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Um triângulo retângulo possui área de 6 cm².
Considerando que um dos catetos possui
comprimento de quatro centímetros, qual o valor
da hipotenusa do triângulo?
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Considere as seguintes equações: 2x + y = 17 e
3x 3 2y = 1. O valor de y é:
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Um investidor deseja pagar seu aluguel mensal
apenas com os rendimentos de seu dinheiro
aplicado. Considerando o valor do aluguel de R$
2.200,00 (dois mil e duzentos reais), e que a
remuneração do investimento pretendido por ele
se d· por meio de juros simples a razão de 1%
(um por cento) ao mês, qual o montante ele
dever· investir, em reais, para adimplir
integralmente seu aluguel?
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Um confeiteiro deseja preparar um bolo de
chocolate na forma de um círculo com raio de
trinta centímetros. Considerando P i = 3, a área do
referido bolo, em metros quadrados, ser· de:
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Considere um terreno em forma de um trapézio
retângulo, o qual pode ser dividido em um
retângulo e em um triângulo. Considerando que
o retângulo possui lados medindo 10 e 20 metros,
e que o triângulo possui base 10 metros e altura
de 5 metros, qual a área total do terreno, em
metros quadrados?
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaSubstantivos
- MorfologiaVerbos
População brasileira é a 5™ mais feliz do
mundo, diz pesquisa (15 março 2023)
Os brasileiros nunca foram tão felizes, mas
apenas quatro em cada dez estão satisfeitos com
a economia, segundo uma pesquisa do instituto
Ipsos que avaliou a felicidade da população em
32 países. No Brasil, 83% dos entrevistados
consideram-se muito felizes ou felizes 4 uma
alta de 20 pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito em dezembro de
2021, quando o índice foi de 63%. No mundo, a
percepção de felicidade também subiu, de 67%
para 73%. No caso brasileiro, foi o melhor
resultado desde que a pesquisa começou a ser
feita, em dezembro de 2011 4 até então, o pico
de felicidade ocorrera em maio de 2013, quando
81% dos entrevistados se consideravam muito
felizes ou felizes. O Brasil foi o quinto colocado
do ranking global de felicidade, atrás apenas da
China (91%), Arábia Saudita (86%), Holanda
(85%) e Índia (84%). Em compensação, os
cidadãos menos felizes são os húngaros (50%),
sul-coreanos (57%) e poloneses (58%). "As
pessoas estão vendo este ano como o
encerramento de um capítulo extremamente
desafiador em nossa história: a covid-19, ainda
que a pandemia não tenha sido totalmente
erradicada, seu impacto È infinitamente menor do
que nos últimos anos. Esse sentimento reforça a
percepção de felicidade", diz Marcos Calliari,
CEO da Ipsos no Brasil. A pesquisa, intitulada
Global Happiness Study ou Estudo Global da
Felicidade, foi feita online com 22.508 mil
entrevistados com idades entre 16 e 74 anos em
32 países, entre 22 de dezembro de 2022 e 6 de
janeiro de 2023. Foram 1.000 entrevistados no
Brasil e a margem de erro È de 3,5 pontos para
mais ou para menos.
Mais felizes
O Brasil também foi o quarto país com o maior
crescimento na percepção de felicidade (20
pontos percentuais), atrás apenas de Colúmbia,
Chile e Argentina, que apresentaram crescimento
de 26 pontos percentuais no mesmo período. E a
América Latina, a região onde a percepção de
felicidade mais subiu em todo o mundo. Já os britânicos, franceses e poloneses foram os que
ficaram menos felizes nessa mesma base de
comparação. A queda foi de 13 pontos
percentuais para o Reino Unido e sete pontos
percentuais para França e Polônia ante dezembro
de 2021. Contudo, em relação aos últimos dez
anos (maio de 2013), o índice de felicidade dos
brasileiros cresceu apenas dois pontos
percentuais. O ponto mais baixo da série foi em
2017, quando apenas 56% dos entrevistados
afirmaram estar felizes ou muito felizes. J· entre
os anos de 2019 e 2021, o índice ficou na casa
dos 60%.
