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Em várias outras províncias, os movimentos separatistas ou federalistas se sucedem, assumindo
designações que lembravam o mês de sua ocorrência – Abrilada, Novembrada – ou o nome de seus líderes,
como no caso da Sabinada. Vez por outra, porém, tais movimentos fugiam ao controle da elite, tornando-se
levantes populares. As chances de esses grupos alimentarem seus projetos de independência eram grandes,
pois, nos embates com as tropas oficiais, os fazendeiros armavam os cativos e homens pobres. Além disso,
os movimentos separatistas criavam divisões no interior das elites, como era o caso dos liberais exaltados se
contrapondo aos grupos que procuram se alinhar ao governo regencial.
(DEL PRIORE, Mary & VENANCIO, Renato. Uma breve História do Brasil. São Paulo: Editora Planeta, 2010.p. 168).
O texto faz referência às conjunturas de surgimento dos movimentos separatistas ou federalista da Regência e do Império que ganharam notoriedade, como
O texto faz referência às conjunturas de surgimento dos movimentos separatistas ou federalista da Regência e do Império que ganharam notoriedade, como
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A historiadora Lynn Hunt, em História da Vida Privada: da Revolução Francesa à primeira Guerra Mundial
(2001), afirma que, durante a Revolução Francesa, as fronteiras entre a vida privada e vida pública
apresentaram grandes flutuações, tendo o espírito público invadido as esferas habitualmente privadas da
vida, fazendo essa última sofrer a mais dura agressão da história ocidental.
Como se observa no texto, os revolucionários da França do século XVIII empenharam-se em traçar a diferença entre as dimensões do público e as do privado. Essa diferença é bem observada na
Como se observa no texto, os revolucionários da França do século XVIII empenharam-se em traçar a diferença entre as dimensões do público e as do privado. Essa diferença é bem observada na
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O destino da Europa foi comandado, de ponta a ponta, pelo desenvolvimento obstinado de liberdades
particulares, de franquias, que constituem privilégios reservados a determinados grupos, uns estreitos, outros
amplos. Tais liberdades se opõem com frequência e até se excluem mutuamente.
Claro, tais liberdades só puderam vir à luz, quando a Europa Ocidental se constituiu enquanto espaço
homogêneo, enquanto casa abrigada. Sem casa defendida, não há liberdades possíveis. Os dois problemas
são um só.
(BRAUDEL, Fernand. Gramática das civilizações. São Paulo: Martins Fontes,2004, p.287)
A liberdade, uma das grandes questões da história do homem, tem sido demandada em diversas modalidades e formas durante toda a trajetória da humanidade: pensamento, expressão, ação, organização, movimento, entre outras. Por seu caráter histórico, em cada experiência assume um propósito e uma feição própria. Com base no texto, a noção de liberdade (libertates), experimentada pelos europeus entre os séculos XI e XVIII, é identificada
A liberdade, uma das grandes questões da história do homem, tem sido demandada em diversas modalidades e formas durante toda a trajetória da humanidade: pensamento, expressão, ação, organização, movimento, entre outras. Por seu caráter histórico, em cada experiência assume um propósito e uma feição própria. Com base no texto, a noção de liberdade (libertates), experimentada pelos europeus entre os séculos XI e XVIII, é identificada
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O Renascimento, ou os renascimentos, essa prodigiosa riqueza de manifestações variadas e divergentes,
presta-se de maneira excepcional, neste caso, como uma lição sobre a vitalidade incontrolável da cultura
humana, quando atravessada por um sopro ou um anseio geral de liberdade. Se a complexidade que o
movimento renascentista representou deve ser vista como a raiz de nossa consciência moderna, então não
se deve ressaltar apenas a dimensão metódica e harmoniosa em torno de um só eixo dessa consciência.
(SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. 17 ed. São Paulo: Atual, 1994. p. 85. Coleção Discutindo a história).
O texto faz referência à “racionalização crescente e avassaladora da experiência humana”. Esse importante processo
O texto faz referência à “racionalização crescente e avassaladora da experiência humana”. Esse importante processo
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Em vez de enfrentar os japoneses, o Mao aumentou suas forças no norte da China. No fim da guerra, em
1945, Stalin, sempre rígido e pragmático, assinou um tratado de aliança com o Kuomintang, diminuindo as
perspectivas de apoio ao comunismo na eventualidade de uma guerra civil. Logo após a rendição do Japão,
reiniciou-se a guerra total entre comunistas e nacionalistas, Stalin ficou de lado novamente, chegando até a
avisar Mao para tomar cuidado com os Estados Unidos, que apoiaram Chiang Kai-Shek, agora reconhecido
como líder mundial na vitória dos aliados contra o Japão. Mao ignorou o aviso. Os comunistas finalmente
conseguiam vantagem. Quando chegaram à capital, Nanquim, a União Soviética foi um dos poucos países a
permitir que seu embaixador fugisse junto com o Kuomintang.
