagiu como barraqueira ao ser chamada de namoradeira pelo tucano mais desajeitado e bobo do tucanato.
Kátia podia ter se limitado a dizer sua verdade – que Serra tinha sido deselegante e que, por esse tipo de comportamento, jamais seria eleito presidente da República. Mas não. A porta-voz dos ruralistas e amiga de Dilma se transformou, com um tufão nos quadris. E continuou irada nas redes sociais, despejando adjetivos contra Serra, “desrespeitoso, arrogante e machista”. Dizer que Serra é machista é chover no inundado.
O vice-presidente é decorativo, a presidente sempre pareceu decorativa e o eleitor se sente decorativo, mero figurante nesse samba atravessado. A letra do antológico “Vai passar”, de Chico Buarque, foi composta ao fim de “uma página infeliz de nossa história”, a ditadura militar. Hoje, com o país afundando na depressão e o espetáculo constrangedor oferecido pelo Legislativo e pelo Executivo, eu me pergunto
quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social. Vai demorar para passar. O Carnaval será uma alegria fugaz. Confio nas novas gerações para reinventar a vida boa, ô lerê, ô lará.
(AQUINO, Ruth. O bloco do sanatório geral. Revista Época, p. 106, 14 dez. 2015.)
Considere a organização morfossintática do trecho: “Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.”
Sobre essa organização, NÃO se pode afirmar:
 

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Esta é uma carta pessoal. Não entendo como o desabafo veio parar aqui no site de ÉPOCA, na última página da revista e nas redes sociais. Tudo vaza, as barragens se rompem, os responsáveis não são punidos nem presos e nós ficamos ao desabrigo, sem dinheiro para entrar em recesso. Quem vazou? Dididilma quis ver a lama chegar ao mar antes do Réveillon? Mimimichel decidiu rasgar a fantasia antes do Carnaval? A nossa pátria mãe, subtraída em tenebrosas transações, viu passar, neste fim de ano de 2015, o bloco do sanatório geral.
Quem resolveu expor ao país a fratura de um governo desmoralizado num momento em que o Brasil é rebaixado em todos os sentidos? Deveriam todos ser impedidos. Impedidos de trabalhar só de terça a quinta no Congresso, impedidos de ganhar tantas mordomias, impedidos de roubar das estatais, dos hospitais, das escolas, das estradas, dos eleitores e dos contribuintes. Impedidos de tirar férias, impedidos de mentir deslavadamente, impedidos de ter direito a vale-apartamento, vale-combustível, vale-assessor, vale-aposentadoria e vale-tudo. Quem não vale nada e não se importa com o Brasil, só com seu bolso e seu prestígio, deveria ser cassado.
O zika vírus acometeu os Poderes da República e acentuou os problemas neurológicos dos parlamentares, aqueles que um dia chamamos de “representantes do povo”. Descobriu-se a verdadeira identidade do mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças: ele se chama Eduardo Cunha. Está disfarçado de presidente da Câmara nas águas paradas do país. Ele é frio e inabalável em suas piruetas e seus delírios. As picadas do mosquito provocam, entre outros sintomas, náusea, fadiga e dores. Não há repelente capaz de combater o Aedes Cunha Chikungunya.
O Conselho de Ética está contaminado. A julgar pelas cabeçadas, ofensas, agressões e tapas entre marmanjos de gravata em sessões preliminares, destinadas apenas a decidir se prossegue ou não a análise da cassação de Cunha, o diagnóstico é claro. Enlouqueceram todos aqueles muito próximos do presidente da Câmara, que pertence a um novo partido, o PMDB do C. Esse partido briga com o PMDB do T e o PMDB da D. Como diz o deputado Lúcio Vieira Lima, do PMDB baiano, “querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro”.
Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa. Foi só um deputado do Conselho de Ética chamar o outro de bagunceiro que se instalou a briga física.
– Aceito tudo, mas me tocar, não – gritou o deputado Zé Geraldo, do PT da Bahia, que queria validar o processo contra o presidente da Câmara, já adiado por sete vezes.
– Macho nenhum vai tocar em mim, não. O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.
Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.
Não é só “bagunceiro” que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. “Namoradeira” virou ofensa visceral a cabra-fêmea. Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra. Reagiu como barraqueira ao ser chamada de namoradeira pelo tucano mais desajeitado e bobo do tucanato.
Kátia podia ter se limitado a dizer sua verdade – que Serra tinha sido deselegante e que, por esse tipo de comportamento, jamais seria eleito presidente da República. Mas não. A porta-voz dos ruralistas e amiga de Dilma se transformou, com um tufão nos quadris. E continuou irada nas redes sociais, despejando adjetivos contra Serra, “desrespeitoso, arrogante e machista”. Dizer que Serra é machista é chover no inundado.
O vice-presidente é decorativo, a presidente sempre pareceu decorativa e o eleitor se sente decorativo, mero figurante nesse samba atravessado. A letra do antológico “Vai passar”, de Chico Buarque, foi composta ao fim de “uma página infeliz de nossa história”, a ditadura militar. Hoje, com o país afundando na depressão e o espetáculo constrangedor oferecido pelo Legislativo e pelo Executivo, eu me pergunto
quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social. Vai demorar para passar. O Carnaval será uma alegria fugaz. Confio nas novas gerações para reinventar a vida boa, ô lerê, ô lará.
(AQUINO, Ruth. O bloco do sanatório geral. Revista Época, p. 106, 14 dez. 2015.)
A autora afirma: “Deveriam todos ser impedidos.” Entre “todos” aos quais a autora se refere, NÃO se insere(m):
 

