Foram encontradas 40 questões.
Caso clínico abaixo.
Paciente de 59 anos, sexo masculino, com história de doença arterial coronária e angioplastia coronariana, procura cardiologista para consulta de rotina, sendo observado ao exame físico pressão arterial de 150/95mmHg, confirmada por mais duas medidas.
De acordo com as diretrizes brasileiras de cardiologia, assinale a alternativa abaixo que contém os fatores de risco adicionais que devem ser considerem na avaliação do paciente hipertenso:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No Microsoft Excel 2007 ao se desejar o valor máximo de um conjunto de valores deve-se utilizar a função:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em caso de paciente com estenose valvar aórtica de origem degenerativa, assinale entre as alternativas abaixo aquela que não é indicação de terapia de substituição valvar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As boas almas
Quase todas as manhãs vejo o senhor que sobe a última quadra da rua das Palmeiras com um saquinho de supermercado na mão e para na praça Marechal. É recebido por uma revoada rasante de pombos, cuja euforia alada logo atrai outros mais de uma centena, e o senhor murmura "calma, calma", enquanto enfia a mão no saco plástico e atira no chão de terra do playground punhados de farelos de pão e milho misturados, até esgotar o saco, que sacode de boca para baixo sobre as cabeças e bicos atarefados. Observa a cena por algum tempo, com ar satisfeito, depois volta para casa.
Os bichos de rua têm muitos amigos na cidade enorme. Perto dali, no Parque da Água Branca, ou mais longe, no Parque do Piqueri, ou no Centro, na Praça Ramos, senhoras suaves levam iscas para os gatos, que as rodeiam com miados de boa tarde e obrigado, oh, muito obrigado. Talvez isso os torne meio relapsos na caça aos ratos, mas nem adianta dizêlo à aposentada dona Lourdes, no Piqueri, pois nada mudaria sua rotina de juntar restos de cozinha e carninhas de açougue, cozinhar com um pouco de tempero, “só para dar um gostinho”, e promover o vesperal banquete.
Os cães vadios não se organizam em comunidades, como os gatos. Batem perna pelas calçadas até encontrar um catador de papel ou um morador de rua precisado de companhia. Reconhecem-se num só olhar. Aquecem um ao outro no inverno, em morno abraço e carentes. De dia o cão come da comida que o homem arruma, de noite retribui rosnando contra invasores. Em caso de escassez de alimentos, a preferência é sempre do cão. Ao cuidar dele o homem compensa o seu próprio abandono, torna- se um provedor, responsável por alguém mais necessitado e desamparado. Poder dar é a sua riqueza naquele momento. Mais do que riqueza: é a recuperação da sua humanidade.
Se um desses cães sem dono de pelo embaçado encosta em um portão, acaba encontrando alguém que lhe chega uns restos, e vai ficando por ali, e seu pelo com o tempo brilha agradecido, e ele se torna valente guardião daquela porta. Cães não gostam de ficar devendo obrigação.
Peixes e marrecos engordam nos lagos dos parques públicos, mimados pelos visitantes. No zoo é preciso coibir a compulsão dos alimentadores. No Simba Safari, macacos fazem piquenique sobre os carros. Há quem plante pitangueira no quintal, ou goiabeira, só para farra de passarinhos. Até pardais encontram quireras de afeto. A cidade é o grande albergue das espécies vagabundas.
Numa destas manhãs em que me senti desocupado como esses bichos, segui o senhor dos pombos até a praça. Eles já o conheciam bem, talvez o esperassem. Apreciei os gestos cada vez mais largos com que ele procurava atirar o farelo para os pombos mais afastados, a fim de evitar disputas. Onde não há para todos, sabe-se, a civilidade desaparece. Falei com ele, naquele momento final em que apenas parecia apreciá-los, sorrindo da sua voracidade, e fiquei surpreso ao ouvi-lo dizer que não gostava de pombos.
- Tenho horror da sujeira que fazem nos beirais dos prédios, nas calçadas.
- Por que dá comida para eles, então?
- Não é pela comida. Ponho anticoncepcional no farelo para ver se desaparecem aos poucos.
(Angelo, Ivan. O comprador de aventuras: e outras crônicas.São Paulo: Ática, 200. 101 p. il. Para gostar de ler, 28)
Na primeira frase do texto, ocorrem várias expressões de caráter adverbial. Dentre as opções abaixo, assinale aquela que não apresenta esse comportamento morfológico.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente de 22 anos, sexo feminino, com história de amigdalites de repetição, apresenta quadro de palpitação e falta de após execício intenso em academia. No Pronto Socorro, após avaliação pelo clínico geral, observado (sinais positivos); taquicardia sinusal e congestão pulmonar em base dos pulmões Eletrocardiograma compatível com sobrecarga atrial esquerda. Ecocardiograma mostrando aumento moderado ao átrio esquerdo, fusão das comissuras da valva mitral, com área valvar mitral estimada pela planimetria de 1,1cm2. Gradiente diastólico médio do fluxo transmitral de 9mmHg. Insuficiência mitral discreta. Calcificação discreta localizada apenas nas extremidades dos folhetos. Pressão sistólica artéria pulmonar estimada em 55mmHg.