Dinheiro x felicidade
Segundo a pesquisa, países de renda média, como
o Brasil, apresentaram um aumento na percepção
da felicidade em comparação aos de renda alta,
como França ou Reino Unido. Casados, com
mais dinheiro e com maior nível educacional são,
em média, mais felizes. Não houve diferença
significativa na percepção de felicidade entre
homens e mulheres. Mas a sondagem também
mostrou que a satisfação com aspectos da vida
varia conforme o desenvolvimento econômico de
um país. Segundo o levantamento, cidadãos de
países de renda mais alta tendem a ser mais
satisfeitos com segurança, posses materiais,
qualidade de vida e emprego. Por outro lado,
aqueles que vivem em nações de renda média
demonstram maior satisfação com fé/vida
espiritual, bem-estar físico, aparência, senso de
controle e propósito, e sentir-se valorizado. No
mundo, os níveis de satisfação são mais altos
com relacionamentos, filhos, cônjuge, parentes,
amigos, colegas de trabalho e natureza e com
educação e informação. E mais baixos com a
situação do país, finanças pessoais, vida
romântica/sexual e atividade física. No caso do
Brasil, especificamente, de todos os aspectos
analisados para medir o grau de satisfação com a
vida, o maior índice foi registrado na relação com
o cônjuge 4 78% dos brasileiros disseram estar
satisfeitos ou muito satisfeitos. Já o pior foi com
a situação econômica do país 4 apenas 37% dos
entrevistados afirmaram estar satisfeitos ou
muito satisfeitos. Um índice semelhante 4 43%
4 foi registrado diante da situação social e
política do Brasil. Além disso, somente 58% dos
brasileiros afirmaram que possuem amigos
próximos ou parentes com quem poderiam contar em caso de necessidade. O país È o penúltimo
colocado do ranking neste quesito, ficando atrás
apenas do Japão (54%). Holanda (82%),
Indonésia e Portugal (ambos com 79%) estão no
topo da lista. A média global È de 72%.
Pessimismo com o futuro
A pesquisa indicou ainda que, globalmente, as pessoas estão mais pessimistas quanto ao futuro dos relacionamentos. Aumentou em duas vezes o número de entrevistados que considera que, nos próximos dez anos, vai ficar mais difícil para solteiros encontrar um par romântico, para casais manter um relacionamento feliz e para as pessoas ter amizades com quem possam contar. O Brasil, no entanto, È um ponto fora da curva. Em todos esses três aspectos, os brasileiros demonstraram maior otimismo quanto ao futuro dos relacionamentos. Segundo a sondagem, o pessimismo È maior entre as gerações dos "baby
boomers" (nascidos após a 2™ Guerra Mundial até a metade dos anos 60) e X (nascidos entre 1965 e 1980), os de menor nível educacional e mais ricos, e aqueles que não são casados. E mais pronunciado em países de renda mais alta.
BBC News Brasil
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População brasileira é a 5™ mais feliz do
mundo, diz pesquisa (15 março 2023)
Os brasileiros nunca foram tão felizes, mas
apenas quatro em cada dez estão satisfeitos com
a economia, segundo uma pesquisa do instituto
Ipsos que avaliou a felicidade da população em
32 países. No Brasil, 83% dos entrevistados
consideram-se muito felizes ou felizes 4 uma
alta de 20 pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito em dezembro de
2021, quando o índice foi de 63%. No mundo, a
percepção de felicidade também subiu, de 67%
para 73%. No caso brasileiro, foi o melhor
resultado desde que a pesquisa começou a ser
feita, em dezembro de 2011 4 até então, o pico
de felicidade ocorrera em maio de 2013, quando
81% dos entrevistados se consideravam muito
felizes ou felizes. O Brasil foi o quinto colocado
do ranking global de felicidade, atrás apenas da
China (91%), Arábia Saudita (86%), Holanda
(85%) e Índia (84%). Em compensação, os
cidadãos menos felizes são os húngaros (50%),
sul-coreanos (57%) e poloneses (58%). "As
pessoas estão vendo este ano como o
encerramento de um capítulo extremamente
desafiador em nossa história: a covid-19, ainda
que a pandemia não tenha sido totalmente
erradicada, seu impacto È infinitamente menor do
que nos últimos anos. Esse sentimento reforça a
percepção de felicidade", diz Marcos Calliari,
CEO da Ipsos no Brasil. A pesquisa, intitulada
Global Happiness Study ou Estudo Global da
Felicidade, foi feita online com 22.508 mil
entrevistados com idades entre 16 e 74 anos em
32 países, entre 22 de dezembro de 2022 e 6 de
janeiro de 2023. Foram 1.000 entrevistados no
Brasil e a margem de erro È de 3,5 pontos para
mais ou para menos.
