Foram encontradas 40 questões.
Indique a alternativa cuja figura de pensamento é o eufemismo:
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Indique a alternativa cuja classificação das palavras em destaque, pela ordem que aparecem na frase a seguir, está correta.
• O discente daquela escola, é para mim o mais estudioso da turma.
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Indique a alternativa cujo emprego da vírgula está correto.
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Assinale a alternativa cujas palavras em destaque na frase, estão acentuadas corretamente, de acordo com a nova regra ortográfica da língua portuguesa.
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Preencha os espaços em branco das frases a seguir craseando corretamente.
• Peguei ___ (a, à) caneta ___ (a, à) direita e escrevi ___ (a, à) poesia de abertura do livro.
• Roberto e Mariano foram ___ (a, à) escolinha de natação rever ___ (as, às) amigas Clara e Rosa.
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A atividade mercantil mediterrânica que sobreviveu às Cruzadas, incrementada pelas descobertas marítimas e pela concentração da vida citadina que se propagava, promoveu uma intensa agitação de ordem racional, humanística e científica na Europa. Todo este conjunto está ligado ao fenômeno de expressão artística, cultural e científica conhecido como Renascimento. Acerca deste fenômeno cultural, considere a alternativa coerente,marcando−a como gabarito para esta questão.
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É comum perceber que várias considerações acerca da chamada Medievalidade a entendam como sendo um sinônimo do Sistema Feudal, quando, na verdade, devemos ampliar nossas perspectivas de compreensão e estudo para visualizar outros aspectos ou outras etapas da história humana que se “encaixam” neste período histórico. Estamos tratando do Império Bizantino, da expansão Árabe, das Cruzadas e da época renascentista. Acerca da Alta Idade Média, podemos considerar como correta a seguinte proposição:
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O período Republicano Brasileiro teve início com a sua proclamação, em 1889, logo após a ocorrência da Lei Áurea. Numa perspectiva ampla, vislumbrava−se a conquista de um verdadeiro espaço democrático e modernizador para o Brasil, entre os intelectuais que analisavam a emergência das reformas políticas brasileiras, posteriores à crise do Segundo Reinado. Entretanto, foi necessário um longo processo para que esta modernização ocorresse. Sobre este processo, marque a alternativa coerente com a primeira República Brasileira.
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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Qual o tema central do texto?
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Façamos a leitura dos textos a seguir, para que analisando ambos, possamos definir não somente de que momento e aspecto histórico trata, mas também que considerações políticas são relevantes e coerentes para com o período.
Texto 1
O levantar−se e o deitar do rei são das cerimônias mais importantes da liturgia real (...). Luís é acordado pelo primeiro criado de quarto, que dorme ao pé de seu leito. As portas abrem−se, quando o rei já está de peruca, deixando entrar os pajens. Uns vão servi−lo, outros correm a chamar os primeiros cortesãos já à espera no corredor.
(A etiqueta no Antigo Regime. São Paulo: Brasiliense. 1983. p. 76−7)
Texto 2
(...) Em Versalhes e em primeiro plano estão o príncipe e o cortesão, em seus papéis complementares de soberano e servidor do culto monárquico (...). A nobreza perdeu, então, todo o poder político e a vida pessoal; ganhou as graças de um amo onipresente que sabe tudo sobre a intimidade das famílias, da qual se faz o guardião; é a ele, com efeito, que no decorrer de uma audiência secreta uma dama nobre confia sua honra, comprometida por uma gravidez inoportuna; e cabe ao soberano protegê−la, mandando o marido para o exército.
(O público e o particular. In: Philippe
Ariès e Georges Duby, dirs. História da Vida Privada. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. V. 3, p. 428.)
Analisando, então, cada texto e sua relação com a história dos regimes políticos europeus, marque a alternativa que apresenta suas corretas considerações.
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