Foram encontradas 70 questões.
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
O protocolo TCP/IP foi criado com a finalidade principal de ser utilizado na internet. É CORRETO afirmar que a classe “C” de endereçamento IP, no endereço de rede, tem o tamanho de:
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Podemos definir computador como uma máquina de processamento de dados, por intermédio de um conjunto de instruções, buscando a produzir determinados resultados, utilizando softwares e hardwares. Assinale a alternativa que apresenta um periférico de saída de um computador:
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A internet é um sistema de redes mundial de computadores, todos ligados uns aos outros. Qual é o endereço Web que se introduz em um navegador para chegar a um Website?
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Marque a alternativa em que todas as sílabas destacadas são tônicas.
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Observe, a seguir, um anúncio comunitário sobre doação de agasalhos.

https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-05-2019/fg235146.jpg.
Analise as afirmativas.
I. Levando-se em consideração a parte não-verbal do texto, pode-se dizer que o público-alvo dessa campanha inclui crianças.
II. O ato de doar agasalhos é considerado, segundo o anúncio comunitário, um superpoder tão expressivo quanto os de heróis ficcionais.
III. O único sentido que pode ser extraído da expressão “agasalho novo”, tendo em vista o contexto de campanha de doações, é o de agasalho nunca usado.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
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A colocação do acento grave está INCORRETA em uma das sentenças a seguir. Assinale-a.
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Assinale a alternativa que completa, CORRETA e respectivamente, as lacunas da frase abaixo: “O prazo da vacina foi e será de 27 08 de agosto.”
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Leia abaixo a propaganda do relógio Rolex.

Marque a alternativa CORRETA:
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Estranhas Gentilezas
Estão acontecendo coisas estranhas. Sabe-se que as pessoas nas grandes cidades não têm o hábito da gentileza. Não é por ruindade, é falta de tempo. Gastam a paciência nos ônibus, no trânsito, nas filas, nos mercados, nas salas de espera, nos embates familiares, e depois economizam com a gente.
Comigo dá-se o contrário, é o que estou notando de uns dias para cá. Tratam-me com inquietante delicadeza. Já captava aqui e ali sinais suspeitos, imprecisos, ventinho de asas de borboleta, quase nada. A impressão de que há algo estranho tomou meu corpo mesmo foi na semana passada. Um vizinho que já fora meu amigo telefonou-me desfazendo o engano que nos afastava, intriga de pessoa que nem conheço e que afinal resolvera esclarecer tudo. Difícil reconstruir a amizade, mas a inimizade morria ali.
Como disse, eu vinha desconfiando tenuemente de algumas amabilidades. O episódio do vizinho fez surgir em meu espírito a hipótese de uma trama, que já mobilizava até pessoas distantes. E as próximas?
Tenho reparado. As próximas telefonam amáveis, sem motivo. Durante o telefonema fico aguardando o assunto que estaria embrulhado nos enfeites da conversa, e ele não sai. Um número inesperado de pessoas me cumprimenta na rua, com acenos de cabeça. Mulheres, antes esquivas, sorriem transitáveis nas ruas dos Jardins.
[...] Que significa isso? Que querem comigo? Que complô é este? Que vão pedir em troca de tanta gentileza? Aguardo, meio apreensivo, meio feliz.
Interrompo a crônica nesse ponto, saio para ir ao banco, desço pelas escadas porque alguém segura o elevador lá em cima, o segurança do banco faz-me esvaziar os bolsos antes de entrar na porta giratória, enfrento a fila do caixa, não aceitam meus cheques para pagar contas em nome de minha mulher, saio mal-humorado do banco, atravesso a avenida, um caminhão joga-me água suja de uma poça, o elevador continua preso lá em cima, subo a pé, entro no apartamento, sento-me ao computador e ponho-me de novo a sonhar com gentilezas.
FONTE: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/11/cronica-estranhas-gentilezas-ivan.html.
No trecho “Difícil reconstruir a amizade, mas a inimizade morria ali”, a oração sublinhada classifica-se como:
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Estranhas Gentilezas
Estão acontecendo coisas estranhas. Sabe-se que as pessoas nas grandes cidades não têm o hábito da gentileza. Não é por ruindade, é falta de tempo. Gastam a paciência nos ônibus, no trânsito, nas filas, nos mercados, nas salas de espera, nos embates familiares, e depois economizam com a gente.
Comigo dá-se o contrário, é o que estou notando de uns dias para cá. Tratam-me com inquietante delicadeza. Já captava aqui e ali sinais suspeitos, imprecisos, ventinho de asas de borboleta, quase nada. A impressão de que há algo estranho tomou meu corpo mesmo foi na semana passada. Um vizinho que já fora meu amigo telefonou-me desfazendo o engano que nos afastava, intriga de pessoa que nem conheço e que afinal resolvera esclarecer tudo. Difícil reconstruir a amizade, mas a inimizade morria ali.
Como disse, eu vinha desconfiando tenuemente de algumas amabilidades. O episódio do vizinho fez surgir em meu espírito a hipótese de uma trama, que já mobilizava até pessoas distantes. E as próximas?
Tenho reparado. As próximas telefonam amáveis, sem motivo. Durante o telefonema fico aguardando o assunto que estaria embrulhado nos enfeites da conversa, e ele não sai. Um número inesperado de pessoas me cumprimenta na rua, com acenos de cabeça. Mulheres, antes esquivas, sorriem transitáveis nas ruas dos Jardins.
[...] Que significa isso? Que querem comigo? Que complô é este? Que vão pedir em troca de tanta gentileza? Aguardo, meio apreensivo, meio feliz.
Interrompo a crônica nesse ponto, saio para ir ao banco, desço pelas escadas porque alguém segura o elevador lá em cima, o segurança do banco faz-me esvaziar os bolsos antes de entrar na porta giratória, enfrento a fila do caixa, não aceitam meus cheques para pagar contas em nome de minha mulher, saio mal-humorado do banco, atravesso a avenida, um caminhão joga-me água suja de uma poça, o elevador continua preso lá em cima, subo a pé, entro no apartamento, sento-me ao computador e ponho-me de novo a sonhar com gentilezas.
FONTE: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/11/cronica-estranhas-gentilezas-ivan.html.
Sobre as palavras grifadas na frase abaixo, marque a alternativa CORRETA:
“Um vizinho que já fora meu amigo telefonou-me desfazendo o engano que nos afastava, intriga de pessoa que nem conheço e que afinal resolvera esclarecer tudo. Difícil reconstruir a amizade, mas a inimizade morria ali.”
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