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Foram encontradas 39 questões.

Indique a alternativa cujo emprego da vírgula está correto.
 

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Assinale a alternativa cujas palavras em destaque na frase, estão acentuadas corretamente, de acordo com a nova regra ortográfica da língua portuguesa.
 

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Preencha os espaços em branco das frases a seguir craseando corretamente.
• Peguei ___ (a, à) caneta ___ (a, à) direita e escrevi ___ (a, à) poesia de abertura do livro.
• Roberto e Mariano foram ___ (a, à) escolinha de natação rever ___ (as, às) amigas Clara e Rosa.
 

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803625 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
O relevo terrestre é fruto da ação dos agentes da morfodinâmica interna e externa, criando morfoestruturas e morfoesculturas através das interações com os litotipos existentes nas suas áreas de atuação. Através da análise da imagem abaixo, indique a morfoestrutura presente na paisagem.
Enunciado 803625-1
Disponível em: http://basicmechanic.wikispaces.com/COMPORTAMIENTO+FRÁGIL+Y+DÚCTIL+DE+LAS+ROCAS
 

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803540 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Leia o trecho da música Globalização da banda Tribo de Jah.
Globalização é a nova onda
O império do capital em ação
Fazendo sua rotineira ronda
No gueto não há nada de novo
Além do sufoco que nunca é pouco
Além do medo e do desemprego, da violência e da impaciência
De quem partiu para o desespero numa ida sem volta
Além da revolta de quem vive as voltas
Com a exploração e a humilhação de um sistema impiedoso
Nada de novo
Além da pobreza e da tristeza de quem se sente traído e esquecido
Ao ver os filhos subnutridos sem educação
Crescendo ao lado de esgotos, banidos a contragosto pela sociedade
Declarados bandidos sem identidade
Que serão reprimidos em sumária execução
Sem nenhuma apelação
Não há nada de novo entre a terra e o céu
Nada de novo
Senão o velho dragão e seu tenebroso véu de destruição e fogo
Sugando sangue do povo,
De geração em geração
Especulando pelo mundo todo
É só o velho sistema do dragão
Não, não há nenhuma ilusão, ilusão
Só haverá mais tribulação, tribulação
Comparando o texto da música e a ideia de Milton Santos a respeito da globalização podemos concluir que...
 

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797654 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
A figura abaixo representa um recorte espacial de uma dada localidade.
Enunciado 797654-1
Disponível em: <www.cnsl.digiweb.com.br>
Com relação as informações passada através da leitura do mapa, julgue os itens.
I. O deslocamento do rio principal ocorre de sudoeste para nordeste.
II. A margem esquerda apresenta uma declividade mais acentuada em relação a margem direita.
III. Trata-se de um vale do tipo assimétrico, onde o afluente da margem esquerda apresenta um poder erosivo maior.
IV. A cota altimétrica do rio principal (pouco menos de 500) funciona como nível de base local para os dois afluentes.
De acordo com a análise das afirmativas, pode-se concluir que:
 

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797506 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
O aquecimento do ar atmosférico deve-se a diversos fatores que interagem com a radiação solar que alcança a superfície do planeta terra, a esse respeito é correto afirmar que:
 

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797421 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Pode-se compreender HOTSPOTS ambientais como as áreas ricas em biodiversidade, com pelo menos 1500 espécies endêmicas e fortemente ameaçadas pelas atividades humanas. Esse conceito foi criado pelo ecólogo Norman Myers (1988) como indicador para priorizar quais locais do mundo receberiam maior atenção para os programas de conservação. Há 34 hotspots no mundo, dois estão em território brasileiro. Assinale a alternativa que de acordo com o mapa de biomas apresenta a numeração relativa aos hotspots brasileiros:
Enunciado 797421-1
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Qual o tema central do texto?
 

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791058 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
O processo de industrialização dos países subdesenvolvidos, pós segunda guerra, seguiu dois caminhos distintos, em termos de processo e destinação, um deles tratava-se da substituição de importação, o qual pode ser caracterizado por uma industrialização fechada, ou seja, voltada para dentro visando prioritariamente o mercado interno e dependente de políticas governamentais que protegessem a indústria nacional em relação aos seus concorrentes internacionais. Já o outro processo diz respeito as plataformas de exportação, as quais desde o início do processo de industrialização, estão pautadas na instalação de indústrias voltadas para a exportação. Atraindo, em função de vantagens competitivas, os capitais estrangeiros.
Qual das alternativas abaixo, elenca países que industrializaram-se apenas pelo sistema de substituição de importação.
 

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