Mais felizes
O Brasil também foi o quarto país com o maior
crescimento na percepção de felicidade (20
pontos percentuais), atrás apenas de Colúmbia,
Chile e Argentina, que apresentaram crescimento
de 26 pontos percentuais no mesmo período. E a
América Latina, a região onde a percepção de
felicidade mais subiu em todo o mundo. Já os britânicos, franceses e poloneses foram os que
ficaram menos felizes nessa mesma base de
comparação. A queda foi de 13 pontos
percentuais para o Reino Unido e sete pontos
percentuais para França e Polônia ante dezembro
de 2021. Contudo, em relação aos últimos dez
anos (maio de 2013), o índice de felicidade dos
brasileiros cresceu apenas dois pontos
percentuais. O ponto mais baixo da série foi em
2017, quando apenas 56% dos entrevistados
afirmaram estar felizes ou muito felizes. J· entre
os anos de 2019 e 2021, o índice ficou na casa
dos 60%.
Dinheiro x felicidade
Segundo a pesquisa, países de renda média, como
o Brasil, apresentaram um aumento na percepção
da felicidade em comparação aos de renda alta,
como França ou Reino Unido. Casados, com
mais dinheiro e com maior nível educacional são,
em média, mais felizes. Não houve diferença
significativa na percepção de felicidade entre
homens e mulheres. Mas a sondagem também
mostrou que a satisfação com aspectos da vida
varia conforme o desenvolvimento econômico de
um país. Segundo o levantamento, cidadãos de
países de renda mais alta tendem a ser mais
satisfeitos com segurança, posses materiais,
qualidade de vida e emprego. Por outro lado,
aqueles que vivem em nações de renda média
demonstram maior satisfação com fé/vida
espiritual, bem-estar físico, aparência, senso de
controle e propósito, e sentir-se valorizado. No
mundo, os níveis de satisfação são mais altos
com relacionamentos, filhos, cônjuge, parentes,
amigos, colegas de trabalho e natureza e com
educação e informação. E mais baixos com a
situação do país, finanças pessoais, vida
romântica/sexual e atividade física. No caso do
Brasil, especificamente, de todos os aspectos
analisados para medir o grau de satisfação com a
vida, o maior índice foi registrado na relação com
o cônjuge 4 78% dos brasileiros disseram estar
satisfeitos ou muito satisfeitos. Já o pior foi com
a situação econômica do país 4 apenas 37% dos
entrevistados afirmaram estar satisfeitos ou
muito satisfeitos. Um índice semelhante 4 43%
4 foi registrado diante da situação social e
política do Brasil. Além disso, somente 58% dos
brasileiros afirmaram que possuem amigos
próximos ou parentes com quem poderiam contar em caso de necessidade. O país È o penúltimo
colocado do ranking neste quesito, ficando atrás
apenas do Japão (54%). Holanda (82%),
Indonésia e Portugal (ambos com 79%) estão no
topo da lista. A média global È de 72%.
Pessimismo com o futuro
A pesquisa indicou ainda que, globalmente, as pessoas estão mais pessimistas quanto ao futuro dos relacionamentos. Aumentou em duas vezes o número de entrevistados que considera que, nos próximos dez anos, vai ficar mais difícil para solteiros encontrar um par romântico, para casais manter um relacionamento feliz e para as pessoas ter amizades com quem possam contar. O Brasil, no entanto, È um ponto fora da curva. Em todos esses três aspectos, os brasileiros demonstraram maior otimismo quanto ao futuro dos relacionamentos. Segundo a sondagem, o pessimismo È maior entre as gerações dos "baby
boomers" (nascidos após a 2™ Guerra Mundial até a metade dos anos 60) e X (nascidos entre 1965 e 1980), os de menor nível educacional e mais ricos, e aqueles que não são casados. E mais pronunciado em países de renda mais alta.
