Foram encontradas 100 questões.
A educação de jovens e adultos
A educação de jovens e adultos é a modalidade de ensino destinada a garantir os direitos educativos dessa numerosa população com quinze anos de idade ou mais que não teve acesso ou interrompeu os estudos antes de concluir a educação básica. Conforme assinala Oliveira (1999), a modalidade não é definida propriamente pelo recorte etário ou geracional, e sim pela condição de exclusão socioeconômica, cultural e educacional da parcela da população que constitui seu público-alvo.
Internet: <https://gestaoescolar.org.br> (com adaptações).
De acordo com o que a Lei de Diretrizes e Bases traz sobre a educação de jovens e adultos, julgue o item.
Os conhecimentos e as habilidades adquiridos pelos educandos por meios informais serão aferidos e reconhecidos mediante exames.
Provas
“Meu filho está muito feliz, converso com ele todos os dias por videochat e ele me conta que está adorando a escola. Pela primeira vez, ele tem amigos. Os colegas surdos da escola usam a língua de sinais e conversam entre si todo o tempo, assim como quaisquer outras crianças, em quaisquer outras línguas. Eles se encontram, estudam junto, participam das aulas, brincam, namoram, brigam. Meu filho está tão feliz e pede para eu ir para lá. Ele pega o ônibus escolar com os seus colegas surdos e eles compartilham esses momentos comuns. Às vezes, fica de castigo na escola, mas entende por que está levando o castigo. Ele está finalmente aprendendo a ler e escrever. Agora ele é uma criança normal”.
Depoimento da mãe [KS], após ter colocado seu filho surdo na escola
bilíngue em outra cidade. Quadros: 2019, p. 48-49.
Com base no depoimento da mãe e na legislação sobre educação inclusiva e atendimento educacional especializado para pessoas com surdez, julgue o item.
A Declaração de Salamanca é contrária ao uso de sinais na educação de surdos.
Provas
Cantora de 26 anos de idade morreu em acidente de avião em Minas Gerais. A intérprete de libras Gessilma Dias foi a convidada para participar das transmissões de Marília em meio à pandemia. Marília Mendonça foi a primeira artista a usar Libras nas lives durante a pandemia do coronavírus. A intérprete de Libras Gessilma Dias, que trabalha na área há vinte anos, foi a convidada da cantora para o trabalho. Aos 26 anos de idade, a rainha da “sofrência” morreu em um acidente de avião em Caratinga (MG). “Marília vai ser um marco da comunidade surda. Ela teve essa ideia. Criou esse espaço para que a gente mostrasse o nosso trabalho. Para que a comunicação realmente aconteça. Para que os surdos pudessem ter acesso”, disse a intérprete. A intérprete disse ainda, em entrevista à TV Anhanguera, que muitos surdos não têm espaço para poder participar do meio musical, por falta de acessibilidade. “Porque a gente fala assim: ‘o surdo não gosta de música, porque ele não ouve’. Mas alguns gostam.
Como que você vai saber se eles gostam ou não se eles não participam daquele espaço?”.
LibrasSol, 7 de novembro de 2021 (com adaptações).
A partir da reportagem acima, julgue o item quanto aos aspectos históricos, legais e teórico-metodológicos da educação de surdos e à análise fonológica da Libras.
O reconhecimento linguístico da Libras com a Lei n.º 10.436/2002 foi uma conquista da comunidade surda no Brasil.
Provas
Cantora de 26 anos de idade morreu em acidente de avião em Minas Gerais. A intérprete de libras Gessilma Dias foi a convidada para participar das transmissões de Marília em meio à pandemia. Marília Mendonça foi a primeira artista a usar Libras nas lives durante a pandemia do coronavírus. A intérprete de Libras Gessilma Dias, que trabalha na área há vinte anos, foi a convidada da cantora para o trabalho. Aos 26 anos de idade, a rainha da “sofrência” morreu em um acidente de avião em Caratinga (MG). “Marília vai ser um marco da comunidade surda. Ela teve essa ideia. Criou esse espaço para que a gente mostrasse o nosso trabalho. Para que a comunicação realmente aconteça. Para que os surdos pudessem ter acesso”, disse a intérprete. A intérprete disse ainda, em entrevista à TV Anhanguera, que muitos surdos não têm espaço para poder participar do meio musical, por falta de acessibilidade. “Porque a gente fala assim: ‘o surdo não gosta de música, porque ele não ouve’. Mas alguns gostam.
