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Foram encontradas 25 questões.

1388238 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Entre os antimicrobianos, quais apresentam toxicidade seletiva, ou seja, atuam na parede celular das bactérias, provocando a perda de sua integridade, levando à morte celular?

 

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1386354 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Em relação ao amalgapin, marque a opção INCORRETA.
 

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1385761 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Uma abertura do seio maxilar pode ocorrer quando os dentes são removidos, e ocasionalmente como resultado de um trauma.
No que se refere à comunicação buco-sinusial, marque a afirmativa INCORRETA.
 

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1385410 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão que se segue.
Escola ideal para alunos não ideais
Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.
Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo, não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.
Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais — e não imaginários — e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.
Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.
Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real. Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.
Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.
Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola?
Claramente, o MEC precisa promover os ajustes dos currículos e ementas. Mas quem esculpirá essa nova instituição? As melhores escolas privadas recebem alunos peneirados e não precisam de muitas mudanças. A quase todos os estados faltam densidade técnica e apetência. Uma possibilidade são o Sesi e o Sesc, que operam um conjunto de instituições semipúblicas, têm amplos recursos e flexibilidade para tomar novos rumos. Quem sabe, querem ir para a história, embarcando nessa aventura?
Não é só isso. Cura mesmo, só enfrentando as fraquezas das faculdades de educação. Mas só a desobrigação de ensinar um currículo impossível já é uma bela ajuda para os mestres.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Escola ideal para alnos não ideiais. Revista Veja. p. 24, 5 de fevereiro de 2014.)
De acordo com o texto, a melhor escola é aquela que, EXCETO
 

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1384632 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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O artefato radiográfico que ocorre quando um feixe de raio X atravessa a porção entre o osso alveolar e a área cervical de esmalte, e a película é sensibilizada de tal forma criando uma radiolucência maior nessa região, mimetizando lesões cariosas cervicais e cementárias, é um fenômeno denominado:
 

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1383424 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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O diagnóstico provável para uma lesão neoplásica maligna com placas indolores, discretamente elevadas, assimétricas, com muitas cores, principalmente com pontos castanhos negros, cinza e vermelho, margens mal definidas, lesões satélites e bordas inflamadas, que usualmente localizam no rebordo alveolar superior, palato ou gengiva, com percentual originado de pigmentação pré-existente, e ocorre principalmente em pessoas brancas do sexo masculino, é:
 

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1380247 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Apresentaram na clínica odontológica um casal de portadores do vírus da imunodeficiência adquirida, ambos com necessidades de tratamentos invasivos (exodontias). A mulher, com uma contagem dos linfócitos TCD4 de 175céls/mm3 e exames laboratoriais (hemograma completo, contagem diferencial da série branca, plaquetas e coagulograma) dentro dos parâmetros considerados normais. Já o esposo possuía uma contagem dos linfócitos TCD4 de 196céls/mm3 e, nos exames laboratoriais, constava uma granulocitopenia (granulócitos abaixo de 1000 céls/mm3). De acordo com a necessidade da indicação de profilaxia antibiótica, marque a opção CORRETA:

 

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1376770 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão que se segue.
Escola ideal para alunos não ideais
Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.
Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo, não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.
Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais — e não imaginários — e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.
Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.
Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real. Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.
Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.
Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola?
Claramente, o MEC precisa promover os ajustes dos currículos e ementas. Mas quem esculpirá essa nova instituição? As melhores escolas privadas recebem alunos peneirados e não precisam de muitas mudanças. A quase todos os estados faltam densidade técnica e apetência. Uma possibilidade são o Sesi e o Sesc, que operam um conjunto de instituições semipúblicas, têm amplos recursos e flexibilidade para tomar novos rumos. Quem sabe, querem ir para a história, embarcando nessa aventura?
Não é só isso. Cura mesmo, só enfrentando as fraquezas das faculdades de educação. Mas só a desobrigação de ensinar um currículo impossível já é uma bela ajuda para os mestres.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Escola ideal para alnos não ideiais. Revista Veja. p. 24, 5 de fevereiro de 2014.)
O autor cita instituições que podem melhorar a educação brasileira.
Entre essas instituições NÃO se encontra
 

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1372982 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Marque a afirmativa CORRETA.
 

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1372980 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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A fluorose é um distúrbio do desenvolvimento do esmalte causado por níveis excessivos de fluoretos no sangue e plasma, ingeridos durante a mineralização dos dentes. Em relação a esse assunto, analise as sentenças abaixo.
I - Em níveis de 0,7 ppmF, existe um risco aumentado de ocorrer fluorose intensa.
II - Os dentes menos afetados pela fluorose são os incisivos inferiores e os primeiros molares e os mais afetados na ordem são: os pré-molares, os 2.º molares, os incisivos superiores e os caninos.
III - A fluorose acentuada afeta muitos dentes simétrica e bilateralmente, com esmalte mosqueado e perfurado, bem como manchas castanhas e brancas.
IV - Na fluorose, a pigmentação é pós-eruptiva, por causa da maior porosidade de esmalte fluorótico, mas a sua maior permeabilidade não tem relação com aumento de risco de cárie dentária.
Marque o número de assertivas CORRETAS.
 

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