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População brasileira é a 5™ mais feliz do
mundo, diz pesquisa (15 março 2023)
Os brasileiros nunca foram tão felizes, mas
apenas quatro em cada dez estão satisfeitos com
a economia, segundo uma pesquisa do instituto
Ipsos que avaliou a felicidade da população em
32 países. No Brasil, 83% dos entrevistados
consideram-se muito felizes ou felizes 4 uma
alta de 20 pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito em dezembro de
2021, quando o índice foi de 63%. No mundo, a
percepção de felicidade também subiu, de 67%
para 73%. No caso brasileiro, foi o melhor
resultado desde que a pesquisa começou a ser
feita, em dezembro de 2011 4 até então, o pico
de felicidade ocorrera em maio de 2013, quando
81% dos entrevistados se consideravam muito
felizes ou felizes. O Brasil foi o quinto colocado
do ranking global de felicidade, atrás apenas da
China (91%), Arábia Saudita (86%), Holanda
(85%) e Índia (84%). Em compensação, os
cidadãos menos felizes são os húngaros (50%),
sul-coreanos (57%) e poloneses (58%). "As
pessoas estão vendo este ano como o
encerramento de um capítulo extremamente
desafiador em nossa história: a covid-19, ainda
que a pandemia não tenha sido totalmente
erradicada, seu impacto È infinitamente menor do
que nos últimos anos. Esse sentimento reforça a
percepção de felicidade", diz Marcos Calliari,
CEO da Ipsos no Brasil. A pesquisa, intitulada
Global Happiness Study ou Estudo Global da
Felicidade, foi feita online com 22.508 mil
entrevistados com idades entre 16 e 74 anos em
32 países, entre 22 de dezembro de 2022 e 6 de
janeiro de 2023. Foram 1.000 entrevistados no
Brasil e a margem de erro È de 3,5 pontos para
mais ou para menos.
Mais felizes
O Brasil também foi o quarto país com o maior
crescimento na percepção de felicidade (20
pontos percentuais), atrás apenas de Colúmbia,
Chile e Argentina, que apresentaram crescimento
de 26 pontos percentuais no mesmo período. E a
América Latina, a região onde a percepção de
felicidade mais subiu em todo o mundo. Já os britânicos, franceses e poloneses foram os que
ficaram menos felizes nessa mesma base de
comparação. A queda foi de 13 pontos
percentuais para o Reino Unido e sete pontos
percentuais para França e Polônia ante dezembro
de 2021. Contudo, em relação aos últimos dez
anos (maio de 2013), o índice de felicidade dos
brasileiros cresceu apenas dois pontos
percentuais. O ponto mais baixo da série foi em
2017, quando apenas 56% dos entrevistados
afirmaram estar felizes ou muito felizes. J· entre
os anos de 2019 e 2021, o índice ficou na casa
dos 60%.
Dinheiro x felicidade
Segundo a pesquisa, países de renda média, como
o Brasil, apresentaram um aumento na percepção
da felicidade em comparação aos de renda alta,
como França ou Reino Unido. Casados, com
mais dinheiro e com maior nível educacional são,
em média, mais felizes. Não houve diferença
significativa na percepção de felicidade entre
homens e mulheres. Mas a sondagem também
mostrou que a satisfação com aspectos da vida
varia conforme o desenvolvimento econômico de
um país. Segundo o levantamento, cidadãos de
países de renda mais alta tendem a ser mais
satisfeitos com segurança, posses materiais,
qualidade de vida e emprego. Por outro lado,
aqueles que vivem em nações de renda média
demonstram maior satisfação com fé/vida
espiritual, bem-estar físico, aparência, senso de
controle e propósito, e sentir-se valorizado. No
mundo, os níveis de satisfação são mais altos
com relacionamentos, filhos, cônjuge, parentes,
amigos, colegas de trabalho e natureza e com
educação e informação. E mais baixos com a
situação do país, finanças pessoais, vida
romântica/sexual e atividade física. No caso do
Brasil, especificamente, de todos os aspectos
analisados para medir o grau de satisfação com a
vida, o maior índice foi registrado na relação com
o cônjuge 4 78% dos brasileiros disseram estar
satisfeitos ou muito satisfeitos. Já o pior foi com
a situação econômica do país 4 apenas 37% dos
entrevistados afirmaram estar satisfeitos ou
muito satisfeitos. Um índice semelhante 4 43%
4 foi registrado diante da situação social e
política do Brasil. Além disso, somente 58% dos
brasileiros afirmaram que possuem amigos
próximos ou parentes com quem poderiam contar em caso de necessidade. O país È o penúltimo
colocado do ranking neste quesito, ficando atrás
apenas do Japão (54%). Holanda (82%),
Indonésia e Portugal (ambos com 79%) estão no
topo da lista. A média global È de 72%.
