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Foram encontradas 20 questões.

De acordo com dados publicados pelo IBGE, a Densidade Demográfica do município de Turvo/SC, no último levantamento válido, do ano de 2022, é de aproximadamente:
 

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Analise o seguinte texto retirado do site oficial do município de Turvo:

É o principal rio de Turvo, tem sua cabeceira na Serra Geral e desemboca no rio Itoupava. Corta o município no sentido leste ao oeste. Formou, devido as cheias, nas margens, um solo fértil denominado “várzea”. Suas águas são utilizadas para a irrigação do arroz. Também é extraído dele a água que a CASAN utiliza para abastecer a cidade. O seixo do leito é aproveitado para revestir as estradas e como material de concreto nas construções das casas, pontes e tubos.

Considerando o texto acima e o site oficial do município, marque a alternativa que corresponde CORRETAMENTE ao nome do rio mencionado acima:
 

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De acordo com o site oficial do município de Turvo/SC, leia a estrofe a seguir retirada do hino oficial municipal:

Ondulando arrozais cor de ouro
Afagados aos ventos do mar,
És tapete ao _______ da montanha
Florescendo em riqueza sem par.
Salve Turvo ______ generoso,
Cada filho que tens é uma flor.
Tuas _______ bordadas de frutos,
Tua gente é bordada de amor

Complete as lacunas com a alternativa CORRETA:
 

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O Supremo Tribunal Federal (STF) é a máxima instância do Poder Judiciário brasileiro, incumbido de assegurar a supremacia da Constituição Federal. Composto por 11 ministros, o STF se organiza em duas Turmas, sendo que cada uma delas é formada por cinco ministros. Essas Turmas são responsáveis pelo julgamento de processos específicos, com maior foco nas questões detalhadas de direito, enquanto o Plenário, que reúne todos os ministros, lida com os casos de maior relevância constitucional.

A Presidência do STF, que tem um mandato de dois anos e não permite reeleição imediata, é ocupada por um dos ministros da Corte. Esse cargo envolve funções administrativas e a representação do Poder Judiciário perante os outros poderes, além de presidir as sessões do Plenário. No entanto, cada Turma tem sua própria dinâmica, elegendo internamente um Presidente para um mandato de um ano, focado nas deliberações dentro do grupo.

Segundo o site oficial do STF e considerando essas informações, assinale a alternativa que NÃO apresenta um integrante atual da Segunda Turma do STF:
 

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A União Europeia (UE) é uma organização política e econômica composta por diversos membros, com o objetivo de promover a integração regional, a paz, a estabilidade e a prosperidade econômica. No entanto, um dos membros decidiu deixar a UE, marcando um evento importante na história do bloco.

Com base nesse contexto, assinale a alternativa que contém um membro que NÃO faz mais parte da União Europeia:
 

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Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
A partícula “que” apresenta diversas classificações morfológicas, sendo um coringa na língua portuguesa. Assinale a alternativa que classifique de forma CORRETA o uso específico da partícula “que”, tendo como referência o contexto do trecho abaixo:

O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”.

Alternativas:
 

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Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Advérbios são palavras que indicam ideia de circunstância e sintaticamente são tratados como termos acessórios, ou seja, se forem retirados, a oração continua tendo sentido, mesmo que não seja exatamente o mesmo, pois a circunstância expressa pelo advérbio não estaria mais presente. Levando o exposto em consideração, o advérbio destacado abaixo expressa circunstância de:

Daí para diante, o analista tomou chimarrão.

Alternativas:
 

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Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Em virtude de o fluxo narrativo estar pautado na presença em uma conversa entre paciente e psicanalista, há a presença de muitos diálogos. Na fala abaixo, há a presença de uma vírgula para marcar qual estrutura sintática?

Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

Alternativas:
 

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Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Os vocábulos “Oigatê” e “Oigalê” são bastante representativas do vocabulário gaúcho, principalmente longe dos grandes centros. Essas palavras expressam alegria e/ou satisfação e estão classificadas morfologicamente como:
 

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Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
O analista de Bagé é um conhecido personagem recorrente em crônicas de Luis Fernando Veríssimo, sendo uma sátira ao comportamento do gaúcho do interior do estado.

Sobre a linguagem empregada na crônica, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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