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A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem em uma espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca.
Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 13 (com adaptações).
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
Em face das circunstâncias do mundo contemporâneo, o professor de história está sendo estimulado a se fixar nos grandes personagens e na cronologia, afastando-se da preocupação analítica e da conexão entre os fatos.
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A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem em uma espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca.
Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 13 (com adaptações).
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As modernas metodologias de ensino-aprendizagem sugerem que a história, como disciplina escolar na educação básica, se prenda ao estudo do passado, desvinculando-o do tempo presente.
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A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem em uma espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca.
Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 13 (com adaptações).
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Na contemporaneidade, a ideologização do passado foi instrumento de poder usado por regimes de força, o que levou a uma única interpretação da história e ao silêncio em torno de tudo aquilo que pudesse contestar os donos do poder.
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A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem em uma espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca.
Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 13 (com adaptações).
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Na literatura e nas artes em geral, o Romantismo do século XIX exerceu vigorosa influência na afirmação do nacionalismo e na consolidação dos Estados nacionais.
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A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem em uma espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca.
Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 13 (com adaptações).
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Os processos de unificação nacional tanto da Alemanha quanto da Itália, ao longo do século XIX, fizeram uso de um passado histórico considerado como glorioso em ambos os países.
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A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem em uma espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca.
Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 13 (com adaptações).
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
No Brasil, a consolidação do Estado nacional se fez sem a preocupação de construir uma identidade nacional e sem a valorização de seu passado.
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A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem em uma espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca.
Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 13 (com adaptações).
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
Especialmente durante a ditadura do Estado Novo (1937-1945), a Era Vargas abriu mão do incentivo ao nacionalismo e do dirigismo cultural, diferentemente do que ocorria em vários países naquele contexto.
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A Antiguidade Clássica (greco-romana) lançou as bases do que se entende por Civilização Contemporânea.
Nos mil anos do que se convencionou chamar de Idade Média (séculos V- XV), formou-se a Europa moderna.
Considerando essas informações como referência inicial, julgue o item.
Roma, que em sua fase imperial chegou a dominar a bacia do Mediterrâneo (“mare nostrum”), deixou o direito como seu importante legado cultural.
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A Antiguidade Clássica (greco-romana) lançou as bases do que se entende por Civilização Contemporânea.
Nos mil anos do que se convencionou chamar de Idade Média (séculos V- XV), formou-se a Europa moderna.
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Com Sócrates, Platão e Aristóteles, a filosofia grega atingiu sua expressão máxima ao abordar, entre outros, temas metafísicos.
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A Antiguidade Clássica (greco-romana) lançou as bases do que se entende por Civilização Contemporânea.
Nos mil anos do que se convencionou chamar de Idade Média (séculos V- XV), formou-se a Europa moderna.
Considerando essas informações como referência inicial, julgue o item.
O feudalismo foi o sistema predominante na Europa medieval, caracterizado pela produção agrícola em larga escala, pela mão de obra escrava e pela economia monetária.
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