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Foram encontradas 50 questões.

1160189 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Para transportar 550 kg de areia um funcionário dispõe de um carrinho de mão cuja capacidade é de 18 kg de areia por viagem feita. Supondo-se que não haja qualquer perda de areia e que o carrinho, sempre que possível, seja enchido em sua capacidade máxima, o número mínimo de viagens necessárias para realizar esse transporte é igual a
 

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1160188 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Para escavar uma vala foram destinados três funcionários que trabalharam em momentos diferentes. O primeiro escavou 3/7 da vala. O segundo escavou, exatamente, a metade do que o primeiro havia escavado. O terceiro escavou a parte que faltava ser escavada. Dessa maneira, a fração da vala que o terceiro funcionário escavou é igual a
 

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1160187 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Em uma situação hipotética, em 2015, o volume médio anual de água potável produzido pela SANASA, denotado por V, foi da ordem de 95 milhões de litros. Esse volume foi transportado por adutoras com extensão, denotada por E, de aproximadamente, 4.655 km. Sabendo-se que 1 m3 equivale a 1.000 litros, a razão de V, em m3, para E, em metros, é de, aproximadamente,
 

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1160186 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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A figura abaixo indica as leituras corretas em hidrômetros digitais e mecânicos.

enunciado 1160186-1

Em janeiro, uma residência possuía um hidrômetro mecânico, que indicou enunciado 1160186-2. Esse hidrômetro foi trocado por um digital que, no mês seguinte à leitura de janeiro, marcou 160.050, o que corresponde a um aumento no consumo de água dessa residência, nesse período, de

 

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1160185 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Em uma situação hipotética, em 2015, a SANASA contava com 2.300 funcionários, sendo que 713 deles com 21 ou mais anos de trabalho na empresa. Neste mesmo ano, a porcentagem de funcionários da SANASA com menos de 21 anos de trabalho na empresa era de
 

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1160184 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


Tratamento de água

A primeira Estação de Tratamento de Água − ETA foi construída em Londres em 1829 e tinha a função de coar a água do rio Tâmisa em filtros de areia. A ideia de tratar o esgoto antes de lançá-lo ao meio ambiente, porém, só foi testada pela primeira vez em 1874 na cidade de Windsor, Inglaterra.

Não se sabia como as doenças “saíam do lixo e chegavam ao nosso corpo”. A ideia inicial é que vinham do ar. Porém, com a descoberta de que doenças letais da época (como a cólera e a febre tifoide) eram transmitidas pela água, técnicas de filtração e a cloração foram mais amplamente estudadas e empregadas.

Atualmente, é consenso que o esgoto, industrial ou doméstico, precisa ser tratado antes de ser lançado nos mananciais para minimizar seu impacto no meio ambiente e para garantir a saúde humana. Esse tratamento é feito nas chamadas Estações de Tratamento de Esgoto − ETE.

Infelizmente, a maior parte da população mundial ainda não tem saneamento básico. Certamente, a água nunca vai acabar, pois esta fica circulando entre os reservatórios (rios, oceanos, atmosfera), tanto na fase líquida, como na fase gasosa ou sólida. A questão é que, quanto mais poluída for a água, mais caro será seu tratamento, e, no futuro, a água de qualidade poderá ser privilégio de poucos.

(Adaptado de: www.usp.br/qambiental/tratamentoAgua.html#esgoto)

A primeira Estação de Tratamento de Água − ETA foi construída em Londres em 1829 e tinha a função de coar a água do rio Tâmisa em filtros de areia. A ideia de tratar o esgoto antes de lançá-lo ao meio ambiente, porém, só foi testada pela primeira vez em 1874 na cidade de Windsor, Inglaterra. (1° parágrafo)

As formas verbais na voz passiva, em destaque no trecho acima, atendem ao propósito discursivo de

 

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1160183 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Na costa noroeste da África, cerca de 230 quilômetros ao sul das Ilhas Canárias, a linha costeira se estende ligeiramente, formando uma protuberância conhecida como cabo Bojador. Para os europeus do início do século XV, o Bojador marcava a fronteira entre o conhecido e o desconhecido. Ao norte do cabo estavam a civilização e as cidades esclarecidas. Ao sul ficavam as terras místicas da África e do Mar da Escuridão. Nenhum marinheiro desde os antigos cartagineses tinha se aventurado ao sul do Bojador e retornado.

