Foram encontradas 40 questões.
A planilha abaixo foi criada no software Excel do pacote MSOffice BR.

| TABELA - NÍVEIS - 2018 | |||
| # | CARGO | CÓDIGO | SALÁRIO |
| 1 | ANALISTA DE TI | 9 | R$ 8.100,00 |
| 2 | PROGRAMADOR | 7 | R$ 6.300,00 |
| 3 | TÉCNICO INF | 4 | R$ 3.600,00 |
| 4 | AUXILIAR INF | 2 | R$ 1.000,00 |
| VALOR REFERÊNCIA: | 900,00 | ||
Na planilha foram executados os procedimentos descritos a seguir.
!$ \bullet !$ Em D13 foi inserido o valor de referência.
!$ \bullet !$ Em D8 foi inserida uma expressão que mostra a multiplicação do código em C8 pelo valor de referência em D13, utilizando o conceito de referência absoluta. Em seguida, a célula D8 foi selecionada e, por meio dos comandos Copiar e Colar, foram inseridas expressões semelhantes em D9, D10 e D11.
A expressão inserida em D11 foi:
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Estudo de crânios serviu como base à falha ciência do racismo
Médico do século XIX conquistou intelectuais ao criar
justificativa para uma suposta superioridade dos brancos
RIO - A banana atirada no jogador Daniel Alves durante um jogo do Barcelona e as declarações racistas do dirigente de um clube de basquete americano provocaram repúdio mundial esta semana, mas as manifestações preconceituosas seriam vistas com naturalidade pelo médico americano Samuel George Morton. Ele angariou fama em seu país e na Europa no século XIX disseminando a teoria de que a superioridade racial é corroborada pelo estudo dos crânios. Aqueles de estrutura mais complexa e avançada, um sinal inegável de inteligência e maior capacidade de raciocínio, seriam os de caucasianos. Seu argumento resistiu por 150 anos. Foi analisado por figuras como Charles Darwin, convenceu abolicionistas e só foi definitivamente desmantelado na década de 1980, embora as manifestações racistas persistam.
– Ele fez amizades com as pessoas certas, aquelas que realmente importavam – conta o historiador James Poskett, que lidera as pesquisas de Cambridge. – Morton produziu apenas 500 cópias de “Crania americana” e distribuiu para pessoas influentes como antropólogos famosos na Inglaterra e editores de revistas científicas americanas. Mesmo com a pequena tiragem, seu trabalho foi lido em países como França, Alemanha, Rússia e Índia.
Morton, então, ganhou as graças da elite intelectual do Velho Mundo. Sua obra foi assumidamente uma inspiração para autores de livros como “Crania Britannica” e “Crania Germanica” e ainda para os trabalhos do italiano Cesare Lombroso, de 1876, que partia de características físicas do crânio para determinar criminosos. Até o evolucionista (e abolicionista) Charles Darwin, que leu o texto de Morton, considerou-o uma “autoridade” na discussão racial, embora não tenha usado nada dos seus estudos nos trabalhos que fez. Muito pelo contrário.
O elogio ao racismo de Morton só desabou em 1981, quando o evolucionista Stephen Jay Gould, professor da Universidade de Harvard, publicou o livro “A falsa medida do homem”, demonstrando que não havia relação entre as raças e seus níveis de inteligência. Ainda assim, mesmo sem qualquer suporte acadêmico, não faltam convictos de que brancos e negros ocupam polos opostos. E, 175 anos depois de “Crania americana”, entre bananas e o basquete, surge mais uma polêmica que desafia a razão: a ideia, errada, de que somos todos macacos.
Renato Grandelle
(Adaptado de O GLOBO, 03/05/2014) (https://oglobo.globo.com/sociedade/historia/estudo-de-
cranios- serviu-como-base-falha-ciencia-do-racismo-12370323)
Em “Mesmo com a pequena tiragem, seu trabalho foi lido em países como França, Alemanha, Rússia e Índia”, o emprego de “mesmo” sugere o seguinte pressuposto:
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A Síndrome da Angústia Respiratória do Recém- Nascido Doença de Membrana Hialina, possui como etiologia a deficiência de surfactante, comum nos prematuros. São sinais e sintomas da doença:
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A placenta prévia consiste na implantação da placenta, inteira ou parcialmente, no segmento inferior do útero, a partir da 22ª semana, e a sua frequência tem aumentado pela alta incidência de cicatrizes de cesáreas.
