Foram encontradas 40 questões.
O cangaço tem suas origens históricas por volta do século XVIII; se constituiu num movimento social relacionado à
questão fundiária do Nordeste e teve seu auge entre os anos de 1919 e 1927. São nomes relacionados ao Cangaço,
EXCETO:
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O período regencial foi marcado pela abdicação do trono do então imperador Dom Pedro I e pela ascensão de seu
sucessor Pedro de Alcântara, ainda uma criança, situação que tornava inviável sua real efetivação no poder. O país
então passou a ser comandado por regentes até que Dom Pedro II atingisse sua maioridade. Entretanto, a disputa
pelo controle do governo gerou uma grave crise política que culminou no surgimento de inúmeras revoltas pelo
império. São revoltas do período regencial, EXCETO:
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A Segunda Revolução Industrial trouxe para muitos a sensação de que a capacidade inventiva do ser humano não
tinha limites. A todo momento uma nova descoberta científica ou tecnológica era anunciada. O entusiasmo foi tão
grande que o período compreendido entre a segunda metade do século XIX e os primeiros anos do século XX ficou
conhecido como:
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Analise as afirmativas referentes ao período de 1969 a 1974 no Brasil.
I. A economia brasileira entrou em um período de intenso crescimento econômico, dando a essa época a denominação de “milagre econômico brasileiro”. II. Esse período foi também denominado “anos de chumbo” e considerado o mais violento da ditadura militar. III. O general Artur da Costa e Silva era o presidente do Brasil nesse momento. IV. Foi instituído o Ato Institucional nº 1 (AI-1), o mais repressivo de todos os dispositivos militares.
Estão corretas as afirmativas
I. A economia brasileira entrou em um período de intenso crescimento econômico, dando a essa época a denominação de “milagre econômico brasileiro”. II. Esse período foi também denominado “anos de chumbo” e considerado o mais violento da ditadura militar. III. O general Artur da Costa e Silva era o presidente do Brasil nesse momento. IV. Foi instituído o Ato Institucional nº 1 (AI-1), o mais repressivo de todos os dispositivos militares.
Estão corretas as afirmativas
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O estado mais novo do Brasil surgiu após um movimento emancipacionista que se fortaleceu em 1988 e se
concretizou com a criação do estado do(de)
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A maior parte do Acre é formada por florestas e reservas indígenas e extrativistas. Ele só passou a ser considerado um
estado brasileiro em 1962, mesmo tendo sido integrado ao território nacional em 1903 após anos de disputa. Antes
de pertencer ao território brasileiro, o Acre era uma possessão de qual país sul-americano?
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A Estrada Real foi construída pelos africanos escravizados ligando as terras mineiras ao litoral brasileiro. Inicialmente
essa estrada ligava a antiga Vila Rica ao porto de Paraty no Rio de Janeiro. Com a necessidade de ter um caminho
mais rápido e seguro foi construída uma nova estrada que dessa vez passou a ligar Vila Rica ao então porto do Rio de
Janeiro. Em qual município há o encontro do Caminho Velho com o Caminho Novo da Estrada Real?
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Senilidade e a invisibilidade social
(...) A maioria dos idosos no Brasil encontra-se em condição de invisibilidade social, política e muitas vezes familiar. Morte social? Morte familiar? Estão vivos, mas não possuem lugar. A visão sobre o ancião mudou, do patriarca para... para o quê? Em muitas famílias não há o espaço para o idoso. Há alguns anos atrás o idoso era tido como patriarca, que era dotado de sabedoria. (...)
O ancião era o guia familiar, os mais novos pediam conselho e ouviam as suas orientações. Eles exerciam um papel que, após o término da sua função de produtividade, assumiam o de líderes familiares. O idoso saía do lugar de provedor, cargo este assumido por seus filhos, para ocupar o de orientador. A sabedoria nada tinha a ver com estudos, era o arquivo das experiências da vida.
Hoje, algumas famílias encontram-se cada vez mais fechadas e mais focadas na produção, aquele que não produz não tem espaço. O idoso dessa forma perde o seu lugar na família e na sociedade. No entanto, acredito que, assim como os jovens conseguiram, ao longo da história, mudar sua posição social e familiar, tornando-se importante foco da sociedade, a senilidade conseguirá novamente o respeito.