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466936 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Foi prescrito um banho de Permanganato de Potássio 1:4.000. Quantos comprimidos de 100 mg devem ser usados para preparar 2 litros da solução?
 

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459434 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Provas:
As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos durante a assistência prestada aos pacientes, pois a pele é um possível reservatório de diversos microrganismos, que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, através do contato com objetos e superfícies contaminados. Com relação à higienização das mãos, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A fricção anti-séptica das mãos com soluções alcoólicas tem a finalidade de reduzir a carga microbiana das mãos, porém não há remoção de sujidades.
( ) As mãos dos profissionais que atuam em serviços de saúde podem ser higienizadas utilizando-se: água e sabão, preparação alcoólica e anti-séptico.
( ) O uso regular de luvas dispensa a higienização das mãos antes e após contatos que envolvam mucosas, sangue ou outros fluidos corpóreos, secreções ou excreções.
( ) A higienização simples das mãos tem o objetivo de remover os microrganismos que colonizam as camadas superficiais da pele, assim como o suor, a oleosidade e as células mortas, retirando a sujidade propícia à permanência e à proliferação de microrganismos.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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459381 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Provas:
As doenças sexualmente transmissíveis (DST), conhecidas por doenças venéreas, são transmitidas essencialmente pelo contato direto, mantido através de relações sexuais em que o parceiro ou parceira necessariamente porta a doença; e indireto, por meio de compartilhamento de utensílios pessoais mal higienizados (roupas íntimas), ou manipulação indevida de objetos contaminados (lâminas e seringas). Quanto às doenças sexualmente transmissíveis, é CORRETO afirmar que aquela transmitida pelo Treponema pallidum é
 