Como que você vai saber se eles gostam ou não se eles não participam daquele espaço?”.
LibrasSol, 7 de novembro de 2021 (com adaptações).
A partir da reportagem acima, julgue o item quanto aos aspectos históricos, legais e teórico-metodológicos da educação de surdos e à análise fonológica da Libras.
As narrativas de humor, drama, cinema, teatro, poesia e música fazem parte da cultura humana, pois despertam emoções e evocam sentimentos. Os surdos, porém, não conseguem compreender e participar dessas produções, mesmo quando há interpretes de libras ou legendas, pois a língua de sinais não consegue expressar a subjetividade das produções artísticas.
Provas
Cantora de 26 anos de idade morreu em acidente de avião em Minas Gerais. A intérprete de libras Gessilma Dias foi a convidada para participar das transmissões de Marília em meio à pandemia. Marília Mendonça foi a primeira artista a usar Libras nas lives durante a pandemia do coronavírus. A intérprete de Libras Gessilma Dias, que trabalha na área há vinte anos, foi a convidada da cantora para o trabalho. Aos 26 anos de idade, a rainha da “sofrência” morreu em um acidente de avião em Caratinga (MG). “Marília vai ser um marco da comunidade surda. Ela teve essa ideia. Criou esse espaço para que a gente mostrasse o nosso trabalho. Para que a comunicação realmente aconteça. Para que os surdos pudessem ter acesso”, disse a intérprete. A intérprete disse ainda, em entrevista à TV Anhanguera, que muitos surdos não têm espaço para poder participar do meio musical, por falta de acessibilidade. “Porque a gente fala assim: ‘o surdo não gosta de música, porque ele não ouve’. Mas alguns gostam.
Como que você vai saber se eles gostam ou não se eles não participam daquele espaço?”.
LibrasSol, 7 de novembro de 2021 (com adaptações).
A partir da reportagem acima, julgue o item quanto aos aspectos históricos, legais e teórico-metodológicos da educação de surdos e à análise fonológica da Libras.
Alguns shows e algumas lives com a presença de intérpretes de Libras garantiram a acessibilidade aos surdos e foram espaço para a divulgação da língua de sinais durante a pandemia do coronavírus. Segundo o Decreto n.º 5.626/2005, os órgãos da administração direta e indireta devem incluir, em orçamentos anuais e plurianuais, dotações destinadas a viabilizar a formação e a qualificação de professores, servidores e empregados para o uso e a divulgação de Libras-Língua Portuguesa.
Provas
A educação de jovens e adultos
A educação de jovens e adultos é a modalidade de ensino destinada a garantir os direitos educativos dessa numerosa população com quinze anos de idade ou mais que não teve acesso ou interrompeu os estudos antes de concluir a educação básica. Conforme assinala Oliveira (1999), a modalidade não é definida propriamente pelo recorte etário ou geracional, e sim pela condição de exclusão socioeconômica, cultural e educacional da parcela da população que constitui seu público-alvo.
Internet: <https://gestaoescolar.org.br> (com adaptações).
De acordo com o que a Lei de Diretrizes e Bases traz sobre a educação de jovens e adultos, julgue o item.
Os sistemas de ensino não serão obrigados a oferecer cursos e exames supletivos para os educandos, uma vez que essas pessoas precisam concluir seus estudos com mais rapidez.
Provas
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é uma língua usada pelas comunidades surdas. Em relação a essa língua, julgue o item.
A Libras é uma língua universal dos surdos.
Provas
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é uma língua usada pelas comunidades surdas. Em relação a essa língua, julgue o item.