Em relação aos exames complementares e o tratamento medicamentoso, há indicação precisa no caso acima de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As boas almas
Quase todas as manhãs vejo o senhor que sobe a última quadra da rua das Palmeiras com um saquinho de supermercado na mão e para na praça Marechal. É recebido por uma revoada rasante de pombos, cuja euforia alada logo atrai outros mais de uma centena, e o senhor murmura "calma, calma", enquanto enfia a mão no saco plástico e atira no chão de terra do playground punhados de farelos de pão e milho misturados, até esgotar o saco, que sacode de boca para baixo sobre as cabeças e bicos atarefados. Observa a cena por algum tempo, com ar satisfeito, depois volta para casa.
Os bichos de rua têm muitos amigos na cidade enorme. Perto dali, no Parque da Água Branca, ou mais longe, no Parque do Piqueri, ou no Centro, na Praça Ramos, senhoras suaves levam iscas para os gatos, que as rodeiam com miados de boa tarde e obrigado, oh, muito obrigado. Talvez isso os torne meio relapsos na caça aos ratos, mas nem adianta dizêlo à aposentada dona Lourdes, no Piqueri, pois nada mudaria sua rotina de juntar restos de cozinha e carninhas de açougue, cozinhar com um pouco de tempero, “só para dar um gostinho”, e promover o vesperal banquete.
Os cães vadios não se organizam em comunidades, como os gatos. Batem perna pelas calçadas até encontrar um catador de papel ou um morador de rua precisado de companhia. Reconhecem-se num só olhar. Aquecem um ao outro no inverno, em morno abraço e carentes. De dia o cão come da comida que o homem arruma, de noite retribui rosnando contra invasores. Em caso de escassez de alimentos, a preferência é sempre do cão. Ao cuidar dele o homem compensa o seu próprio abandono, torna- se um provedor, responsável por alguém mais necessitado e desamparado. Poder dar é a sua riqueza naquele momento. Mais do que riqueza: é a recuperação da sua humanidade.
Se um desses cães sem dono de pelo embaçado encosta em um portão, acaba encontrando alguém que lhe chega uns restos, e vai ficando por ali, e seu pelo com o tempo brilha agradecido, e ele se torna valente guardião daquela porta. Cães não gostam de ficar devendo obrigação.
Peixes e marrecos engordam nos lagos dos parques públicos, mimados pelos visitantes. No zoo é preciso coibir a compulsão dos alimentadores. No Simba Safari, macacos fazem piquenique sobre os carros. Há quem plante pitangueira no quintal, ou goiabeira, só para farra de passarinhos. Até pardais encontram quireras de afeto. A cidade é o grande albergue das espécies vagabundas.
Numa destas manhãs em que me senti desocupado como esses bichos, segui o senhor dos pombos até a praça. Eles já o conheciam bem, talvez o esperassem. Apreciei os gestos cada vez mais largos com que ele procurava atirar o farelo para os pombos mais afastados, a fim de evitar disputas. Onde não há para todos, sabe-se, a civilidade desaparece. Falei com ele, naquele momento final em que apenas parecia apreciá-los, sorrindo da sua voracidade, e fiquei surpreso ao ouvi-lo dizer que não gostava de pombos.
- Tenho horror da sujeira que fazem nos beirais dos prédios, nas calçadas.
- Por que dá comida para eles, então?
- Não é pela comida. Ponho anticoncepcional no farelo para ver se desaparecem aos poucos.
(Angelo, Ivan. O comprador de aventuras: e outras crônicas.São Paulo: Ática, 200. 101 p. il. Para gostar de ler, 28)
Assinale a opção em que se faz um comentário correto sobre a colocação do pronome oblíquo em “Eles já o conheciam bem,”.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Caso clínico referente a questão abaixo.
Paciente de 58 anos, sexo masculino, hipertenso de longa data e sem controle adequado, conta história de que há 5 anos vem apresentando quadro de falta de ar aos grandes esforços, com piora de falta de ar para esforços moderados há cerca de 4 meses. Ele procurou o cardiologista da unidade básica de saúde devido a esses sintomas. Ao exame físico, foi observado (dados positivos): PA: 180/110 mmHg, frequência cardíaca 82 bpm, frequência respiratória 16 incursões por minuto. Apresentava também crepitações finas na base dos pulmões, bilateralmente. No exame cardiovascular foi observado ictus no quinto espaço intercostal esquerdo, linha hemiclavicular, impulsivo 2+/4+, sem outras alterações.
