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Um dos mais importantes eventos na evolução da vida na Terra foi o surgimento da autotrofia, com destaque para a fotossíntese, que utiliza a muito abundante energia luminosa, para sintetizar compostos orgânicos ricos em energia química. Analise as seguintes informações, que se referem ao processo de fotossíntese.
I. A fotossíntese pode ser representada pela equação simplificada 6 CO2 + 6 H2O C6H12O6 + 6 O2 provando que o gás oxigênio liberado provém da quebra da molécula de dióxido de carbono (CO2).
II. A etapa inicial da fotossíntese é denominada luminosa ou fotoquímica, onde ocorre a formação de ATP (adenosina trifosfato) por fotofosforilação cíclica e fotofosforilação acíclica, dependentes diretamente da luz.
III. A etapa química (ciclo de Calvin-Benson ou ciclo das pentoses) depende dos produtos oriundos da fase clara ou fotoquímica, que são as moléculas de ATP e NADPH + H+ , onde também ocorre a fixação do carbono.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Uma característica humana, cujo mecanismo de transmissão é bem conhecido, é o sistema sanguíneo ABO. É um caso de polialelia com três genes envolvidos, IA , IB e i. Os dois primeiros têm ação codominante e o gene i é totalmente recessivo. Veja o heredograma a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

O casal 5 x 6 NÃO pode ter filhos com os tipos sanguíneos:
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As reações metabólicas sempre envolvem a presença de energia, em alguns processos, ela é consumida e em outros ela é armazenada. Destacamos aqui dois grandes "eventos" metabólicos, a respiração celular e a fotossíntese. A respeito da respiração celular são feitas três afirmações.
I. Em organismos eucariontes, ela ocorre uma etapa no citoplasma, a glicólise, e duas nas mitocôndrias, o ciclo de Krebs e a cadeia respiratória.
II. Seres procariontes, como as bactérias, não realizam respiração celular, pois são desprovidas de mitocôndrias, por isso são organismos mais simples.
III. A oxidação completa de uma molécula de glicose gera até 38 ATP (adenosina trifosfato), sendo que a maioria é gerada na terceira etapa, a cadeia respiratória.
Assinale a alternativa CORRETA.
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- Identidade dos Seres Vivos
- Reino VegetalGimnospermas e Angiospermas
- Reino VegetalBriófitas e Pteridófitas
O reino Vegetal é composto por milhares de espécies, distribuídas em boa parte das terras emersas, principalmente nas regiões tropicais. Costumamos estudar esse reino dividindo-o em grupos, as Criptógamas (briófitas e pteridófitas) e as Fanerógamas (gimnospermas e angiospermas).
Assinale a alternativa INCORRETA.
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TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
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Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, "parente é serpente"?
Considerando o aspecto que diz respeito às relações sintáticas, assinale a opção que apresenta uma afirmação INCORRETA em relação ao termo em destaque.
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TEXTO 01 (Leia o texto para responder às questões que seguem).
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
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