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Lendo com as mãos: entenda como funciona o sistema de escrita Braile
O sistema de escrita Braile é um processo de escrita e leitura ___________ em 63 símbolos em alto-relevo, que surgem da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada.
Os símbolos representam letras, algarismos e sinais de pontuação. O Braile é usado por pessoas que não enxergam ou _______ baixa visão e funciona por meio do tato, com uma ou duas mãos. A leitura é feita da esquerda para a direita.
O código foi criado pelo francês Louis Braille, em 1825. Aos 3 anos, Louis teve o olho perfurado por uma ferramenta na oficina do pai. O _____________ causou uma grave infecção, que resultou em cegueira nos dois olhos. Então, aos 16 anos, ele simplificou outros métodos de escrita em relevo já existentes. O código de Braille se tornou popular no Instituto Nacional de Jovens Cegos, onde ele estudava, e foi adotado oficialmente pela instituição em 1854. Até o fim do século 19, se espalhou pelo mundo.
O Braile é codificado em diferentes níveis. No grau 1, as palavras são escritas letra por letra. Ele é mais fácil de aprender, mas é mais demorado para ser transcrito e lido. A maioria dos livros que usam o sistema tem a escrita em grau 2, que combina as letras e as substitui por palavras. Por exemplo: o sinal para N representa não, e ABX significa abaixo. No inglês, a letra Y quer dizer you (você) e B significa but (mas).
Hoje, o Braile é utilizado em todo o mundo, inclusive no Brasil – são cerca de 500 mil pessoas que usam esse sistema. Institutos como o Benjamin Constant, o Dorina Nowill e muitos outros pelo País oferecem programas de aprendizado e capacitação em Braile, e fornecem material sobre o assunto.
(Site: UOL - adaptado.)
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A transversalidade difere-se da interdisciplinaridade, e essas complementam-se; ambas rejeitam a concepção de conhecimento que toma a realidade como algo estável, pronto e acabado. A primeira se refere à abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento, e a segunda refere-se à dimensão didático-pedagógica (1ª parte). A transversalidade orienta para a necessidade de se instituir, na prática educativa, uma analogia entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados e as questões da vida real (2ª parte). A prática interdisciplinar é uma abordagem que facilita o exercício da transversalidade, constituindo-se em caminhos facilitadores da integração do processo formativo dos estudantes, pois ainda permite a sua participação na escolha dos temas prioritários (3ª parte).
A sentença está:
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As diretrizes são dimensões normativas, reguladoras de caminhos, embora não fechadas a que historicamente possam, a partir das determinações iniciais, tomar novos rumos (1ª parte). Diretrizes visam desencadear ações uniformes (2ª parte). Na medida em que procedem de ditames constitucionais e de marcos legais nacionais, se referem ao resgate de uma comunidade que povoou e construiu a nação brasileira, as diretrizes atingem o âmago do pacto federativo (3ª parte).
A sentença está:
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I. Tem dificuldades em interagir adaptativamente, não usufruindo da ação do grupo para o seu desenvolvimento pessoal e social. II. O desempenho na sala de aula é perturbador, exigindo, assim, que o professor tenha maturidade especial para manter a dinâmica do grupo em funcionamento. III. Uma dificuldade importante é a incapacidade de confiar no outro e aceitar a dependência em relação a ele.
Está(ão) CORRETO(S):
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I. A conexão entre a formação inicial e a permanente dos professores é imprescindível. II. Alguns professores desestruturam-se ao receber um aluno diferente em sua aula, que não realiza as tarefas de forma igualitária aos colegas. III. O despreparo dos profissionais para receber os alunos, assinalados historicamente pelas diferenças na escola dita para todos, é um dos empecilhos para a efetivação da Educação Inclusiva.
Está(ão) CORRETO(S):
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Ainda é possível verificar, no ambiente escolar, um espaço onde a cooperação entre professor e supervisor não se dá na forma como deveria. O professor vive na sua individualidade, fazendo de sua prática uma ação isolada. Positivamente, este pode obter um feedback, por meio das avaliações que realiza; no entanto, pode ser pouco confiável, pois, afinal, a avaliação escolar pode representar um mecanismo que mede apenas uma porção limitada do desempenho da criança (1ª parte). É importante não fortalecer a ação do educador, para que este possa agir com pouca flexibilidade, buscando sempre o auxílio do supervisor escolar, fazendo com que, assim, trabalhem juntos (2ª parte). É preciso fazer com que os educadores confiem mais na sua capacidade e aprendam a viver em grupo, valorizando as ideias como um todo e não partindo do individualismo (3ª parte).
A sentença está:
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