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Foram encontradas 40 questões.

568247 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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O êxodo rural é o deslocamento de indivíduos das zonas rurais (campo) para as zonas urbanas (cidades). No Brasil, ganhou intensidade a partir da década de 1940, em razão do surto industrial ocorrido no Sudeste e das próprias condições precárias de vida existentes nas zonas rurais. Acerca da inferência que constitui uma consequência do êxodo rural na zona rural, analise as alternativas a seguir.

I. Rápido aumento da população na cidade.

II. Maior oferta de mão de obra nas cidades.

III. Formação de favelas.

IV. Queda geral da produção ou estagnação econômica das áreas rurais, quando a saída dos trabalhadores não é compensada pela mecanização.

Está correta apenas a alternativa

 

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568246 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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O estudo geológico do território brasileiro possibilitou a identificação de importantes jazidas minerais. Com base em seus conhecimentos, analise o quadro a seguir em relação aos recursos específicos encontrados em cada era geológica.

enunciado 568246-1

A sequência de recursos específicos para cada era geológica está correta em:

 

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568245 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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A classificação das cidades quanto à hierarquia urbana é expressa pela rede urbana que a cidade apresenta e sua posição de polarização sobre as demais cidades. A hierarquia urbana é definida pela intensidade dos fluxos de consumidores em busca de mercadorias, serviços e informações entre os diferentes centros do espaço nacional, que sintetiza mais do que qualquer outro elemento isolado, a feição contemporânea da dinâmica espacial brasileira. Tendo como referência a hierarquia urbana, pode-se considerar como uma metrópole regional o exemplo encontrado na alternativa:
 

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568242 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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Analise as inferências a seguir que tratam das características gerais do espaço brasileiro.

I. O Brasil ocupa, dentro do continente sul-americano, a posição centro-leste, tendo fronteira com quase todos os países sul-americanos, exceto o Equador, Chile e Trinidad e Tobago.

II. O Brasil se situa, quase inteiramente, na zona tropical da Terra. Somente 8% do território nacional se localiza na zona subtropical; cerca de 7%, no Hemisfério Norte; o restante, no Hemisfério Sul.

III. Em face de sua enorme extensão territorial, observa-se a presença de áreas vulcânicas ou sujeitas a enormes abalos sísmicos.

IV. Praticamente toda a superfície territorial brasileira é possível de ser habitada, em virtude da ausência de desertos e elevadas cadeias montanhosas.

V. Somos o único país do globo atravessado simultaneamente pelo Equador e pelo Trópico de Capricórnio.

Dentre as inferências anteriores aquelas que podem ser consideradas como características do espaço brasileiro estão apenas nas afirmativas

 

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568217 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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O estado mais novo do Brasil surgiu após um movimento emancipacionista que se fortaleceu em 1988 e se concretizou com a criação do estado do(de)
 

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568216 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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A maior parte do Acre é formada por florestas e reservas indígenas e extrativistas. Ele só passou a ser considerado um estado brasileiro em 1962, mesmo tendo sido integrado ao território nacional em 1903 após anos de disputa. Antes de pertencer ao território brasileiro, o Acre era uma possessão de qual país sul-americano?
 

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568215 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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A Estrada Real foi construída pelos africanos escravizados ligando as terras mineiras ao litoral brasileiro. Inicialmente essa estrada ligava a antiga Vila Rica ao porto de Paraty no Rio de Janeiro. Com a necessidade de ter um caminho mais rápido e seguro foi construída uma nova estrada que dessa vez passou a ligar Vila Rica ao então porto do Rio de Janeiro. Em qual município há o encontro do Caminho Velho com o Caminho Novo da Estrada Real?
 

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568162 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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Senilidade e a invisibilidade social
(...) A maioria dos idosos no Brasil encontra-se em condição de invisibilidade social, política e muitas vezes familiar. Morte social? Morte familiar? Estão vivos, mas não possuem lugar. A visão sobre o ancião mudou, do patriarca para... para o quê? Em muitas famílias não há o espaço para o idoso. Há alguns anos atrás o idoso era tido como patriarca, que era dotado de sabedoria. (...)
O ancião era o guia familiar, os mais novos pediam conselho e ouviam as suas orientações. Eles exerciam um papel que, após o término da sua função de produtividade, assumiam o de líderes familiares. O idoso saía do lugar de provedor, cargo este assumido por seus filhos, para ocupar o de orientador. A sabedoria nada tinha a ver com estudos, era o arquivo das experiências da vida.
Hoje, algumas famílias encontram-se cada vez mais fechadas e mais focadas na produção, aquele que não produz não tem espaço. O idoso dessa forma perde o seu lugar na família e na sociedade. No entanto, acredito que, assim como os jovens conseguiram, ao longo da história, mudar sua posição social e familiar, tornando-se importante foco da sociedade, a senilidade conseguirá novamente o respeito.
Como? Se cada família jovem conseguir compreender que, em determinado momento, precisará cuidar de seus idosos, irá construir em seus filhos a mesma compreensão. Se conseguir sair das justificativas capitalistas, conseguir valorizar o saber, sobrepondo o valor da produção, irá reconstruir o valor do idoso. Se pais, filhos e netos assimilarem o ciclo vital e conseguirem ressignificar os papéis familiares, todos terão direito e lugar na sociedade.
(...) A população está envelhecendo e precisamos modificar o nosso olhar, a nossa educação e o respeito por aqueles que fizeram parte da história.