Como? Se cada família jovem conseguir compreender que, em determinado momento, precisará cuidar de seus idosos, irá construir em seus filhos a mesma compreensão. Se conseguir sair das justificativas capitalistas, conseguir valorizar o saber, sobrepondo o valor da produção, irá reconstruir o valor do idoso. Se pais, filhos e netos assimilarem o ciclo vital e conseguirem ressignificar os papéis familiares, todos terão direito e lugar na sociedade.
(...) A população está envelhecendo e precisamos modificar o nosso olhar, a nossa educação e o respeito por aqueles que fizeram parte da história.
(Disponível em: http://camilamacielpolonio.blogspot.com.br/search/label/Senilidade. Acesso em: abril de 2016.)
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Senilidade e a invisibilidade social
(...) A maioria dos idosos no Brasil encontra-se em condição de invisibilidade social, política e muitas vezes familiar. Morte social? Morte familiar? Estão vivos, mas não possuem lugar. A visão sobre o ancião mudou, do patriarca para... para o quê? Em muitas famílias não há o espaço para o idoso. Há alguns anos atrás o idoso era tido como patriarca, que era dotado de sabedoria. (...)
O ancião era o guia familiar, os mais novos pediam conselho e ouviam as suas orientações. Eles exerciam um papel que, após o término da sua função de produtividade, assumiam o de líderes familiares. O idoso saía do lugar de provedor, cargo este assumido por seus filhos, para ocupar o de orientador. A sabedoria nada tinha a ver com estudos, era o arquivo das experiências da vida.
Hoje, algumas famílias encontram-se cada vez mais fechadas e mais focadas na produção, aquele que não produz não tem espaço. O idoso dessa forma perde o seu lugar na família e na sociedade. No entanto, acredito que, assim como os jovens conseguiram, ao longo da história, mudar sua posição social e familiar, tornando-se importante foco da sociedade, a senilidade conseguirá novamente o respeito.
Como? Se cada família jovem conseguir compreender que, em determinado momento, precisará cuidar de seus idosos, irá construir em seus filhos a mesma compreensão. Se conseguir sair das justificativas capitalistas, conseguir valorizar o saber, sobrepondo o valor da produção, irá reconstruir o valor do idoso. Se pais, filhos e netos assimilarem o ciclo vital e conseguirem ressignificar os papéis familiares, todos terão direito e lugar na sociedade.
(...) A população está envelhecendo e precisamos modificar o nosso olhar, a nossa educação e o respeito por aqueles que fizeram parte da história.
(Disponível em: http://camilamacielpolonio.blogspot.com.br/search/label/Senilidade. Acesso em: abril de 2016.)
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Senilidade e a invisibilidade social
(...) A maioria dos idosos no Brasil encontra-se em condição de invisibilidade social, política e muitas vezes familiar. Morte social? Morte familiar? Estão vivos, mas não possuem lugar. A visão sobre o ancião mudou, do patriarca para... para o quê? Em muitas famílias não há o espaço para o idoso. Há alguns anos atrás o idoso era tido como patriarca, que era dotado de sabedoria. (...)
O ancião era o guia familiar, os mais novos pediam conselho e ouviam as suas orientações. Eles exerciam um papel que, após o término da sua função de produtividade, assumiam o de líderes familiares. O idoso saía do lugar de provedor, cargo este assumido por seus filhos, para ocupar o de orientador. A sabedoria nada tinha a ver com estudos, era o arquivo das experiências da vida.
Hoje, algumas famílias encontram-se cada vez mais fechadas e mais focadas na produção, aquele que não produz não tem espaço. O idoso dessa forma perde o seu lugar na família e na sociedade. No entanto, acredito que, assim como os jovens conseguiram, ao longo da história, mudar sua posição social e familiar, tornando-se importante foco da sociedade, a senilidade conseguirá novamente o respeito.
Como? Se cada família jovem conseguir compreender que, em determinado momento, precisará cuidar de seus idosos, irá construir em seus filhos a mesma compreensão. Se conseguir sair das justificativas capitalistas, conseguir valorizar o saber, sobrepondo o valor da produção, irá reconstruir o valor do idoso. Se pais, filhos e netos assimilarem o ciclo vital e conseguirem ressignificar os papéis familiares, todos terão direito e lugar na sociedade.
(...) A população está envelhecendo e precisamos modificar o nosso olhar, a nossa educação e o respeito por aqueles que fizeram parte da história.
(Disponível em: http://camilamacielpolonio.blogspot.com.br/search/label/Senilidade. Acesso em: abril de 2016.)
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