Foram encontradas 20 questões.
Considerando dados populacionais município de Vila Valério (ES), oriundos do Censo 2010
realizado pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, pode-se corretamente afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No ano de 2010, quando foi realizado o Censo Demográfico pelo Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) no município de Vila Valério (ES) e, com relação aos aspectos sociais, notou-se que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando aspectos históricos, turísticos e geográficos do município de Vila Valério (ES),
leia e analise os itens abaixo:
I. O município de Vila Valério (ES) se destaca no solo capixaba, tendo como potencial econômico a produção de café conillon, eucalipto, pimenta do reino e coco, aos poucos está mostrando que tem força e capacidade para se desenvolver e ampliar ainda mais as suas potencialidades. II. O município de Vila Valério (ES) conta ainda com uma cultura bem diversificada atingindo todas as etnias; dentro dos eventos culturais temos as tradicionais festas: Festa do Coco; Campeonato de Voo Livre; Corpus Christi; Enduro de MotoCross; Festa Religiosas de Padroeiros; Festa de Nossa Senhora das Graças e Grupo de Folia de Reis. III. O município de Vila Valério (ES) recebeu esse nome em homenagem ao advogado polonês Dr. Walerjan Koszarowski que muito se empenhou em combater a malária (epidemia da época). Nasceu dos sonhos e da luta de brasileiros descendentes de alemães, italianos e mineiros que vieram para essa região na década de 1840.
Dos itens supra apresentados, pode-se CORRETAMENTE julgar que:
I. O município de Vila Valério (ES) se destaca no solo capixaba, tendo como potencial econômico a produção de café conillon, eucalipto, pimenta do reino e coco, aos poucos está mostrando que tem força e capacidade para se desenvolver e ampliar ainda mais as suas potencialidades. II. O município de Vila Valério (ES) conta ainda com uma cultura bem diversificada atingindo todas as etnias; dentro dos eventos culturais temos as tradicionais festas: Festa do Coco; Campeonato de Voo Livre; Corpus Christi; Enduro de MotoCross; Festa Religiosas de Padroeiros; Festa de Nossa Senhora das Graças e Grupo de Folia de Reis. III. O município de Vila Valério (ES) recebeu esse nome em homenagem ao advogado polonês Dr. Walerjan Koszarowski que muito se empenhou em combater a malária (epidemia da época). Nasceu dos sonhos e da luta de brasileiros descendentes de alemães, italianos e mineiros que vieram para essa região na década de 1840.
Dos itens supra apresentados, pode-se CORRETAMENTE julgar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o texto para responder a questão.
Viagem no tempo
Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os
viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, ____ poucos anos,
chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe”, explicou
constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava.
Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitavase “dar trabalho”.
Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de
o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro
giratório colocado ____ frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas
estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo,
direcionava-se o vento para dentro, ___ fim de refrescar a pessoa acalorada. Até ____ pouco tempo, no
Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.
Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar ___ esquerda ou ___ direita, nem
luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar:
mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar ___ esquerda: braço reto estendido; entrar ___ direita, braço
alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos
obrigatoriamente conhecidos.
Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde,
após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas
horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os
fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.
Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas
complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas
de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo
viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram
as elétricas, as eletrônicas digitais...
Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste,
um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?”. E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que
datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas
de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o
silêncio dos computadores.
Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do
juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em
riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram
coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as
crianças tinham bons modos, obedeciam até ___ olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se
em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes. O ritmo está cada vez mais
rápido.
Ivan Ângelo (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o texto para responder a questão.
Viagem no tempo
Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os
viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, ____ poucos anos,
chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe”, explicou
constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava.
Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitavase “dar trabalho”.
Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de
o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro
giratório colocado ____ frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas
estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo,
direcionava-se o vento para dentro, ___ fim de refrescar a pessoa acalorada. Até ____ pouco tempo, no
Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.
Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar ___ esquerda ou ___ direita, nem
luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar:
mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar ___ esquerda: braço reto estendido; entrar ___ direita, braço
alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos
obrigatoriamente conhecidos.
Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde,
após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas
horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os
fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.
Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas
complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas
de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo
viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram
as elétricas, as eletrônicas digitais...
Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste,
um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?”. E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que
datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas
de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o
silêncio dos computadores.
Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do
juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em
riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram
coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as
crianças tinham bons modos, obedeciam até ___ olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se
em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes. O ritmo está cada vez mais
rápido.
Ivan Ângelo (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o texto para responder a questão.
Viagem no tempo
Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os
viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, ____ poucos anos,
chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe”, explicou
constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava.
Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitavase “dar trabalho”.
Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de
o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro
giratório colocado ____ frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas
estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo,
direcionava-se o vento para dentro, ___ fim de refrescar a pessoa acalorada. Até ____ pouco tempo, no
Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.
Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar ___ esquerda ou ___ direita, nem
luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar:
mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar ___ esquerda: braço reto estendido; entrar ___ direita, braço
alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos
obrigatoriamente conhecidos.
Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde,
após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas
horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os
fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.
Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas
complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas
de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo
viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram
as elétricas, as eletrônicas digitais...
Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste,
um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?”. E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que
datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas
de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o
silêncio dos computadores.
Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do
juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em
riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram
coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as
crianças tinham bons modos, obedeciam até ___ olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se
em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes. O ritmo está cada vez mais
rápido.
Ivan Ângelo (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o texto para responder a questão.
Viagem no tempo
Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os
viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, ____ poucos anos,
chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe”, explicou
constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava.
Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitavase “dar trabalho”.
Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de
o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro
giratório colocado ____ frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas
estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo,
direcionava-se o vento para dentro, ___ fim de refrescar a pessoa acalorada. Até ____ pouco tempo, no
Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.
Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar ___ esquerda ou ___ direita, nem
luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar:
mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar ___ esquerda: braço reto estendido; entrar ___ direita, braço
alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos
obrigatoriamente conhecidos.
Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde,
após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas
horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os
fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.
Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas
complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas
de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo
viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram
as elétricas, as eletrônicas digitais...
Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste,
um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?”. E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que
datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas
de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o
silêncio dos computadores.
Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do
juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em
riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram
coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as
crianças tinham bons modos, obedeciam até ___ olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se
em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes. O ritmo está cada vez mais
rápido.
Ivan Ângelo (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
553908
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Vila Valério-ES
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Vila Valério-ES
Provas:
Leia e observe atentamente a imagem a seguir:

Considerando atuais aspectos sociais no Brasil, em especial acerca o cenário gênero e raça é inadequado
afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na avaliação do tipo de tecido no leito da lesão podem ser encontrados tecidos viáveis e inviáveis. Assinale a alternativa que apresenta um tipo de tecido viável:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container