Assinale a alternativa abaixo que contenha o tratamento da patologia referida do caso, que de acordo com as diretrizes atuais, mais tem demonstrado melhora do prognóstico:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Caso clínico abaixo.
Paciente de 59 anos, sexo masculino, com história de doença arterial coronária e angioplastia coronariana, procura cardiologista para consulta de rotina, sendo observado ao exame físico pressão arterial de 150/95mmHg, confirmada por mais duas medidas.
De acordo com as diretrizes brasileiras atuais, assinale a alternativa que contenha o risco cardiovascular global do paciente do caso clínico referido:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No Microsoft Word 2007, para adicionar marcadores ou numeração a uma lista deve-se selecionar inicialmente os itens aos quais deseja adicionar marcadores ou numeração, e em seguida ir na guia:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As boas almas
Quase todas as manhãs vejo o senhor que sobe a última quadra da rua das Palmeiras com um saquinho de supermercado na mão e para na praça Marechal. É recebido por uma revoada rasante de pombos, cuja euforia alada logo atrai outros mais de uma centena, e o senhor murmura "calma, calma", enquanto enfia a mão no saco plástico e atira no chão de terra do playground punhados de farelos de pão e milho misturados, até esgotar o saco, que sacode de boca para baixo sobre as cabeças e bicos atarefados. Observa a cena por algum tempo, com ar satisfeito, depois volta para casa.
Os bichos de rua têm muitos amigos na cidade enorme. Perto dali, no Parque da Água Branca, ou mais longe, no Parque do Piqueri, ou no Centro, na Praça Ramos, senhoras suaves levam iscas para os gatos, que as rodeiam com miados de boa tarde e obrigado, oh, muito obrigado. Talvez isso os torne meio relapsos na caça aos ratos, mas nem adianta dizêlo à aposentada dona Lourdes, no Piqueri, pois nada mudaria sua rotina de juntar restos de cozinha e carninhas de açougue, cozinhar com um pouco de tempero, “só para dar um gostinho”, e promover o vesperal banquete.
Os cães vadios não se organizam em comunidades, como os gatos. Batem perna pelas calçadas até encontrar um catador de papel ou um morador de rua precisado de companhia. Reconhecem-se num só olhar. Aquecem um ao outro no inverno, em morno abraço e carentes. De dia o cão come da comida que o homem arruma, de noite retribui rosnando contra invasores. Em caso de escassez de alimentos, a preferência é sempre do cão. Ao cuidar dele o homem compensa o seu próprio abandono, torna- se um provedor, responsável por alguém mais necessitado e desamparado. Poder dar é a sua riqueza naquele momento. Mais do que riqueza: é a recuperação da sua humanidade.
Se um desses cães sem dono de pelo embaçado encosta em um portão, acaba encontrando alguém que lhe chega uns restos, e vai ficando por ali, e seu pelo com o tempo brilha agradecido, e ele se torna valente guardião daquela porta. Cães não gostam de ficar devendo obrigação.
Peixes e marrecos engordam nos lagos dos parques públicos, mimados pelos visitantes. No zoo é preciso coibir a compulsão dos alimentadores. No Simba Safari, macacos fazem piquenique sobre os carros. Há quem plante pitangueira no quintal, ou goiabeira, só para farra de passarinhos. Até pardais encontram quireras de afeto. A cidade é o grande albergue das espécies vagabundas.
Numa destas manhãs em que me senti desocupado como esses bichos, segui o senhor dos pombos até a praça. Eles já o conheciam bem, talvez o esperassem. Apreciei os gestos cada vez mais largos com que ele procurava atirar o farelo para os pombos mais afastados, a fim de evitar disputas. Onde não há para todos, sabe-se, a civilidade desaparece. Falei com ele, naquele momento final em que apenas parecia apreciá-los, sorrindo da sua voracidade, e fiquei surpreso ao ouvi-lo dizer que não gostava de pombos.
- Tenho horror da sujeira que fazem nos beirais dos prédios, nas calçadas.
- Por que dá comida para eles, então?
- Não é pela comida. Ponho anticoncepcional no farelo para ver se desaparecem aos poucos.
(Angelo, Ivan. O comprador de aventuras: e outras crônicas.São Paulo: Ática, 200. 101 p. il. Para gostar de ler, 28)
Ao empregar a oração destacada em “Onde não há para todos, sabe-se, a civilidade desaparece.”, o autor pretende mostra que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container