Foram encontradas 20 questões.
Durante a organização de uma gincana escolar, a
professora Ana separou 180 lápis coloridos para distribuir
igualmente entre os alunos. Para verificar se todos receberiam
a mesma quantidade, ela decidiu decompor o número 180 em
fatores primos, aplicando os critérios de divisibilidade. Com
base nesse raciocínio, qual é a decomposição correta de 180?
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Durante uma prova de ciclismo, Lucas percorreu um trajeto
de 18 quilômetros em 36 minutos. O técnico da equipe solicitou
que os resultados fossem expressos em metros e segundos, de
acordo com o Sistema Métrico Decimal, para registrar o
desempenho em planilhas oficiais. Com base nessas
conversões, qual é o valor da distância e do tempo percorridos,
respectivamente?
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Durante uma competição escolar, os alunos participaram
de duas provas: corrida e levantamento de peso. Na corrida, o
percurso total era de 2,5 quilômetros, e, no levantamento de
peso, cada aluno precisava erguer 35 quilogramas. O professor
de Educação Física pediu que os resultados fossem convertidos
para metros e gramas, respectivamente, utilizando o Sistema
Métrico Decimal. Com base nas unidades de medida
apresentadas, como ficam o percurso e a carga convertidos
corretamente?
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Em uma loja de produtos artesanais, Renata comprou 4
almofadas decorativas no valor de R$ 42,00 cada e 2 mantas de
sofá por R$ 75,00 cada. O pagamento à vista oferecia desconto
de 10% sobre o valor total da compra. Renata pagou com duas
notas de R$ 200,00. Com base no Sistema Monetário Brasileiro,
o valor do troco que Renata deve receber é:
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Durante uma campanha de arrecadação de alimentos, três
escolas do município contribuíram com diferentes quantidades
de cestas básicas. A Escola Sol Nascente arrecadou 245 cestas,
a Escola Caminho Novo arrecadou 378, e a Escola Esperança
arrecadou 152. Após a contagem geral, a Secretaria de
Educação decidiu dividir igualmente todas as cestas
arrecadadas entre 5 instituições de caridade. Assim, o número
de cestas que cada instituição recebeu é:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Enquanto vai, passeia
Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais
lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos.
Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda
restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados
demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um
mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado
entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos.
Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis
patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés.
Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar
no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai,
passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso.
Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar
calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o
passo e sentindo a textura da vida.
É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas
de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos
pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal
no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar
tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a
morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que
temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez
seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me
permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente
e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso
próprio desafino.
É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do
acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A
ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos
damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais.
Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades
que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de
reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes
tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja
enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos
demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito
e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a
seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do
Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir
desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas.
Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de
nada. E ao invés de ir mais, ir menos.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Enquanto vai, passeia
Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais
lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos.
Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda
restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados
demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um
mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado
entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos.
Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis
patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés.
Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar
no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai,
passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso.
Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar
calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o
passo e sentindo a textura da vida.
É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas
de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos
pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal
no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar
tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a
morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que
temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez
seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me
permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente
e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso
próprio desafino.
É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do
acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A
ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos
damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais.
Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades
que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de
reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes
tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja
enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos
demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito
e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a
seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do
Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir
desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas.
Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de
nada. E ao invés de ir mais, ir menos.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
I. A palavra “excesso” divide-se em sílabas como ex-ces-so.
II. A palavra “reconexão” divide-se como re-co-ne-xão.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Enquanto vai, passeia
Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais
lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos.
Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda
restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados
demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um
mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado
entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos.
Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis
patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés.
Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar
no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai,
passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso.
Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar
calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o
passo e sentindo a textura da vida.
É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas
de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos
pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal
no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar
tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a
morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que
temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez
seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me
permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente
e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso
próprio desafino.
É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do
acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A
ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos
damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais.
Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades
que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de
reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes
tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja
enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos
demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito
e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a
seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do
Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir
desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas.
Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de
nada. E ao invés de ir mais, ir menos.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Enquanto vai, passeia
Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais
lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos.
Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda
restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados
demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um
mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado
entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos.
Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis
patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés.
Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar
no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai,
passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso.
Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar
calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o
passo e sentindo a textura da vida.
É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas
de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos
pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal
no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar
tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a
morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que
temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez
seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me
permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente
e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso
próprio desafino.
É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do
acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A
ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos
damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais.
Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades
que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de
reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes
tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja
enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos
demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito
e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a
seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do
Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir
desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas.
Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de
nada. E ao invés de ir mais, ir menos.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Enquanto vai, passeia
Menos. Quero ir cada vez menos. Mais devagar. Mais
lenta. Abrindo espaço para desacelerar. Não é fácil, sabemos.
Ir menos para ir lentamente escorregando pelos dias que ainda
restam até o fim do ano. Estou, estamos cansados e acelerados
demais. Por que corremos tanto assim? Para quê? Faço um
mate e me sento no jardim. Um mate solitário e ensolarado
entre os gatos e as centáureas azuis. Tento ampliar os minutos.
Espichar o tempo. Uma formiga cruza a calçada. Ela e suas seis
patas que tocam o chão muito mais do que eu e meus dois pés.
Mas ela não se angustia com minha presença. Continua a andar
no seu ritmo. Vai sentindo a textura das pedras. Enquanto vai,
passeia. Anda para lá, para cá, volta, reinicia o percurso.
Confesso que invejo a formiga. Gostaria, como ela, de andar
calmamente sobre os dias. Ir menos. Ir assim, diminuindo o
passo e sentindo a textura da vida.
É quase fim de ano e as vitrines das lojas estão tomadas
de referência sobre o Natal. Desde agosto, algumas. Era dia dos
pais, o dia das crianças estava longe e já tinha coisas de Natal
no comércio. Deus me livre desta ânsia que chega a dar
tonturas. Antecipar o tempo é caminhar mais rápido para a
morte. Corre-se tanto para chegar onde? A única certeza que
temos é que o depois é o fim. Por isso, tento desacelerar. Talvez
seja apenas uma tentativa, um tanto quanto ilusória, mas me
permito a fantasia. É claro que não é fácil tentar fazer diferente
e talvez o maior desafio seja este, o de compor com nosso
próprio desafino.
É preciso acalmar-se para sentir a anterioridade do
acontecimento. A velocidade nos rouba o presente. A
ansiedade é excesso de futuro. Quando desaceleramos nos
damos conta do quanto o tempo tem passado rápido demais.
Por isso, compor com o amargo dos dias, com as ansiedades
que nos rasgam e fazem a vida arder, é uma tentativa de
reconexão consigo mesmo. Aceitar que o azedume às vezes
tinge nosso cotidiano fazendo com que nossa bílis negra reaja
enfurecida pode ser resultado do quanto nos auto cobramos
demais. E cobramos do outro. Nesta lógica capitalista de débito
e crédito, antecipamos o que precisa envelhecer a seu tempo.
Onde queremos chegar mesmo? Temos uma tendência a
seguir por trajetos já conhecidos. Há sempre uma Cruzeiro do
Sul que guia o caminho. Talvez pudéssemos nos permitir
desnortear esta busca. Criar outros rumos, outras rotas.
Acalmar-se diante do desconhecido sem antecipar o fim de
nada. E ao invés de ir mais, ir menos.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
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