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Foram encontradas 39 questões.

229527 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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“A fim de efetuar um levantamento sobre mortalidade geral no município é necessário calcular alguns indicadores.” Para a montagem dos coeficientes de mortalidade geral e de causas específicas, o número de óbitos é dividido por:
 

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229524 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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A participação popular junto ao SUS deve se dar via Conselhos de Saúde com representação partidária de: I. Usuários do SUS. II. Profissionais de saúde que atuam no SUS. III. Representantes governamentais. Estão corretas as alternativas

 

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229518 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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A Atenção Básica tem um papel essencial na identificação dos fatores de risco e no reconhecimento da asma no estágio inicial, para um melhor resultado terapêutico e prognósticos dos casos. São fatores de risco para o desenvolvimento da asma nas crianças de dois a cinco anos de idade com sibilância frequente, EXCETO:
 

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229515 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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É um tipo de dinâmica de disseminação de doença, a qual atinge uma pequena área geográfica delimitada ou população institucionalizada (creches, escolas etc). Essa dinâmica é caracterizada como
 

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229513 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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É uma doença endêmica em algumas áreas do Brasil cujo controle se dá com vigilância em animais reservatórios (como os cães) e controle do vetor, popularmente conhecido como mosquito palha. Essas são consideradas medidas de controle da:
 

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229512 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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O hidrocoloide é uma cobertura utilizada na prevenção e no tratamento de feridas abertas não infectadas, sendo INCORRETO afirmar que:
 

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229510 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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As infrações éticas e disciplinares ao exercício profissional da enfermagem são caracterizadas em leves, graves ou gravíssimas de acordo com a natureza do ato e a circunstância de cada caso. Conforme o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, são consideradas infrações leves aquelas que:
 

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Em qualquer processo de comunicação, quatro elementos básicos podem ser identificados, ou seja, a fonte da informação; a informação propriamente dita; o veículo pelo qual a informação é transmitida; e, o receptor da informação. Baseado nesses quatro elementos pode-se concluir que seis elementos são a base da comunicação de dados em um sistema computacional, que são: transmissor; codificador; meio; receptor; decodificador; e, mensagem. Existem diferentes aplicações em comunicação de dados; uma dessas requer, em cada estação remota, um terminal inteligente e, nessa estação, durante um determinado período são executadas operações off-line. Assinale a alternativa que apresenta corretamente essa aplicação.
 

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A importância da família estruturada
Um levantamento do Ministério Público de São Paulo traz um dado revelador: dois terços dos jovens infratores da capital paulista fazem parte de famílias que não têm um pai dentro de casa. Além de não viverem com o pai, 42% não têm contato algum com ele e 37% têm parentes com antecedentes criminais.
Ajudam a engrossar essas estatísticas os garotos Waldik Gabriel, de 11 anos, morto em Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo, depois de fugir da Guarda Civil Metropolitana, e Ítalo, de 10 anos, envolvido em três ocorrências de roubo só em 2016, morto pela Polícia Militar no início de junho, depois de furtar um carro na Zona Sul da cidade. O pai de Waldik é caminhoneiro e não vivia com a mãe. O de Ítalo está preso por tráfico. A mãe já cumpriu pena por furto e roubo.
É certo que um pai presente e próximo ao filho faz diferença. Mas, mais que a figura masculina propriamente dita, faz falta uma família estruturada, independentemente da configuração, que dê atenção, carinho, apoio, noções de continência e limite, elementos que protegem os jovens em fase de desenvolvimento.
A mãe e a avó, nessa família brasileira que cresce cada vez mais matriarcal, desdobram-se para tentar cumprir esses requisitos e preencher as lacunas, mas são “atropeladas” pela rotina dura. Muitas vezes, não têm tempo, energia, dinheiro e voz para lidar com esses garotos e garotas que crescem na rua, longe da escola, em bairros sem equipamentos de esporte e cultura, próximos de amigos e parentes que podem estar envolvidos com o crime.
A criança precisa ter muita autoestima e persistência para buscar nesse horizonte nebuloso um projeto de vida. Sem apoio emocional, sem uma escola que estimule seu potencial, sem ter o que fazer com seu tempo livre, sem enxergar uma luz no fim do túnel, ela fica muito mais perto da droga, do tráfico, do delito, da violência e da gestação na adolescência. É nessa mesma família, sem pai à vista, de baixa renda, longe da sala de aula, nas periferias, que pipocam os quase 15% das jovens que são mães na adolescência, taxa alarmante que resiste a baixar nas regiões mais carentes.
E o que acontece com essa menina que engravida porque enxerga na maternidade um papel social, uma forma de justificar sua existência no mundo? Iludidas com a perspectiva de estabilizar um relacionamento (a família estruturada que não têm?), elas ficam, usualmente, sozinhas, ainda mais distantes da escola e de seu projeto de vida. O pai da criança some no mundo, e são elas que arcam com o ônus do filho, sobrecarregando um lar que já vivia no limite. Segue-se um ciclo que parece não ter fim.
Sem políticas públicas que foquem nessa família mais vulnerável, no apoio emocional e social para esses jovens, em uma escola mais atraente, em projetos de vida, em alternativas de lazer, a realidade diária na vida desses jovens continuará a ser a gravidez na adolescência, a violência e a criminalidade.
(Jairo Bouer, 11/07/2016. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/jairo-bouer/noticia/2016/07/importancia-da-familiaestruturada.html.)
Considerando as estruturas linguísticas apresentadas nos trechos a seguir selecionados, assinale o comentário referente em que há correção.
 