A placenta prévia pode ser classificada em:
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Estudo de crânios serviu como base à falha ciência do racismo
Médico do século XIX conquistou intelectuais ao criar
justificativa para uma suposta superioridade dos brancos
RIO - A banana atirada no jogador Daniel Alves durante um jogo do Barcelona e as declarações racistas do dirigente de um clube de basquete americano provocaram repúdio mundial esta semana, mas as manifestações preconceituosas seriam vistas com naturalidade pelo médico americano Samuel George Morton. Ele angariou fama em seu país e na Europa no século XIX disseminando a teoria de que a superioridade racial é corroborada pelo estudo dos crânios. Aqueles de estrutura mais complexa e avançada, um sinal inegável de inteligência e maior capacidade de raciocínio, seriam os de caucasianos. Seu argumento resistiu por 150 anos. Foi analisado por figuras como Charles Darwin, convenceu abolicionistas e só foi definitivamente desmantelado na década de 1980, embora as manifestações racistas persistam.
Ele fez amizades com as pessoas certas, aquelas que realmente importavam conta o historiador James Poskett, que lidera as pesquisas de Cambridge. Morton produziu apenas 500 cópias de Crania americana e distribuiu para pessoas influentes como antropólogos famosos na Inglaterra e editores de revistas científicas americanas. Mesmo com a pequena tiragem, seu trabalho foi lido em países como França, Alemanha, Rússia e Índia.
Morton, então, ganhou as graças da elite intelectual do Velho Mundo. Sua obra foi assumidamente uma inspiração para autores de livros como Crania Britannica e Crania Germanica e ainda para os trabalhos do italiano Cesare Lombroso, de 1876, que partia de características físicas do crânio para determinar criminosos. Até o evolucionista (e abolicionista) Charles Darwin, que leu o texto de Morton, considerou-o uma autoridade na discussão racial, embora não tenha usado nada dos seus estudos nos trabalhos que fez. Muito pelo contrário.
O elogio ao racismo de Morton só desabou em 1981, quando o evolucionista Stephen Jay Gould, professor da Universidade de Harvard, publicou o livro A falsa medida do homem, demonstrando que não havia relação entre as raças e seus níveis de inteligência. Ainda assim, mesmo sem qualquer suporte acadêmico, não faltam convictos de que brancos e negros ocupam polos opostos. E, 175 anos depois de Crania americana, entre bananas e o basquete, surge mais uma polêmica que desafia a razão: a ideia, errada, de que somos todos macacos.
Renato Grandelle
(Adaptado de O GLOBO, 03/05/2014) (https://oglobo.globo.com/sociedade/historia/estudo-de-
cranios- serviu-como-base-falha-ciencia-do-racismo-12370323)
A primeira frase do texto apresenta o racismo como:
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Cinco pessoas, entre elas Ana, Bruno e Carlos, irão viajar em um carro com cinco lugares, dois na frente e três atrás. Sabe-se que, dessas cinco pessoas, apenas Ana e Carlos sabem dirigir e que Ana e Bruno, por serem namorados, ficarão sentados um ao lado do outro. Nessas condições, o número máximo de maneiras distintas dessas cinco pessoas se acomodarem para a viagem é igual a:
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Um professor digitou o texto a seguir no editor Word do pacote MSOffice BR.

No texto, foram realizados os procedimentos listados a seguir.
- À citação Secretaria De Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação foi aplicado o recurso conhecido como negrito por meio de um atalho de teclado.
- Ao texto, inicialmente à esquerda, foi aplicado o alinhamento justificado por meio do acionamento de um ícone específico.
O atalho de teclado e o ícone foram, respectivamente:
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Para se efetivar uma relação educativa que propulsione a formação ética para cidadania e democracia, a instituição de ensino médio precisa atender a algumas premissas, que são essenciais para a aprendizagem do estudante, como as que se refletem na ação de:
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Considere que, em janeiro de 2018, o preço de um determinado produto fosse igual a C reais. Em fevereiro esse valor sofreu uma redução de 10%, voltando a custar C reais no mês de março. Isso significa que, de fevereiro para março, o preço desse produto sofreu um aumento de:
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No que diz respeito à navegação na internet por meio dos aplicativos Internet Explorer, Google Chrome e Firefox Mozilla, a execução do atalho de teclado Ctrl + P tem por objetivo:
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