Entre 1424 e 1434, o infante dom Henrique de Portugal enviou catorze expedições de navios para circundar o perigoso cabo, com seus mortais bancos de areia, redemoinhos e violentas tempestades. Todas fracassaram. O insondável, no entanto, revelava-se uma tentação irresistível. Inabalável, o infante dom Henrique despachou o explorador Gil Eanes para uma décima quinta tentativa. Em sua viagem, Eanes passou a grande distância do Bojador, desviando-se acentuadamente para oeste e penetrando no Mar da Escuridão. Ao virar para o sul, olhou por sobre o ombro e ficou estarrecido ao perceber que deixara o temido cabo para trás. Na viagem seguinte, em 1453, Eanes voltou a contornar o Bojador e ancorou numa baía a mais de duzentos quilômetros ao sul. Ali, viu pegadas humanas, de camelos…

Na visão dos historiadores, dom Henrique não mandou seus navios para o sul, para a África, com o objetivo de colonizar seu território ou abrir novas rotas de comércio. Não, ele queria simplesmente descobrir o que havia para ser descoberto. A necessidade de encontrar, inventar, conhecer o desconhecido parece tão profundamente humana que não podemos imaginar nossa história sem ela. No fim, esse desejo profundo acaba por superar o medo do desconhecido e até mesmo o medo do perigo pessoal e da morte. O que resta é a emoção da descoberta.

(Adaptado de: LIGHTMAN, Alan. As descobertas: os grandes avanços das ciências no século XX. Trad. George Schlesinger. São Paulo, Companhia das Letras, 2015, p. 6-7)

Para os europeus do início do século XV, o Bojador marcava a fronteira entre o conhecido e o desconhecido. (1° parágrafo)

Uma expressão que, no contexto, expressa ideia de conformidade e tem função equivalente à da destacada na frase acima está sublinhada em:

 

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1160182 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


Tratamento de água

A primeira Estação de Tratamento de Água − ETA foi construída em Londres em 1829 e tinha a função de coar a água do rio Tâmisa em filtros de areia. A ideia de tratar o esgoto antes de lançá-lo ao meio ambiente, porém, só foi testada pela primeira vez em 1874 na cidade de Windsor, Inglaterra.

Não se sabia como as doenças “saíam do lixo e chegavam ao nosso corpo”. A ideia inicial é que vinham do ar. Porém, com a descoberta de que doenças letais da época (como a cólera e a febre tifoide) eram transmitidas pela água, técnicas de filtração e a cloração foram mais amplamente estudadas e empregadas.

Atualmente, é consenso que o esgoto, industrial ou doméstico, precisa ser tratado antes de ser lançado nos mananciais para minimizar seu impacto no meio ambiente e para garantir a saúde humana. Esse tratamento é feito nas chamadas Estações de Tratamento de Esgoto − ETE.

Infelizmente, a maior parte da população mundial ainda não tem saneamento básico. Certamente, a água nunca vai acabar, pois esta fica circulando entre os reservatórios (rios, oceanos, atmosfera), tanto na fase líquida, como na fase gasosa ou sólida. A questão é que, quanto mais poluída for a água, mais caro será seu tratamento, e, no futuro, a água de qualidade poderá ser privilégio de poucos.

(Adaptado de: www.usp.br/qambiental/tratamentoAgua.html#esgoto)

A partir da leitura do texto, conclui-se corretamente que
 

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1160181 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


Assembleia Geral da ONU reconhece saneamento como

direito humano distinto do direito à água potável

Uma resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, adotada recentemente, reconheceu o saneamento básico como um direito humano separado do direito à água potável. A decisão pretende chamar a atenção para a situação de mais de 2,5 bilhões de pessoas que vivem sem acesso a banheiros e sistemas de esgoto adequados no mundo todo.