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A importância da família estruturada
Um levantamento do Ministério Público de São Paulo traz um dado revelador: dois terços dos jovens infratores da capital paulista fazem parte de famílias que não têm um pai dentro de casa. Além de não viverem com o pai, 42% não têm contato algum com ele e 37% têm parentes com antecedentes criminais.
Ajudam a engrossar essas estatísticas os garotos Waldik Gabriel, de 11 anos, morto em Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo, depois de fugir da Guarda Civil Metropolitana, e Ítalo, de 10 anos, envolvido em três ocorrências de roubo só em 2016, morto pela Polícia Militar no início de junho, depois de furtar um carro na Zona Sul da cidade. O pai de Waldik é caminhoneiro e não vivia com a mãe. O de Ítalo está preso por tráfico. A mãe já cumpriu pena por furto e roubo.
É certo que um pai presente e próximo ao filho faz diferença. Mas, mais que a figura masculina propriamente dita, faz falta uma família estruturada, independentemente da configuração, que dê atenção, carinho, apoio, noções de continência e limite, elementos que protegem os jovens em fase de desenvolvimento.
A mãe e a avó, nessa família brasileira que cresce cada vez mais matriarcal, desdobram-se para tentar cumprir esses requisitos e preencher as lacunas, mas são “atropeladas” pela rotina dura. Muitas vezes, não têm tempo, energia, dinheiro e voz para lidar com esses garotos e garotas que crescem na rua, longe da escola, em bairros sem equipamentos de esporte e cultura, próximos de amigos e parentes que podem estar envolvidos com o crime.
A criança precisa ter muita autoestima e persistência para buscar nesse horizonte nebuloso um projeto de vida. Sem apoio emocional, sem uma escola que estimule seu potencial, sem ter o que fazer com seu tempo livre, sem enxergar uma luz no fim do túnel, ela fica muito mais perto da droga, do tráfico, do delito, da violência e da gestação na adolescência. É nessa mesma família, sem pai à vista, de baixa renda, longe da sala de aula, nas periferias, que pipocam os quase 15% das jovens que são mães na adolescência, taxa alarmante que resiste a baixar nas regiões mais carentes.
E o que acontece com essa menina que engravida porque enxerga na maternidade um papel social, uma forma de justificar sua existência no mundo? Iludidas com a perspectiva de estabilizar um relacionamento (a família estruturada que não têm?), elas ficam, usualmente, sozinhas, ainda mais distantes da escola e de seu projeto de vida. O pai da criança some no mundo, e são elas que arcam com o ônus do filho, sobrecarregando um lar que já vivia no limite. Segue-se um ciclo que parece não ter fim.
Sem políticas públicas que foquem nessa família mais vulnerável, no apoio emocional e social para esses jovens, em uma escola mais atraente, em projetos de vida, em alternativas de lazer, a realidade diária na vida desses jovens continuará a ser a gravidez na adolescência, a violência e a criminalidade.
(Jairo Bouer, 11/07/2016. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/jairo-bouer/noticia/2016/07/importancia-da-familiaestruturada.html.)
A partir do reconhecimento dos aspectos apresentados pela morfossintaxe, considere os elementos destacados no primeiro parágrafo do texto transcrito a seguir: “Um levantamento do Ministério Público de São Paulo traz um dado (I) revelador: dois terços dos jovens infratores da capital paulista fazem parte de famílias que não têm um pai (II) dentro de casa. Além de (III) não viverem (IV) com o pai, 42% não têm contato algum com ele e 37% têm parentes com antecedentes criminais.” São equivalentes quanto aos aspectos citados anteriormente apenas:
 

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