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(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: outubro de 2017.)
Sobre os recursos linguísticos comuns ao gênero tira, encontrados no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Uso de linguagem verbal e não verbal.
( ) Respeito às regras da linguagem escrita e sintaxe padrão.
( ) Uso de gírias e expressões populares, representantes de grupos sociais.
( ) Uso da pontuação e outros recursos multimodais para ampliar os sentidos do código escrito.
Assinale a sequência correta.
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(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: outubro de 2017.)
A coluna da direita apresenta os processos de formação de palavras e a da esquerda, exemplos de palavras. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Tele-entrega ( ) Abreviação
2 - Liqui ( ) Sufixação
3 - Indescritível ( ) Prefixação
4 - Durável ( ) Parassíntese
Assinale a sequência correta.
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NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS
O TOMATE FOI TÃO DESEJADO
E todo o Nordeste sabe o porquê. Catchup Tambaú. Concentrado, delicioso e 1.º lugar
em preferência no Norte/Nordeste. Tenha sempre em casa e deixe tudo mais gostoso.
Sobre os usos linguísticos do texto, analise as afirmativas.
I - Sendo um anúncio publicitário, há diversos usos de verbos no imperativo, como em tenha e deixe.
II - Foi utilizada a forma porquê pois é uma forma substantivada, equivalendo a motivo.
III - Em o tomate foi tão desejado, o termo tão exerce a função de advérbio de afirmação.
IV - São exemplos de adjetivos utilizados no texto com a função de enaltecer o produto anunciado: tomate, desejado, concentrado e delicioso.
Estão corretas as afirmativas
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NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS
O TOMATE FOI TÃO DESEJADO
E todo o Nordeste sabe o porquê. Catchup Tambaú. Concentrado, delicioso e 1.º lugar
em preferência no Norte/Nordeste. Tenha sempre em casa e deixe tudo mais gostoso.
O anúncio publicitário faz referência a um discurso político que foi repetido à exaustão na mídia. O nome dado a esse recurso linguístico é
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Como pais estão contribuindo para o consumo de álcool dos filhos
Pouco mais da metade dos alunos que estão no primeiro ano do ensino médio no Brasil já experimentaram algum tipo de bebida alcoólica, segundo o levantamento mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São, para sermos exatos, 55% dos jovens entrevistados, o que representa 1,44 milhão de adolescentes e um aumento de quase 5% em comparação a 2012.
Motivados por pesquisas internacionais como essa, um grupo de cientistas australianos e holandeses se debruçou sobre 131 estudos relacionados ao assunto para descobrir o papel que pais e mães desempenham nessas estatísticas. Dois pontos se sobressaíram: a quantidade de álcool disponível em casa e a relação que os adultos têm com cerveja, uísque e companhia influenciam bastante na idade dos primeiros goles. [...]. “É fundamental orientar os mais novos sobre as consequências do consumo de bebidas alcoólicas para que eles façam escolhas saudáveis no presente e no futuro”, avalia Arthur Guerra, presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), em São Paulo. [...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/. Acesso em outubro de 2017.)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta a mesma regra de concordância verbal presente em “Pouco mais da metade dos alunos que estão no primeiro ano do ensino médio no Brasil já experimentaram algum tipo de bebida alcoólica”.
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Como pais estão contribuindo para o consumo de álcool dos filhos
Pouco mais da metade dos alunos que estão no primeiro ano do ensino médio no Brasil já experimentaram algum tipo de bebida alcoólica, segundo o levantamento mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São, para sermos exatos, 55% dos jovens entrevistados, o que representa 1,44 milhão de adolescentes e um aumento de quase 5% em comparação a 2012.
Motivados por pesquisas internacionais como essa, um grupo de cientistas australianos e holandeses se debruçou sobre 131 estudos relacionados ao assunto para descobrir o papel que pais e mães desempenham nessas estatísticas. Dois pontos se sobressaíram: a quantidade de álcool disponível em casa e a relação que os adultos têm com cerveja, uísque e companhia influenciam bastante na idade dos primeiros goles. [...]. “ É fundamental orientar os mais novos sobre as consequências do consumo de bebidas alcoólicas para que eles façam escolhas saudáveis no presente e no futuro”, avalia Arthur Guerra, presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), em São Paulo. [...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/. Acesso em outubro de 2017.)
