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Foram encontradas 40 questões.

2407136 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI
Medo do medo
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas – postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente – dizem estudiosos – narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.
Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida – se é assim que se faz em casa.
Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiguíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.
Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.
Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança.
(Fragmento / Lya Luft)
Assinale a alternativa em que o uso da crase encontra-se INCORRETO:
 

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2407135 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI
Medo do medo
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas – postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente – dizem estudiosos – narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.
Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida – se é assim que se faz em casa.
Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiguíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.
Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.
Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança.
(Fragmento / Lya Luft)
Assinale a alternativa em que a forma verbal foi utilizada adequadamente:
 

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2407134 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI
Medo do medo
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas – postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente – dizem estudiosos – narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.
Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida – se é assim que se faz em casa.
Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiguíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.
Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.
Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança.
(Fragmento / Lya Luft)
No trecho “Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, ...” a palavra sublinhada possui como significado correto:
 

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2407133 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI
Medo do medo
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas – postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente – dizem estudiosos – narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.
Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida – se é assim que se faz em casa.
Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiguíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.
Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.
Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança.
(Fragmento / Lya Luft)
Em “Vejo em tudo isso um engano e um atraso.” o ponto final ( · ) foi utilizado para:
 

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2407132 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI
Medo do medo
Tenho observado alguns esforços psicopedagógicos no sentido de tornar nossas crianças politicamente corretas – postura que muitas vezes nos transforma em seres tediosos, sem graça nem fervor. Contos de fadas, por exemplo, alimento da minha alma de criança, raiz de quase toda a minha obra adulta, sobretudo romances e contos, foram originalmente – dizem estudiosos – narrativas populares, orais, de povos muito antigos. Assim eles representavam e tentavam controlar seus medos e dúvidas, carentes das quase excessivas informações científicas de que hoje dispomos. Nascimento e morte, sexo, sol e lua, raios e trovões, o brotar das colheitas lhes pareciam misteriosos, portanto fascinantes.
Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, tirando-lhes sua essência, isto é, o misterioso e até o assustador. Lobos seriam bobalhões e vovozinhas umas pândegas, só existiriam fadas boas, e as bruxas, ah, essas passam a ser velhotas azaradas. Até cantigas de roda seculares tendem a ser distorcidas, pois atirar um pau num gato é uma crueldade, como se fosse preciso explicar isso para as crianças saberem que animais a gente ama e cuida – se é assim que se faz em casa.
Vejo em tudo isso um engano e um atraso. Impedindo nossas crianças do natural contato com essas antiguíssimas histórias, que retratam as possibilidades boas e negativas do mundo, nós as deixamos despreparadas para a vida, cujos perigos entram hoje em seus quartos, rondam escolas e clubes, esperam na esquina com um revólver na mão de um drogado, ou de um psicopata lúcido e frio, sem falar nos insidiosos pedófilos na internet.
Estamos emburrecendo nossas crianças e jovens, mesmo querendo seu bem? E, afinal, o que será o seu bem? Ignorar o que existe de sombrio e mau, caminhar feito João e Maria alegrinhos, não abandonados pelos pais, mas procurando borboletas no mato? Receio que a gente esteja cometendo um triste engano, deformando histórias e até cantigas que fazem parte do nosso imaginário mais básico com arquétipos humanos essenciais.
Em compensação, adolescentes e crianças procuram o encanto do misterioso lendo sobre vampiros, bruxos e avatares, vendo seus filmes e pesquisando na internet. Precisa conhecer o mal para se acautelar e se proteger, o belo e o bom para crescer com esperança.
(Fragmento / Lya Luft)
No trecho “Porém, faz algum tempo, há um movimento para reformular tais relatos, ...” a palavra em destaque exprime ideia de:
 

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2407131 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI

O município de Resende pertence à mesorregião ______________ fluminense.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior:

 

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2407130 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) A cruz em verde e azul na bandeira do município de Resende simboliza o espírito de fé e de esperança no futuro glorioso do município.

( ) O mercado municipal guarda suas características arquitetônicas originais. Hoje, ele abriga atividades culturais e recebeu o nome de Espaço Z.

( ) O aniversário de Resende é comemorado em 29 de setembro, porque foi nessa data que se deu a elevação da povoação de Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre da Paraíba Nova a Vila de Resende.

A sequência está correta em:

 

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2407129 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI

Sobre o turismo em Resende, analise:

I. O Parque Nacional Itatiaia, localizado em Itatiaia e em Resende, é a mais antiga unidade de conservação do Brasil.

II. A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) oferece visitas guiadas em suas belas e impressionantes instalações e museus, basta se dirigir ao local em horário comercial.

III. O Parque Municipal da Serrinha do Alambari possui condições climáticas excelentes, cachoeiras em rios com águas límpidas e frias.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

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Questão presente nas seguintes provas
2407128 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI

Assinale abaixo, um município limítrofe ao município de Resende:

 

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2407127 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: RESENPREVI

Sobre a história do município de Resende, analise:

I. As terras do atual município de Resende só se tornaram conhecidas no século XVIII, quando a febre do ouro e dos diamantes possibilitou o desbravamento dos atuais estados do Rio, São Paulo e Minas Gerais.

II. No início do século XX, Resende foi responsável por aproximadamente um terço da produção leiteira do estado do Rio de Janeiro e o segundo produtor de manteiga e queijo.

III. A partir da década de 1990, tem se instalado no município e proximidades grandes montadoras de automóveis.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

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