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Foram encontradas 25 questões.

1389039 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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A RDC N.° 50, de 25 de setembro de 2014, da ANVISA, dispõe sobre as medidas de controle de comercialização, prescrição e dispensação de medicamentos que contenham as substâncias anfepramona, femproporex, mazindol e sibutramina, seus sais e isômeros, bem como intermediários. Considerando essa resolução e o assunto abordado, analise as afirmativas a seguir e assinale a CORRETA.
 

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1388780 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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A alternativa que representa a medida da capacidade do organismo em eliminar um fármaco é:
 

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1388420 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão que se segue.
Escola ideal para alunos não ideais
Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.
Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo, não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.
Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais — e não imaginários — e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.
Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.
Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real. Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.
Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.
Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola?
Claramente, o MEC precisa promover os ajustes dos currículos e ementas. Mas quem esculpirá essa nova instituição? As melhores escolas privadas recebem alunos peneirados e não precisam de muitas mudanças. A quase todos os estados faltam densidade técnica e apetência. Uma possibilidade são o Sesi e o Sesc, que operam um conjunto de instituições semipúblicas, têm amplos recursos e flexibilidade para tomar novos rumos. Quem sabe, querem ir para a história, embarcando nessa aventura?
Não é só isso. Cura mesmo, só enfrentando as fraquezas das faculdades de educação. Mas só a desobrigação de ensinar um currículo impossível já é uma bela ajuda para os mestres.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Escola ideal para alnos não ideiais. Revista Veja. p. 24, 5 de fevereiro de 2014.)
Para o autor, o bom resultado educacional está relacionado a, EXCETO
 

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1385997 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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O quadro abaixo apresenta um procedimento muito utilizado em laboratórios de hematologia. Analise-o.
1. Colocar o sangue do paciente em tubo próprio (até dois terços do seu volume).
2. Selar o tubo, introduzida a extremidade vazia na massa própria, com movimentos de rotação até, aproximadamente, 5mm de profundidade.
4. Colocar os tubos na centrífuga, em posição diametralmente opostas, com a parte selada voltada para fora.
5. Após tampar convenientemente a centrífuga, colocá-a em movimento por cinco minutos.
6. Desligar o aparelho. Retirar os tubos e fazer a leitura, usando a escala própria.
Considerando o quadro e o assunto abordado, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRESPONDENTE ao parâmetro hematológico realizado pelo procedimento descrito acima.
 

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1385410 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão que se segue.
Escola ideal para alunos não ideais
Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.
Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo, não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.
Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais — e não imaginários — e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.
Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.
Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real. Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.
Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.
Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola?
Claramente, o MEC precisa promover os ajustes dos currículos e ementas. Mas quem esculpirá essa nova instituição? As melhores escolas privadas recebem alunos peneirados e não precisam de muitas mudanças. A quase todos os estados faltam densidade técnica e apetência. Uma possibilidade são o Sesi e o Sesc, que operam um conjunto de instituições semipúblicas, têm amplos recursos e flexibilidade para tomar novos rumos. Quem sabe, querem ir para a história, embarcando nessa aventura?
Não é só isso. Cura mesmo, só enfrentando as fraquezas das faculdades de educação. Mas só a desobrigação de ensinar um currículo impossível já é uma bela ajuda para os mestres.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Escola ideal para alnos não ideiais. Revista Veja. p. 24, 5 de fevereiro de 2014.)
De acordo com o texto, a melhor escola é aquela que, EXCETO
 

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1385109 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Todas as alternativas abaixo representam proposta para ações de farmacovigilância em Municípios de Nível 3 (mais de 100.000 habitantes), EXCETO
 

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1382901 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Para preparar 2000μL de uma solução de soro em salina de diluição 1:5, indique a seguir a alternativa que REPRESENTA o volume de soro utilizado no preparo dessa solução.
 

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1378922 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Assinale a alternativa que REPRESENTA a classe de anticorpos que caracteriza fase aguda da toxoplasmose quando seus níveis estão aumentados.
 

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1378252 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Interações medicamentosas é evento clínico em que os efeitos de um fármaco são alterados pela presença de outro fármaco, alimento, bebida ou algum agente químico ambiental.
As alternativas a seguir ilustram alguns efeitos observados na interação de dois fármacos.
Analise-as e assinale a que REPRESENTA um efeito da interação entre a amiodarona e a amitriptilina.
 

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1377000 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
O monitoramento dos níveis plasmáticos de cálcio e sinais e sintomas de hipercalcemia (arritmias; alterações dos níveis de consciência; constipação) é indicado em casos de uso concomitante de
 

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