Pessimismo com o futuro
A pesquisa indicou ainda que, globalmente, as pessoas estão mais pessimistas quanto ao futuro dos relacionamentos. Aumentou em duas vezes o número de entrevistados que considera que, nos próximos dez anos, vai ficar mais difícil para solteiros encontrar um par romântico, para casais manter um relacionamento feliz e para as pessoas ter amizades com quem possam contar. O Brasil, no entanto, È um ponto fora da curva. Em todos esses três aspectos, os brasileiros demonstraram maior otimismo quanto ao futuro dos relacionamentos. Segundo a sondagem, o pessimismo È maior entre as gerações dos "baby
boomers" (nascidos após a 2™ Guerra Mundial até a metade dos anos 60) e X (nascidos entre 1965 e 1980), os de menor nível educacional e mais ricos, e aqueles que não são casados. E mais pronunciado em países de renda mais alta.
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População brasileira é a 5™ mais feliz do
mundo, diz pesquisa (15 março 2023)
Os brasileiros nunca foram tão felizes, mas
apenas quatro em cada dez estão satisfeitos com
a economia, segundo uma pesquisa do instituto
Ipsos que avaliou a felicidade da população em
32 países. No Brasil, 83% dos entrevistados
consideram-se muito felizes ou felizes 4 uma
alta de 20 pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito em dezembro de
2021, quando o índice foi de 63%. No mundo, a
percepção de felicidade também subiu, de 67%
para 73%. No caso brasileiro, foi o melhor
resultado desde que a pesquisa começou a ser
feita, em dezembro de 2011 4 até então, o pico
de felicidade ocorrera em maio de 2013, quando
81% dos entrevistados se consideravam muito
felizes ou felizes. O Brasil foi o quinto colocado
do ranking global de felicidade, atrás apenas da
China (91%), Arábia Saudita (86%), Holanda
(85%) e Índia (84%). Em compensação, os
cidadãos menos felizes são os húngaros (50%),
sul-coreanos (57%) e poloneses (58%). "As
pessoas estão vendo este ano como o
encerramento de um capítulo extremamente
desafiador em nossa história: a covid-19, ainda
que a pandemia não tenha sido totalmente
erradicada, seu impacto È infinitamente menor do
que nos últimos anos. Esse sentimento reforça a
percepção de felicidade", diz Marcos Calliari,
CEO da Ipsos no Brasil. A pesquisa, intitulada
Global Happiness Study ou Estudo Global da
Felicidade, foi feita online com 22.508 mil
entrevistados com idades entre 16 e 74 anos em
32 países, entre 22 de dezembro de 2022 e 6 de
janeiro de 2023. Foram 1.000 entrevistados no
Brasil e a margem de erro È de 3,5 pontos para
mais ou para menos.
Mais felizes
O Brasil também foi o quarto país com o maior
crescimento na percepção de felicidade (20
pontos percentuais), atrás apenas de Colúmbia,
Chile e Argentina, que apresentaram crescimento
de 26 pontos percentuais no mesmo período. E a
América Latina, a região onde a percepção de
felicidade mais subiu em todo o mundo. Já os britânicos, franceses e poloneses foram os que
ficaram menos felizes nessa mesma base de
comparação. A queda foi de 13 pontos
percentuais para o Reino Unido e sete pontos
percentuais para França e Polônia ante dezembro
de 2021. Contudo, em relação aos últimos dez
anos (maio de 2013), o índice de felicidade dos
brasileiros cresceu apenas dois pontos
percentuais. O ponto mais baixo da série foi em
2017, quando apenas 56% dos entrevistados
afirmaram estar felizes ou muito felizes. J· entre
os anos de 2019 e 2021, o índice ficou na casa
dos 60%.