De acordo com o relator especial da ONU sobre os direitos humanos à água potável e ao saneamento básico, o brasileiro Léo Heller, a deliberação “dá para as pessoas uma percepção mais clara do direito ao saneamento, fortalecendo sua capacidade de reivindicá-lo quando o Estado falha em prover os serviços ou quando eles não são seguros, são inacessíveis ou sem a privacidade adequada”. A resolução da Assembleia reconheceu a natureza distinta do saneamento em relação à água potável, embora tenha mantido os direitos juntos.

Para Heller, a ausência de estruturas sanitárias adequadas tem um “efeito dominó”, prejudicando a busca e o usufruto de outros direitos humanos, como o direito à saúde, à vida e à educação. A falta de saneamento favorece a transmissão de doenças infecciosas, como cólera, hepatite e febre tifoide. Segundo estudo recente realizado pela ONU, somadas as abstenções escolares de todos os alunos no mundo, problemas ligados à falta de saneamento e água fazem com que 443 milhões de dias letivos sejam perdidos todos os anos.

(Adaptado de: https://nacoesunidas.org/assembleia-geral-da-onu-reconhece-saneamento-como-direito-humano-distinto-do-direito-a-agua-potavel)

Segundo Léo Heller, a importância da resolução da Assembleia Geral da ONU está em
 

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1160180 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SANASA-Campinas
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Na costa noroeste da África, cerca de 230 quilômetros ao sul das Ilhas Canárias, a linha costeira se estende ligeiramente, formando uma protuberância conhecida como cabo Bojador. Para os europeus do início do século XV, o Bojador marcava a fronteira entre o conhecido e o desconhecido. Ao norte do cabo estavam a civilização e as cidades esclarecidas. Ao sul ficavam as terras místicas da África e do Mar da Escuridão. Nenhum marinheiro desde os antigos cartagineses tinha se aventurado ao sul do Bojador e retornado.

Entre 1424 e 1434, o infante dom Henrique de Portugal enviou catorze expedições de navios para circundar o perigoso cabo, com seus mortais bancos de areia, redemoinhos e violentas tempestades. Todas fracassaram. O insondável, no entanto, revelava-se uma tentação irresistível. Inabalável, o infante dom Henrique despachou o explorador Gil Eanes para uma décima quinta tentativa. Em sua viagem, Eanes passou a grande distância do Bojador, desviando-se acentuadamente para oeste e penetrando no Mar da Escuridão. Ao virar para o sul, olhou por sobre o ombro e ficou estarrecido ao perceber que deixara o temido cabo para trás. Na viagem seguinte, em 1453, Eanes voltou a contornar o Bojador e ancorou numa baía a mais de duzentos quilômetros ao sul. Ali, viu pegadas humanas, de camelos…

Na visão dos historiadores, dom Henrique não mandou seus navios para o sul, para a África, com o objetivo de colonizar seu território ou abrir novas rotas de comércio. Não, ele queria simplesmente descobrir o que havia para ser descoberto. A necessidade de encontrar, inventar, conhecer o desconhecido parece tão profundamente humana que não podemos imaginar nossa história sem ela. No fim, esse desejo profundo acaba por superar o medo do desconhecido e até mesmo o medo do perigo pessoal e da morte. O que resta é a emoção da descoberta.

(Adaptado de: LIGHTMAN, Alan. As descobertas: os grandes avanços das ciências no século XX. Trad. George Schlesinger. São Paulo, Companhia das Letras, 2015, p. 6-7)

Para os europeus do início do século XV, o Bojador marcava a fronteira entre o conhecido e o desconhecido. (1° parágrafo)

A forma verbal sublinhada é empregada como verbo transitivo direto. Uma forma verbal que, no contexto, apresenta essa mesma transitividade está em:

 

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