Por ser organizada espacialmente, é representada no hemisfério direito do cérebro, que é responsável pelo processamento de informações espaciais, enquanto o hemisfério esquerdo é responsável pela linguagem.
Provas
As primeiras avaliações diagnósticas sobre o desempenho dos estudantes durante a pandemia começam a ser divulgadas — e são desastrosas, até para os mais otimistas. Os números são muito preocupantes não só no que diz respeito à aprendizagem, mas, também, no que se refere ao aumento da desigualdade e do abandono escolar; neste último caso, a situação é mais grave entre os jovens que estão no ensino médio.
Segundo estimativas da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), divulgadas recentemente, a América Latina retrocedeu em pelo menos oito anos no acesso ao conhecimento durante a pandemia. Em razão do pouco incentivo governamental para o acesso ao ensino remoto, milhões de crianças e jovens ficaram literalmente sem estudar ao longo de 2020, e isso ainda continua em 2021. A OEI estima que cerca de 17 milhões de estudantes dos últimos anos do ensino médio e dos primeiros anos da graduação terão dificuldades para continuar os estudos, principalmente por terem de auxiliar na renda familiar.
O problema deve se agravar ainda mais, especialmente em países como o Brasil, que não esboçaram nenhum plano nacional de conectividade digital que pudesse chegar aos mais pobres, levando-se em conta que a segunda onda de covid-19 está extremamente agressiva, e a vacinação, muito lenta. As escolas públicas devem continuar fechadas, em sua larga maioria.
As escolas particulares, por sua vez, estão conseguindo oferecer o ensino combinado presencial e remoto, apesar das dificuldades geradas pelos ciclos sanitários da pandemia, que se agravavam em alguns momentos em determinadas regiões do País.
Segundo os resultados da avaliação feita pelo estado de São Paulo, no início de 2021, acerca do desempenho escolar dos estudantes do 5.º e do 9.º ano do ensino fundamental e do 3.° ano do ensino médio em língua portuguesa e matemática, a pandemia provocou grande prejuízo à aprendizagem escolar. O efeito maior foi verificado em relação aos alunos do 5.° ano. Em 2019 — portanto, antes da pandemia —, a nota média desses estudantes em língua portuguesa no Sistema de Avaliação da Educação Básica foi de 223 pontos, e, em 2021, de 194 pontos — 29 pontos a menos —, o que equivale à nota média obtida há 10 anos, ou seja, em 2011. Em matemática a situação foi ainda pior. Em 2019, a nota média obtida por esses alunos foi de 243 pontos, enquanto, em 2021, foi de 196 pontos — ou seja, 47 pontos a menos —, o que equivale ao resultado de 14 anos atrás! Em relação ao 3.º ano do ensino médio, última etapa da educação básica, o desempenho dos alunos da rede pública retroagiu em 11 pontos e 18 pontos em língua portuguesa e matemática, respectivamente, voltando aos resultados próximos aos de 2013. Os resultados relativos ao 9.º ano do ensino fundamental são muito similares a esses últimos. Se esta é a situação na rede de ensino público de São Paulo, é possível imaginar o retrocesso escolar nos municípios mais pobres, nos grotões deste País, muitas vezes esquecidos pelo poder público. É preciso reconhecer que há uma pandemia educacional que pode ser devastadora em médio e em longo prazo se nada for feito.
Os números de São Paulo revelam o dano cognitivo, mas há, também, o decorrente do tempo em que os alunos ficam afastados das escolas, que impacta a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional dos estudantes. É preciso que, urgentemente, o Ministério da Educação organize, em colaboração com as Secretarias de Educação de estados e municípios, uma agenda nacional de enfrentamento à pandemia educacional, em colaboração com a sociedade. Como diz a poetisa e educadora chilena Gabriela Mistral, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura: “O futuro das crianças é sempre hoje. Amanhã será tarde”.
Mozart Neves Ramos e Sérgio Henrique Ferreira. O impacto da pandemia na educação.
Internet: <correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para trechos destacados do texto, julgue o item.