Dinheiro x felicidade
Segundo a pesquisa, países de renda média, como
o Brasil, apresentaram um aumento na percepção
da felicidade em comparação aos de renda alta,
como França ou Reino Unido. Casados, com
mais dinheiro e com maior nível educacional são,
em média, mais felizes. Não houve diferença
significativa na percepção de felicidade entre
homens e mulheres. Mas a sondagem também
mostrou que a satisfação com aspectos da vida
varia conforme o desenvolvimento econômico de
um país. Segundo o levantamento, cidadãos de
países de renda mais alta tendem a ser mais
satisfeitos com segurança, posses materiais,
qualidade de vida e emprego. Por outro lado,
aqueles que vivem em nações de renda média
demonstram maior satisfação com fé/vida
espiritual, bem-estar físico, aparência, senso de
controle e propósito, e sentir-se valorizado. No
mundo, os níveis de satisfação são mais altos
com relacionamentos, filhos, cônjuge, parentes,
amigos, colegas de trabalho e natureza e com
educação e informação. E mais baixos com a
situação do país, finanças pessoais, vida
romântica/sexual e atividade física. No caso do
Brasil, especificamente, de todos os aspectos
analisados para medir o grau de satisfação com a
vida, o maior índice foi registrado na relação com
o cônjuge 4 78% dos brasileiros disseram estar
satisfeitos ou muito satisfeitos. Já o pior foi com
a situação econômica do país 4 apenas 37% dos
entrevistados afirmaram estar satisfeitos ou
muito satisfeitos. Um índice semelhante 4 43%
4 foi registrado diante da situação social e
política do Brasil. Além disso, somente 58% dos
brasileiros afirmaram que possuem amigos
próximos ou parentes com quem poderiam contar em caso de necessidade. O país È o penúltimo
colocado do ranking neste quesito, ficando atrás
apenas do Japão (54%). Holanda (82%),
Indonésia e Portugal (ambos com 79%) estão no
topo da lista. A média global È de 72%.
Pessimismo com o futuro
A pesquisa indicou ainda que, globalmente, as pessoas estão mais pessimistas quanto ao futuro dos relacionamentos. Aumentou em duas vezes o número de entrevistados que considera que, nos próximos dez anos, vai ficar mais difícil para solteiros encontrar um par romântico, para casais manter um relacionamento feliz e para as pessoas ter amizades com quem possam contar. O Brasil, no entanto, È um ponto fora da curva. Em todos esses três aspectos, os brasileiros demonstraram maior otimismo quanto ao futuro dos relacionamentos. Segundo a sondagem, o pessimismo È maior entre as gerações dos "baby
boomers" (nascidos após a 2™ Guerra Mundial até a metade dos anos 60) e X (nascidos entre 1965 e 1980), os de menor nível educacional e mais ricos, e aqueles que não são casados. E mais pronunciado em países de renda mais alta.
BBC News Brasil
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População brasileira é a 5™ mais feliz do
mundo, diz pesquisa (15 março 2023)
Os brasileiros nunca foram tão felizes, mas
apenas quatro em cada dez estão satisfeitos com
a economia, segundo uma pesquisa do instituto
Ipsos que avaliou a felicidade da população em
32 países. No Brasil, 83% dos entrevistados
consideram-se muito felizes ou felizes 4 uma
alta de 20 pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito em dezembro de
2021, quando o índice foi de 63%. No mundo, a
percepção de felicidade também subiu, de 67%
para 73%. No caso brasileiro, foi o melhor
resultado desde que a pesquisa começou a ser
feita, em dezembro de 2011 4 até então, o pico
de felicidade ocorrera em maio de 2013, quando
81% dos entrevistados se consideravam muito
felizes ou felizes. O Brasil foi o quinto colocado
do ranking global de felicidade, atrás apenas da
China (91%), Arábia Saudita (86%), Holanda
(85%) e Índia (84%). Em compensação, os
cidadãos menos felizes são os húngaros (50%),
sul-coreanos (57%) e poloneses (58%). "As
pessoas estão vendo este ano como o
encerramento de um capítulo extremamente
desafiador em nossa história: a covid-19, ainda
que a pandemia não tenha sido totalmente
erradicada, seu impacto È infinitamente menor do
que nos últimos anos. Esse sentimento reforça a
percepção de felicidade", diz Marcos Calliari,
CEO da Ipsos no Brasil. A pesquisa, intitulada
Global Happiness Study ou Estudo Global da
Felicidade, foi feita online com 22.508 mil
entrevistados com idades entre 16 e 74 anos em
32 países, entre 22 de dezembro de 2022 e 6 de
janeiro de 2023. Foram 1.000 entrevistados no
Brasil e a margem de erro È de 3,5 pontos para
mais ou para menos.