Sobre os recursos expressivos utilizados no texto, analise as afirmativas.
I - Os termos metade, primeiro e segundo (linhas 1 e 2) são exemplos de numerais.
II - O pronome essa refere-se ao levantamento realizado pelo IBGE.
III - Em É fundamental orientar os mais novos, o termo novos exerce a função de substantivo nesse contexto.
IV - São exemplos de adjetivos: alcoólica, recente, adolescentes e internacionais.
Estão corretas as afirmativas
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Como pais estão contribuindo para o consumo de álcool dos filhos
Pouco mais da metade dos alunos que estão no primeiro ano do ensino médio no Brasil já experimentaram algum tipo de bebida alcoólica, segundo o levantamento mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São, para sermos exatos, 55% dos jovens entrevistados, o que representa 1,44 milhão de adolescentes e um aumento de quase 5% em comparação a 2012.
Motivados por pesquisas internacionais como essa, um grupo de cientistas australianos e holandeses se debruçou sobre 131 estudos relacionados ao assunto para descobrir o papel que pais e mães desempenham nessas estatísticas. Dois pontos se sobressaíram: a quantidade de álcool disponível em casa e a relação que os adultos têm com cerveja, uísque e companhia influenciam bastante na idade dos primeiros goles. [...]. “É fundamental orientar os mais novos sobre as consequências do consumo de bebidas alcoólicas para que eles façam escolhas saudáveis no presente e no futuro”, avalia Arthur Guerra, presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), em São Paulo. [...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/. Acesso em outubro de 2017.)
No trecho “Dois pontos se sobressaíram: a quantidade de álcool disponível em casa e a relação que os adultos têm com cerveja, uísque e companhia influenciam bastante na idade dos primeiros goles”, o verbo sobressair pode ser substituído sem prejuízo de sentido por
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De primeira necessidade
Às vezes, paro para pensar – na verdade, faço isso com muita frequência, minha mãe já reclamava, “essa menina sempre no mundo da lua”. Naquele tempo, eram sonhos. Hoje ainda são, mas dali resultam trabalhos: poema, artigo, romance. Conto.
Tenho pensado em como simplificar mais a vida, nesta fase que tantos temem, ah, a terrível passagem do tempo – mas por enquanto me agrada. [...].
Com o tempo, a maturidade, a experiência e alguma ousadia, fui simplificando várias coisas. Com algumas é difícil, exemplo: as relações pessoais. Não é fácil afastar sem ferir, sem despertar desconfianças, o bom sujeito que liga fora de hora para contar seu drama avisando que devemos escrever sobre isso ou exigindo um artigo de jornal contra algo que lhe desagrada. Aquela pessoa tão legal, que nos últimos tempos só fala de doenças, remédios, rancor contra tudo e todos: sombras de que ninguém precisa a mais na vida. Simplificar as saídas: sou realmente um bicho da minha toca, uma mulher da sua caverna. Minha casa sempre foi minha zona de conforto, por várias razões, inclusive fobias. [...]
Quero poucas pessoas, assim me aflijo menos, eu que sou aflita: parceiro, família, amizades especiais, as fiéis funcionárias que me ajudam na enorme incompetência para o doméstico, e que eu quero bem. Também preciso simplificar o que ofereço à minha alma: reduzir o número de noticiosos a que assisto, fissurada desde sempre pelas loucuras (às vezes maravilhas) do mundo. Mas eu lhes digo: não é fácil. Parece que a estrada está lamacenta demais, não se avança sem sujar o calçado. A irresponsabilidade geral está enorme, corrói a fímbria da alma; país e planeta andam adoentados, e é coisa feia. Nós, agarrados à casca desta terra, pobres cracas, precisamos nos dividir numa necessária esquizofrenia: metade atenta à chamada realidade, metade curtindo sonho, amores e beleza, que afinal ainda existem – e são produtos de extrema necessidade.
(Lya Luft. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/. Acesso em: 25/11/2017.)
A autora utiliza, em diversos momentos, o recurso de pontuação dois pontos. Assinale a relação correta entre o uso dos dois pontos e o exemplo do texto.
