Foram encontradas 38 questões.
229176
Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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Sejam as matrizes: A =
B =
e A x B =
. O valor da soma x + y + z é:
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229164
Ano: 2016
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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Do ponto de vista do regime de finanças públicas implementado pela LRF, o Relatório de Gestão Fiscal ocupa posição
fundamental quanto ao acompanhamento das atividades financeiras da Administração Pública. Considerando esta
premissa, assinale a afirmativa correta sobre o Relatório de Gestão Fiscal.
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229159
Ano: 2016
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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No controle externo exercido pelo Legislativo com o auxílio do Tribunal de Contas, é verificado o cumprimento de
normas da LRF. Esse controle deve ter ênfase nos seguintes pontos, EXCETO:
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229106
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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O coronel, que então morava já na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho
do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que
arranjava médico, remédio, tudo.
Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas
duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar.
Sempre escrevia no caixote: CUIDADO É OVOS – e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo cuidado para
não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele
abanava a cabeça como quem diz: qual...Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos
bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas
dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro – “cuidado, é ovos”!
Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava:
– Quantos salvaram?
Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?”
A mulher dizia. Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça
com um ar engraçado:
– Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez. [...]
(BRAGA, R. O Compadre Pobre. In. BRAGA, R. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
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229100
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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O coronel, que então morava já na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho
do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que
arranjava médico, remédio, tudo.
Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas
duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar.
Sempre escrevia no caixote: CUIDADO É OVOS – e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo cuidado para
não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele
abanava a cabeça como quem diz: qual...Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos
bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas
dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro – “cuidado, é ovos”!
Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava:
– Quantos salvaram?
Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?”
A mulher dizia. Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça
com um ar engraçado:
– Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez. [...]
(BRAGA, R. O Compadre Pobre. In. BRAGA, R. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
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229096
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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O coronel, que então morava já na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho
do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que
arranjava médico, remédio, tudo.
Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas
duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar.
Sempre escrevia no caixote: CUIDADO É OVOS – e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo cuidado para
não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele
abanava a cabeça como quem diz: qual...Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos
bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas
dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro – “cuidado, é ovos”!
Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava:
– Quantos salvaram?
Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?”
A mulher dizia. Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça
com um ar engraçado:
– Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez. [...]
(BRAGA, R. O Compadre Pobre. In. BRAGA, R. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
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229095
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Provas:
Escolhas e repercussão social
Toda sociedade grande e complexa tem, na verdade, duas qualidades: é muito firme e muito elástica. Em seu
interior, constantemente se abre um espaço para as decisões individuais. Apresentam-se oportunidades que podem ser
aproveitadas ou perdidas. Aparecem encruzilhadas em que as pessoas têm de fazer escolhas, e de suas escolhas,
conforme sua posição social, pode depender seu destino pessoal imediato, ou o de uma família inteira, ou ainda, em
certas situações, de nações inteiras ou de grupos dentro delas. Pode depender de suas escolhas que a resolução
completa das tensões existentes ocorra na geração atual ou somente na seguinte. Delas pode depender a determinação
de qual das pessoas ou grupos em confronto, dentro de um sistema particular de tensões, se tornará o executor das
transformações para as quais as tensões estão impelindo, e de que lado e em que lugar se localizarão os centros das
novas formas de integração rumo às quais se deslocam as mais antigas, em virtude, sempre, de suas tensões. Mas as
oportunidades entre as quais a pessoa assim se vê forçada a optar não são, em si mesmas, criadas por essa pessoa. São
prescritas e limitadas pela estrutura específica de sua sociedade e pela natureza das funções que as pessoas exercem
dentro dela. E, seja qual for a oportunidade que ela aproveite, seu ato se entremeará com os de outras pessoas;
desencadeará outras sequências de ações, cuja direção e resultado provisório não dependerão desse indivíduo, mas da
distribuição do poder e da estrutura das tensões em toda essa rede humana móvel.
(ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.)
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229094
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Provas:
O coronel, que então morava já na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho
do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que
arranjava médico, remédio, tudo.
Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas
duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar.
Sempre escrevia no caixote: CUIDADO É OVOS – e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo cuidado para
não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele
abanava a cabeça como quem diz: qual...Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos
bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas
dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro – “cuidado, é ovos”!
Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava:
– Quantos salvaram?
Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?”
A mulher dizia. Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça
com um ar engraçado:
– Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez. [...]
(BRAGA, R. O Compadre Pobre. In. BRAGA, R. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
229093
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Provas:
Escolhas e repercussão social
Toda sociedade grande e complexa tem, na verdade, duas qualidades: é muito firme e muito elástica. Em seu
interior, constantemente se abre um espaço para as decisões individuais. Apresentam-se oportunidades que podem ser
aproveitadas ou perdidas. Aparecem encruzilhadas em que as pessoas têm de fazer escolhas, e de suas escolhas,
conforme sua posição social, pode depender seu destino pessoal imediato, ou o de uma família inteira, ou ainda, em
certas situações, de nações inteiras ou de grupos dentro delas. Pode depender de suas escolhas que a resolução
completa das tensões existentes ocorra na geração atual ou somente na seguinte. Delas pode depender a determinação
de qual das pessoas ou grupos em confronto, dentro de um sistema particular de tensões, se tornará o executor das
transformações para as quais as tensões estão impelindo, e de que lado e em que lugar se localizarão os centros das
novas formas de integração rumo às quais se deslocam as mais antigas, em virtude, sempre, de suas tensões. Mas as
oportunidades entre as quais a pessoa assim se vê forçada a optar não são, em si mesmas, criadas por essa pessoa. São
prescritas e limitadas pela estrutura específica de sua sociedade e pela natureza das funções que as pessoas exercem
dentro dela. E, seja qual for a oportunidade que ela aproveite, seu ato se entremeará com os de outras pessoas;
desencadeará outras sequências de ações, cuja direção e resultado provisório não dependerão desse indivíduo, mas da
distribuição do poder e da estrutura das tensões em toda essa rede humana móvel.
(ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.)
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229066
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Provas:
Escolhas e repercussão social
Toda sociedade grande e complexa tem, na verdade, duas qualidades: é muito firme e muito elástica. Em seu
interior, constantemente se abre um espaço para as decisões individuais. Apresentam-se oportunidades que podem ser
aproveitadas ou perdidas. Aparecem encruzilhadas em que as pessoas têm de fazer escolhas, e de suas escolhas,
conforme sua posição social, pode depender seu destino pessoal imediato, ou o de uma família inteira, ou ainda, em
certas situações, de nações inteiras ou de grupos dentro delas. Pode depender de suas escolhas que a resolução
completa das tensões existentes ocorra na geração atual ou somente na seguinte. Delas pode depender a determinação
de qual das pessoas ou grupos em confronto, dentro de um sistema particular de tensões, se tornará o executor das
transformações para as quais as tensões estão impelindo, e de que lado e em que lugar se localizarão os centros das
novas formas de integração rumo às quais se deslocam as mais antigas, em virtude, sempre, de suas tensões. Mas as
oportunidades entre as quais a pessoa assim se vê forçada a optar não são, em si mesmas, criadas por essa pessoa. São
prescritas e limitadas pela estrutura específica de sua sociedade e pela natureza das funções que as pessoas exercem
dentro dela. E, seja qual for a oportunidade que ela aproveite, seu ato se entremeará com os de outras pessoas;
desencadeará outras sequências de ações, cuja direção e resultado provisório não dependerão desse indivíduo, mas da
distribuição do poder e da estrutura das tensões em toda essa rede humana móvel.
(ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.)
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