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O xilema é o principal tecido condutor de água nas plantas vasculares, sendo considerado um tecido complexo, pois é formado por diferentes tipos celulares.
As principais células condutoras do xilema são:
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Há muito tempo o pioneiro em biologia celular E. B. Wilson disse que a chave para cada problema biológico deve finalmente ser procurada na célula; para cada organismo vivo há, ou houve em algum momento, uma célula.
Fonte: Biologia Molecular da Célula. 6ª Edição. Alberts et al., 2017
Nas estruturas celulares, as organelas envoltas por membranas e preenchidas com enzimas hidrolíticas solúveis que digerem macromoléculas são denominadas:
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Assinale a alternativa em que todas as doenças são transmitidas por artrópodes aos humanos:
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Estudo de crânios serviu como base à falha ciência do racismo
Médico do século XIX conquistou intelectuais ao criar
justificativa para uma suposta superioridade dos brancos
RIO - A banana atirada no jogador Daniel Alves durante um jogo do Barcelona e as declarações racistas do dirigente de um clube de basquete americano provocaram repúdio mundial esta semana, mas as manifestações preconceituosas seriam vistas com naturalidade pelo médico americano Samuel George Morton. Ele angariou fama em seu país e na Europa no século XIX disseminando a teoria de que a superioridade racial é corroborada pelo estudo dos crânios. Aqueles de estrutura mais complexa e avançada, um sinal inegável de inteligência e maior capacidade de raciocínio, seriam os de caucasianos. Seu argumento resistiu por 150 anos. Foi analisado por figuras como Charles Darwin, convenceu abolicionistas e só foi definitivamente desmantelado na década de 1980, embora as manifestações racistas persistam.
Ele fez amizades com as pessoas certas, aquelas que realmente importavam conta o historiador James Poskett, que lidera as pesquisas de Cambridge. Morton produziu apenas 500 cópias de Crania americana e distribuiu para pessoas influentes como antropólogos famosos na Inglaterra e editores de revistas científicas americanas. Mesmo com a pequena tiragem, seu trabalho foi lido em países como França, Alemanha, Rússia e Índia.
Morton, então, ganhou as graças da elite intelectual do Velho Mundo. Sua obra foi assumidamente uma inspiração para autores de livros como Crania Britannica e Crania Germanica e ainda para os trabalhos do italiano Cesare Lombroso, de 1876, que partia de características físicas do crânio para determinar criminosos. Até o evolucionista (e abolicionista) Charles Darwin, que leu o texto de Morton, considerou-o uma autoridade na discussão racial, embora não tenha usado nada dos seus estudos nos trabalhos que fez. Muito pelo contrário.
O elogio ao racismo de Morton só desabou em 1981, quando o evolucionista Stephen Jay Gould, professor da Universidade de Harvard, publicou o livro A falsa medida do homem, demonstrando que não havia relação entre as raças e seus níveis de inteligência. Ainda assim, mesmo sem qualquer suporte acadêmico, não faltam convictos de que brancos e negros ocupam polos opostos. E, 175 anos depois de Crania americana, entre bananas e o basquete, surge mais uma polêmica que desafia a razão: a ideia, errada, de que somos todos macacos.
Renato Grandelle
(Adaptado de O GLOBO, 03/05/2014) (https://oglobo.globo.com/sociedade/historia/estudo-de-
cranios- serviu-como-base-falha-ciencia-do-racismo-12370323)
A primeira frase do texto apresenta o racismo como:
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Sobre os processos de divisão celular que ocorrem nos seres vivos, NÃO se pode afirmar que:
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Há dois tipos de divisão celular: a mitose e a meiose.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa INCORRETA:
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Os animais, individualmente, nascem, crescem, reproduzem-se, envelhecem e morrem, porém, a espécie, normalmente, se adapta, evolui e permanece como uma população ou grupo. São diversos os fatores que regulam esses fenômenos individuais e populacionais que procuram, em última análise, permitir a cada indivíduo a melhor forma de obtenção de alimento e abrigo. Para tal fim, muitas espécies passam a conviver num mesmo ambiente, gerando associações ou interações que podem não interferir entre si.
Fonte: Parasitologia Humana. 11ª Edição. Neves, 2004
Define-se corretamente uma dessas associações ou interações entre espécies, na seguinte alternativa:
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Cinco pessoas, entre elas Ana, Bruno e Carlos, irão viajar em um carro com cinco lugares, dois na frente e três atrás. Sabe-se que, dessas cinco pessoas, apenas Ana e Carlos sabem dirigir e que Ana e Bruno, por serem namorados, ficarão sentados um ao lado do outro. Nessas condições, o número máximo de maneiras distintas dessas cinco pessoas se acomodarem para a viagem é igual a:
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A raiz do vegetal constitui o sistema subterrâneo e está envolvida na fixação e absorção, bem como condução e armazenamento. Na estrutura das raízes, são encontrados diferentes tipos de tecidos. Um deles é o meristema, o qual desenvolve a função de:
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Um professor digitou o texto a seguir no editor Word do pacote MSOffice BR.

No texto, foram realizados os procedimentos listados a seguir.
- À citação Secretaria De Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação foi aplicado o recurso conhecido como negrito por meio de um atalho de teclado.
- Ao texto, inicialmente à esquerda, foi aplicado o alinhamento justificado por meio do acionamento de um ícone específico.
O atalho de teclado e o ícone foram, respectivamente:
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