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De primeira necessidade
Às vezes, paro para pensar – na verdade, faço isso com muita frequência, minha mãe já reclamava, “essa menina sempre no mundo da lua”. Naquele tempo, eram sonhos. Hoje ainda são, mas dali resultam trabalhos: poema, artigo, romance. Conto.
Tenho pensado em como simplificar mais a vida, nesta fase que tantos temem, ah, a terrível passagem do tempo – mas por enquanto me agrada. [...].
Com o tempo, a maturidade, a experiência e alguma ousadia, fui simplificando várias coisas. Com algumas é difícil, exemplo: as relações pessoais. Não é fácil afastar sem ferir, sem despertar desconfianças, o bom sujeito que liga fora de hora para contar seu drama avisando que devemos escrever sobre isso ou exigindo um artigo de jornal contra algo que lhe desagrada. Aquela pessoa tão legal, que nos últimos tempos só fala de doenças, remédios, rancor contra tudo e todos: sombras de que ninguém precisa a mais na vida. Simplificar as saídas: sou realmente um bicho da minha toca, uma mulher da sua caverna. Minha casa sempre foi minha zona de conforto, por várias razões, inclusive fobias. [...]
Quero poucas pessoas, assim me aflijo menos, eu que sou aflita: parceiro, família, amizades especiais, as fiéis funcionárias que me ajudam na enorme incompetência para o doméstico, e que eu quero bem. Também preciso simplificar o que ofereço à minha alma: reduzir o número de noticiosos a que assisto, fissurada desde sempre pelas loucuras (às vezes maravilhas) do mundo. Mas eu lhes digo: não é fácil. Parece que a estrada está lamacenta demais, não se avança sem sujar o calçado. A irresponsabilidade geral está enorme, corrói a fímbria da alma; país e planeta andam adoentados, e é coisa feia. Nós, agarrados à casca desta terra, pobres cracas, precisamos nos dividir numa necessária esquizofrenia: metade atenta à chamada realidade, metade curtindo sonho, amores e beleza, que afinal ainda existem – e são produtos de extrema necessidade.
(Lya Luft. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/. Acesso em: 25/11/2017.)
A autora, para simplificar sua vida, encontra refúgio em
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De primeira necessidade
Às vezes, paro para pensar – na verdade, faço isso com muita frequência, minha mãe já reclamava, “essa menina sempre no mundo da lua”. Naquele tempo, eram sonhos. Hoje ainda são, mas dali resultam trabalhos: poema, artigo, romance. Conto.
Tenho pensado em como simplificar mais a vida, nesta fase que tantos temem, ah, a terrível passagem do tempo – mas por enquanto me agrada. [...].
Com o tempo, a maturidade, a experiência e alguma ousadia, fui simplificando várias coisas. Com algumas é difícil, exemplo: as relações pessoais. Não é fácil afastar sem ferir, sem despertar desconfianças, o bom sujeito que liga fora de hora para contar seu drama avisando que devemos escrever sobre isso ou exigindo um artigo de jornal contra algo que lhe desagrada. Aquela pessoa tão legal, que nos últimos tempos só fala de doenças, remédios, rancor contra tudo e todos: sombras de que ninguém precisa a mais na vida. Simplificar as saídas: sou realmente um bicho da minha toca, uma mulher da sua caverna. Minha casa sempre foi minha zona de conforto, por várias razões, inclusive fobias. [...]
Quero poucas pessoas, assim me aflijo menos, eu que sou aflita: parceiro, família, amizades especiais, as fiéis funcionárias que me ajudam na enorme incompetência para o doméstico, e que eu quero bem. Também preciso simplificar o que ofereço à minha alma: reduzir o número de noticiosos a que assisto, fissurada desde sempre pelas loucuras (às vezes maravilhas) do mundo. Mas eu lhes digo: não é fácil. Parece que a estrada está lamacenta demais, não se avança sem sujar o calçado. A irresponsabilidade geral está enorme, corrói a fímbria da alma; país e planeta andam adoentados, e é coisa feia. Nós, agarrados à casca desta terra, pobres cracas, precisamos nos dividir numa necessária esquizofrenia: metade atenta à chamada realidade, metade curtindo sonho, amores e beleza, que afinal ainda existem – e são produtos de extrema necessidade.
(Lya Luft. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/. Acesso em: 25/11/2017.)
A partir da leitura, qual a temática do texto?
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