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Foram encontradas 68 questões.

1429828 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
Os perseguidos

Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)

De acordo com o texto, “Os perseguidos”, analise:

I. Moreira agia com certa superioridade.

II. O número do apartamento era 910.

III. Desprendia um cheiro azedo das roupas de Moreira.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
 

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1423363 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
Os perseguidos

Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)

De acordo com o texto “Os perseguidos” marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) O número do apartamento estava anotado em um maço de cigarros.

( ) Moreira estava muito sujo.

( ) Moreira não estava muito forte, depois de um mês de cadeia.

A sequência está correta em:
 

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1423362 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
Os perseguidos

Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)

Sobre o Moreira, marque o INCORRETO:
 

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1422155 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
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A educação possível
A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos.
Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito. Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar, ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento, é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.
O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo, frustrados.
Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular. Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.
Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós, que os escolhemos e sustentamos.
(>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)

“Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo, frustrados.” (6º§)

De acordo com os termos destacados anteriormente, assinale a alternativa correta:
 

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Questão presente nas seguintes provas
503839 Ano: 2010
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
Acerca da limpeza do ambiente, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) A lixeira deve ficar limpa e tampada.

( ) Deve-se limpar os ralos e as canaletas ao lavar o piso.

( ) Ao jogar água no piso, deve-se retirar o excesso de água com a mangueira.

A sequência está correta em:
 

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Questão presente nas seguintes provas
503838 Ano: 2010
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
Para limpar portas e janelas NÃO se utiliza:
 

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503837 Ano: 2010
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
Para prevenir acidentes no local de trabalho, o Agente de Serviços NÃO deverá:
 

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503836 Ano: 2010
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
Sobre a destinação do lixo, analise:

I. O lixo orgânico pode ser decomposto.

II. O lixo orgânico pode ser seletivizado e usado como adubo ou utilizado para a produção de certos combustíveis.

III. O lixo inorgânico possui um grande problema: quando jogado diretamente no meio ambiente, sem tratamento prévio, demora muito para ser decomposto.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
 

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Questão presente nas seguintes provas
503835 Ano: 2010
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
O lixo indevidamente administrado provoca:
 

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Questão presente nas seguintes provas
503834 Ano: 2010
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sertaneja-PR
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) Não se deve jogar pilhas e baterias no lixo, pois contêm substâncias tóxicas prejudiciais à saúde de todos.

( ) Muito do lixo pode ser reutilizado.

( ) O lixo tóxico inclui pilhas e baterias.

A sequência está correta em:
 

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