(Disponível em: http://camilamacielpolonio.blogspot.com.br/search/label/Senilidade. Acesso em: abril de 2016.)
No primeiro parágrafo, o uso de reticências em “patriarca para... para o quê?” tem por objetivo
 

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568155 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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Senilidade e a invisibilidade social

(...) A maioria dos idosos no Brasil encontra-se em condição de invisibilidade social, política e muitas vezes familiar. Morte social? Morte familiar? Estão vivos, mas não possuem lugar. A visão sobre o ancião mudou, do patriarca para... para o quê? Em muitas famílias não há o espaço para o idoso. Há alguns anos atrás o idoso era tido como patriarca, que era dotado de sabedoria. (...)
O ancião era o guia familiar, os mais novos pediam conselho e ouviam as suas orientações. Eles exerciam um papel que, após o término da sua função de produtividade, assumiam o de líderes familiares. O idoso saía do lugar de provedor, cargo este assumido por seus filhos, para ocupar o de orientador. A sabedoria nada tinha a ver com estudos, era o arquivo das experiências da vida.
Hoje, algumas famílias encontram-se cada vez mais fechadas e mais focadas na produção, aquele que não produz não tem espaço. O idoso dessa forma perde o seu lugar na família e na sociedade. No entanto, acredito que, assim como os jovens conseguiram, ao longo da história, mudar sua posição social e familiar, tornando-se importante foco da sociedade, a senilidade conseguirá novamente o respeito.
Como? Se cada família jovem conseguir compreender que, em determinado momento, precisará cuidar de seus idosos, irá construir em seus filhos a mesma compreensão. Se conseguir sair das justificativas capitalistas, conseguir valorizar o saber, sobrepondo o valor da produção, irá reconstruir o valor do idoso. Se pais, filhos e netos assimilarem o ciclo vital e conseguirem ressignificar os papéis familiares, todos terão direito e lugar na sociedade.
(...) A população está envelhecendo e precisamos modificar o nosso olhar, a nossa educação e o respeito por aqueles que fizeram parte da história.

(Disponível em: http://camilamacielpolonio.blogspot.com.br/search/label/Senilidade. Acesso em: abril de 2016.)
Diante dos limites estruturais do texto apresentado, pode-se afirmar que tem por principal objetivo
 

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568144 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Simonésia-MG
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Senilidade e a invisibilidade social
(...) A maioria dos idosos no Brasil encontra-se em condição de invisibilidade social, política e muitas vezes familiar. Morte social? Morte familiar? Estão vivos, mas não possuem lugar. A visão sobre o ancião mudou, do patriarca para... para o quê? Em muitas famílias não há o espaço para o idoso. Há alguns anos atrás o idoso era tido como patriarca, que era dotado de sabedoria. (...)
O ancião era o guia familiar, os mais novos pediam conselho e ouviam as suas orientações. Eles exerciam um papel que, após o término da sua função de produtividade, assumiam o de líderes familiares. O idoso saía do lugar de provedor, cargo este assumido por seus filhos, para ocupar o de orientador. A sabedoria nada tinha a ver com estudos, era o arquivo das experiências da vida.
Hoje, algumas famílias encontram-se cada vez mais fechadas e mais focadas na produção, aquele que não produz não tem espaço. O idoso dessa forma perde o seu lugar na família e na sociedade. No entanto, acredito que, assim como os jovens conseguiram, ao longo da história, mudar sua posição social e familiar, tornando-se importante foco da sociedade, a senilidade conseguirá novamente o respeito.
Como? Se cada família jovem conseguir compreender que, em determinado momento, precisará cuidar de seus idosos, irá construir em seus filhos a mesma compreensão. Se conseguir sair das justificativas capitalistas, conseguir valorizar o saber, sobrepondo o valor da produção, irá reconstruir o valor do idoso. Se pais, filhos e netos assimilarem o ciclo vital e conseguirem ressignificar os papéis familiares, todos terão direito e lugar na sociedade.
(...) A população está envelhecendo e precisamos modificar o nosso olhar, a nossa educação e o respeito por aqueles que fizeram parte da história.

(Disponível em: http://camilamacielpolonio.blogspot.com.br/search/label/Senilidade. Acesso em: abril de 2016.)
Em “Em muitas famílias não há o espaço para o idoso.” (1º§) ocorre o emprego do verbo “haver”, verbo impessoal e que se apresenta na terceira pessoa do singular por este motivo. Dentre as concordâncias a seguir, apenas uma está correta por se tratar também de um verbo impessoal; assinale-a
 

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