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O bloco do sanatório geral
Esta é uma carta pessoal. Não entendo como o desabafo veio parar aqui no site de ÉPOCA, na última página da revista e nas redes sociais. Tudo vaza, as barragens se rompem, os responsáveis não são punidos nem presos e nós ficamos ao desabrigo, sem dinheiro para entrar em recesso. Quem vazou? Dididilma quis ver a lama chegar ao mar antes do Réveillon? Mimimichel decidiu rasgar a fantasia antes do Carnaval? A nossa pátria mãe, subtraída em tenebrosas transações, viu passar, neste fim de ano de 2015, o bloco do sanatório geral.
Quem resolveu expor ao país a fratura de um governo desmoralizado num momento em que o Brasil é rebaixado em todos os sentidos? Deveriam todos ser impedidos. Impedidos de trabalhar só de terça a quinta no Congresso, impedidos de ganhar tantas mordomias, impedidos de roubar das estatais, dos hospitais, das escolas, das estradas, dos eleitores e dos contribuintes. Impedidos de tirar férias, impedidos de mentir deslavadamente, impedidos de ter direito a vale-apartamento, vale-combustível, vale-assessor, vale-aposentadoria e vale-tudo. Quem não vale nada e não se importa com o Brasil, só com seu bolso e seu prestígio, deveria ser cassado.
O zika vírus acometeu os Poderes da República e acentuou os problemas neurológicos dos parlamentares, aqueles que um dia chamamos de “representantes do povo”. Descobriu-se a verdadeira identidade do mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças: ele se chama Eduardo Cunha. Está disfarçado de presidente da Câmara nas águas paradas do país. Ele é frio e inabalável em suas piruetas e seus delírios. As picadas do mosquito provocam, entre outros sintomas, náusea, fadiga e dores. Não há repelente capaz de combater o Aedes Cunha Chikungunya.
O Conselho de Ética está contaminado. A julgar pelas cabeçadas, ofensas, agressões e tapas entre marmanjos de gravata em sessões preliminares, destinadas apenas a decidir se prossegue ou não a análise da cassação de Cunha, o diagnóstico é claro. Enlouqueceram todos aqueles muito próximos do presidente da Câmara, que pertence a um novo partido, o PMDB do C. Esse partido briga com o PMDB do T e o PMDB da D. Como diz o deputado Lúcio Vieira Lima, do PMDB baiano, “querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro”.
Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa. Foi só um deputado do Conselho de Ética chamar o outro de bagunceiro que se instalou a briga física.
– Aceito tudo, mas me tocar, não – gritou o deputado Zé Geraldo, do PT da Bahia, que queria validar o processo contra o presidente da Câmara, já adiado por sete vezes.
– Macho nenhum vai tocar em mim, não. O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.
Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.
Não é só “bagunceiro” que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. “Namoradeira” virou ofensa visceral a cabra-fêmea. Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra. Reagiu como barraqueira ao ser chamada de namoradeira pelo tucano mais desajeitado e bobo do tucanato.
Kátia podia ter se limitado a dizer sua verdade – que Serra tinha sido deselegante e que, por esse tipo de comportamento, jamais seria eleito presidente da República. Mas não. A porta-voz dos ruralistas e amiga de Dilma se transformou, com um tufão nos quadris. E continuou irada nas redes sociais, despejando adjetivos contra Serra, “desrespeitoso, arrogante e machista”. Dizer que Serra é machista é chover no inundado.
O vice-presidente é decorativo, a presidente sempre pareceu decorativa e o eleitor se sente decorativo, mero figurante nesse samba atravessado. A letra do antológico “Vai passar”, de Chico Buarque, foi composta ao fim de “uma página infeliz de nossa história”, a ditadura militar. Hoje, com o país afundando na depressão e o espetáculo constrangedor oferecido pelo Legislativo e pelo Executivo, eu me pergunto
quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social. Vai demorar para passar. O Carnaval será uma alegria fugaz. Confio nas novas gerações para reinventar a vida boa, ô lerê, ô lará.
(AQUINO, Ruth. O bloco do sanatório geral. Revista Época, p. 106, 14 dez. 2015.)
Entre os aspectos comuns ao Presidente da Câmara e o transmissor da dengue, de acordo com a autora, estão, EXCETO
 

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459179 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Provas:
A pressão que o sangue exerce sobre as paredes das artérias, dependendo da força da contração do coração, da quantidade de sangue e da resistência das paredes dos vasos, é chamada Pressão Arterial. Para uma boa acurácia da pressão arterial, devemos seguir alguns procedimentos padrão e uma delas é a verificação do tamanho do manguito. Para confirmar se o tamanho do manguito é proporcional à circunferência do braço de um paciente adulto, devemos verificar:
 

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