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Foram encontradas 40 questões.

3177361 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Analise os pares de palavras a seguir. Assinale a alternativa em que o adjetivo apresentado não é relativo ao substantivo com o qual está relacionado.

 

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3177360 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a palavra em destaque é uma preposição.

 

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3177359 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está correto.

 

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3177358 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a concordância está incorreta.

 

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3177357 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Analise as sentenças a seguir:

I. Nós ….. de uma cidade do interior de São Paulo.

II. Não vou ao teatro, ….. estou doente.

III. Estou tão ansioso que …. posso esperar para a próxima semana.

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente cada uma das lacunas das sentenças apresentadas.

 

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3177356 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15.

Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!

Mario Quintana

O verbo “fora”, no penúltimo verso do poema, está conjugado no tempo:

 

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3177355 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15.

Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!

Mario Quintana

Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no poema, possui uma única forma para dois gêneros apenas:

 

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3177354 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15.

Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!

Mario Quintana

O pronome em “querê-las” se refere a:

 

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3177353 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15.

Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!

Mario Quintana

Segundo o poema apresentado, pode-se concluir que:

 

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3177352 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: SAEP Pirassununga-SP
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Leia o texto para responder às questões de 1 a 11.

Eu, Tarzan

Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África.

Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata.

O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista.

Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir.

— Esse Tarzan, francamente. É um selvagem!

— Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca...

— Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações!

Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira.

— Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane.

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11:

Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.

A pessoa gramatical que corresponde à conjugação do verbo “descobriu”, que ocorre no excerto apresentado, é:

 

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