“apesar das” por não obstante às
Provas
As primeiras avaliações diagnósticas sobre o desempenho dos estudantes durante a pandemia começam a ser divulgadas — e são desastrosas, até para os mais otimistas. Os números são muito preocupantes não só no que diz respeito à aprendizagem, mas, também, no que se refere ao aumento da desigualdade e do abandono escolar; neste último caso, a situação é mais grave entre os jovens que estão no ensino médio.
Segundo estimativas da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), divulgadas recentemente, a América Latina retrocedeu em pelo menos oito anos no acesso ao conhecimento durante a pandemia. Em razão do pouco incentivo governamental para o acesso ao ensino remoto, milhões de crianças e jovens ficaram literalmente sem estudar ao longo de 2020, e isso ainda continua em 2021. A OEI estima que cerca de 17 milhões de estudantes dos últimos anos do ensino médio e dos primeiros anos da graduação terão dificuldades para continuar os estudos, principalmente por terem de auxiliar na renda familiar.
O problema deve se agravar ainda mais, especialmente em países como o Brasil, que não esboçaram nenhum plano nacional de conectividade digital que pudesse chegar aos mais pobres, levando-se em conta que a segunda onda de covid-19 está extremamente agressiva, e a vacinação, muito lenta. As escolas públicas devem continuar fechadas, em sua larga maioria.
As escolas particulares, por sua vez, estão conseguindo oferecer o ensino combinado presencial e remoto, apesar das dificuldades geradas pelos ciclos sanitários da pandemia, que se agravavam em alguns momentos em determinadas regiões do País.
Segundo os resultados da avaliação feita pelo estado de São Paulo, no início de 2021, acerca do desempenho escolar dos estudantes do 5.º e do 9.º ano do ensino fundamental e do 3.° ano do ensino médio em língua portuguesa e matemática, a pandemia provocou grande prejuízo à aprendizagem escolar. O efeito maior foi verificado em relação aos alunos do 5.° ano. Em 2019 — portanto, antes da pandemia —, a nota média desses estudantes em língua portuguesa no Sistema de Avaliação da Educação Básica foi de 223 pontos, e, em 2021, de 194 pontos — 29 pontos a menos —, o que equivale à nota média obtida há 10 anos, ou seja, em 2011. Em matemática a situação foi ainda pior. Em 2019, a nota média obtida por esses alunos foi de 243 pontos, enquanto, em 2021, foi de 196 pontos — ou seja, 47 pontos a menos —, o que equivale ao resultado de 14 anos atrás! Em relação ao 3.º ano do ensino médio, última etapa da educação básica, o desempenho dos alunos da rede pública retroagiu em 11 pontos e 18 pontos em língua portuguesa e matemática, respectivamente, voltando aos resultados próximos aos de 2013. Os resultados relativos ao 9.º ano do ensino fundamental são muito similares a esses últimos. Se esta é a situação na rede de ensino público de São Paulo, é possível imaginar o retrocesso escolar nos municípios mais pobres, nos grotões deste País, muitas vezes esquecidos pelo poder público. É preciso reconhecer que há uma pandemia educacional que pode ser devastadora em médio e em longo prazo se nada for feito.
Os números de São Paulo revelam o dano cognitivo, mas há, também, o decorrente do tempo em que os alunos ficam afastados das escolas, que impacta a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional dos estudantes. É preciso que, urgentemente, o Ministério da Educação organize, em colaboração com as Secretarias de Educação de estados e municípios, uma agenda nacional de enfrentamento à pandemia educacional, em colaboração com a sociedade. Como diz a poetisa e educadora chilena Gabriela Mistral, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura: “O futuro das crianças é sempre hoje. Amanhã será tarde”.
Mozart Neves Ramos e Sérgio Henrique Ferreira. O impacto da pandemia na educação.
Internet: <correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Julgue o item no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.
“não só no que diz respeito à aprendizagem, mas, também, no que se refere ao aumento da desigualdade e do abandono escolar”: tanto em relação a aprendizagem quanto o aumento da desigualdade e do abandono escolar
Provas
Caderno Container