(DIKÖTTER, Frank. A grande fome de Mao: a história da catástrofe mais devastadora da China (1958-1962). Rio de Janeiro: Record,
2017, p.30).
As relações entre a China pós-revolucionária e a União Soviética foram marcadas por
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A tentação de negar é constante. Não quero saber que minha mulher (ou meu marido) me trai, que meu filho
se droga, que estou com câncer, que a tortura é cotidiana. Quanto ao holocausto, os franceses sabiam?
Toda a maquinaria de morte se fundava sobre este único princípio: que as pessoas não sabem para onde vão
nem o que as espera” (Richard Glazer, citado em Shoah). Quando a França foi derrotada, moravam no país
300 mil judeus, metade deles estrangeiros. Em 3 de outubro de 1940, é publicado o “Estatuto dos judeus de
nacionalidade francesa”.
(VINCENT, Gérard. Guerras ditas, guerras silenciadas e o enigma identitário. IN: ARIÉS, Phillipe e DUBY, Georges. História da vida
privada: da Primeira Guerra aos nossos dias. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 215).
A publicação do documento mencionado no texto teve como desdobramento
A publicação do documento mencionado no texto teve como desdobramento
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Um traço peculiar do regime imposto em 1964 gerou efeitos também peculiares para a vida privada de seus
opositores. A “Revolução de Março” foi essencialmente uma ordem autoritária pouco institucionalizada. Suas
regras eram cambiantes, e móveis as divisas entre o proibido e o permitido. Manteve, distorcidas, instituições
e liturgias próprias do sistema democrático: eleições (semicompetitivas), partidos políticos (cerceados),
espaço (estreito) para o Congresso, Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais. Por isso, ao tratar do
Brasil, o cientista político espanhol Juan Linz preferiu escrever situação autoritária, em vez de regime
autoritário.
(ALMEIDA, Maria Hermínia Tavares de e WEIS, Luis. Carro Zero e Pau-de-Arara: o cotidiano da oposição de classe média ao regime
militar. IN: Scharcz, Lilia Moritz. História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das
Letras, 1998,p.327).
A situação acima descrita, sobre a natureza do regime militar instaurado no Brasil entre 1964-1985, permite concluir que
A situação acima descrita, sobre a natureza do regime militar instaurado no Brasil entre 1964-1985, permite concluir que
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Fonte: https://raquelcardeiravarela.files.wordpress.com/2014/09/mafalda-charge-1.jpg. Acesso em 10/12/19.
A tirinha da Mafalda alude a um contexto histórico conturbado da política internacional, o qual expressa
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Ao longo do século III a. C., a costa da Itália tornou-se uma potência marítima e enfrentou, com sucesso, o
domínio da marinha cartaginesa (também chamada de púnica) no mar ocidental, em duas sangrentas
guerras. A segunda guerra púnica foi particularmente violenta. Os cartagineses, que haviam sido expulsos do
mar, voltaram sua atenção para a península ibérica e suas ricas fontes de metais. De lá lançaram um ataque
por terra à própria Itália, comandados por Aníbal. O general cartaginês permaneceu 15 anos em terras
italianas, sem conseguir romper a aliança romana.
(GUARINELLO, Norberto Luiz.História Antiga. São Paulo: Contexto, 2013, p.128)
As Guerras Púnicas foram enfrentamentos entre Roma e Cartago, nos anos de 264 a.C. a 146 a.C. Essas guerras foram marcadas
As Guerras Púnicas foram enfrentamentos entre Roma e Cartago, nos anos de 264 a.C. a 146 a.C. Essas guerras foram marcadas
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Nos últimos anos têm se multiplicado as referências à existência de um processo de transformação no campo
brasileiro que implica a constituição de um “novo mundo rural”. Isto pode ser observado, tanto em textos
acadêmicos como em documentos governamentais e não governamentais. Entretanto, há muita controvérsia
a respeito do real significado deste “novo rural”.
ALENTEJANO, P. R. R. O que há de novo no rural brasileiro? Terra Livre. São Paulo, n.15, p.87- 112, 2000.
A complexidade atual do meio rural brasileiro é resultante de aspectos históricos, territoriais e econômicos, que concorrem para que a questão agrária neste país seja caracterizada pela
A complexidade atual do meio rural brasileiro é resultante de aspectos históricos, territoriais e econômicos, que concorrem para que a questão agrária neste país seja caracterizada pela
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