Mais felizes
O Brasil também foi o quarto país com o maior
crescimento na percepção de felicidade (20
pontos percentuais), atrás apenas de Colúmbia,
Chile e Argentina, que apresentaram crescimento
de 26 pontos percentuais no mesmo período. E a
América Latina, a região onde a percepção de
felicidade mais subiu em todo o mundo. Já os britânicos, franceses e poloneses foram os que
ficaram menos felizes nessa mesma base de
comparação. A queda foi de 13 pontos
percentuais para o Reino Unido e sete pontos
percentuais para França e Polônia ante dezembro
de 2021. Contudo, em relação aos últimos dez
anos (maio de 2013), o índice de felicidade dos
brasileiros cresceu apenas dois pontos
percentuais. O ponto mais baixo da série foi em
2017, quando apenas 56% dos entrevistados
afirmaram estar felizes ou muito felizes. J· entre
os anos de 2019 e 2021, o índice ficou na casa
dos 60%.
Dinheiro x felicidade
Segundo a pesquisa, países de renda média, como
o Brasil, apresentaram um aumento na percepção
da felicidade em comparação aos de renda alta,
como França ou Reino Unido. Casados, com
mais dinheiro e com maior nível educacional são,
em média, mais felizes. Não houve diferença
significativa na percepção de felicidade entre
homens e mulheres. Mas a sondagem também
mostrou que a satisfação com aspectos da vida
varia conforme o desenvolvimento econômico de
um país. Segundo o levantamento, cidadãos de
países de renda mais alta tendem a ser mais
satisfeitos com segurança, posses materiais,
qualidade de vida e emprego. Por outro lado,
aqueles que vivem em nações de renda média
demonstram maior satisfação com fé/vida
espiritual, bem-estar físico, aparência, senso de
controle e propósito, e sentir-se valorizado. No
mundo, os níveis de satisfação são mais altos
com relacionamentos, filhos, cônjuge, parentes,
amigos, colegas de trabalho e natureza e com
educação e informação. E mais baixos com a
situação do país, finanças pessoais, vida
romântica/sexual e atividade física. No caso do
Brasil, especificamente, de todos os aspectos
analisados para medir o grau de satisfação com a
vida, o maior índice foi registrado na relação com
o cônjuge 4 78% dos brasileiros disseram estar
satisfeitos ou muito satisfeitos. Já o pior foi com
a situação econômica do país 4 apenas 37% dos
entrevistados afirmaram estar satisfeitos ou
muito satisfeitos. Um índice semelhante 4 43%
4 foi registrado diante da situação social e
política do Brasil. Além disso, somente 58% dos
brasileiros afirmaram que possuem amigos
próximos ou parentes com quem poderiam contar em caso de necessidade. O país È o penúltimo
colocado do ranking neste quesito, ficando atrás
apenas do Japão (54%). Holanda (82%),
Indonésia e Portugal (ambos com 79%) estão no
topo da lista. A média global È de 72%.
Pessimismo com o futuro
A pesquisa indicou ainda que, globalmente, as pessoas estão mais pessimistas quanto ao futuro dos relacionamentos. Aumentou em duas vezes o número de entrevistados que considera que, nos próximos dez anos, vai ficar mais difícil para solteiros encontrar um par romântico, para casais manter um relacionamento feliz e para as pessoas ter amizades com quem possam contar. O Brasil, no entanto, È um ponto fora da curva. Em todos esses três aspectos, os brasileiros demonstraram maior otimismo quanto ao futuro dos relacionamentos. Segundo a sondagem, o pessimismo È maior entre as gerações dos "baby
boomers" (nascidos após a 2™ Guerra Mundial até a metade dos anos 60) e X (nascidos entre 1965 e 1980), os de menor nível educacional e mais ricos, e aqueles que não são casados. E mais pronunciado em países de renda mais alta.
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Considere as sentenças:
I. Aguentou firme por mim.
II. Pedro era apaixonado por ela.
III. Vou lhe dizer a verdade.
Identifique os pronomes de cada sentença e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta.
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