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Considere-se que não houve desabastecimento em nenhum momento do ano. Em relação à gestão de estoque, julgue o item seguinte.
Para calcular o estoque de alerta do medicamento X, o farmacêutico precisa conhecer o prazo de entrega, o perfil de consumo mensal do medicamento e determinar um estoque mínimo, garantindo que o estoque de alerta nunca seja atingido para não ocasionar desabastecimento.
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Considere-se que não houve desabastecimento em nenhum momento do ano. Em relação à gestão de estoque, julgue o item seguinte.
É possível inferir, a partir dos dados apresentados, que o medicamento X é destinado a uma doença sazonal com picos de infecção entre junho e agosto.
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Considere-se que não houve desabastecimento em nenhum momento do ano. Em relação à gestão de estoque, julgue o item seguinte.
Na situação apresentada, a maneira mais fidedigna de estimar o consumo é através do cálculo do consumo médio mensal, pois não houve desabastecimento em nenhum mês do ano.
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"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882-1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo-se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti-herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou-se diante da realidade, e para desculpar-se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando-se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A possível transmissão de toxoplasmose por ingestão de peixe cru se dá pela contaminação do alimento com oocistos provenientes de fezes de gatos ou outros felídeos, uma vez que o peixe não é hospedeiro intermediário desse parasito.
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"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882-1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo-se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti-herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou-se diante da realidade, e para desculpar-se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando-se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A toxoplasmose, transmitida pela ingestão de carne crua e malcozida contaminada com cistos do Toxoplasma gondii, terá como hospedeiros definitivos gatos e outros felídeos, sendo o homem um hospedeiro intermediário.
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"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882-1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo-se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti-herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou-se diante da realidade, e para desculpar-se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando-se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
Além da ancilostomíase, outras parasitoses causadas por helmintos são: esquistossomose, cisticercose, ascaridíase, giardíase e toxoplasmose. O tratamento consiste no uso de anti-helmínticos normalmente de dose única, como fármacos à base de benzimidazóis, como o albendazol ou mebendazol.
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"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882-1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo-se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti-herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou-se diante da realidade, e para desculpar-se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando-se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

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Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A ancilostomíase é conhecida como amarelão por deixar a aparência do indivíduo contaminado pálida ou amarelada. Esse fenômeno ocorrerá porque o parasito diminui a função hepática do paciente, causando um acúmulo de bilirrubina no sangue, deixando a pessoa contaminada com a aparência amarelada.
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"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882-1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo-se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti-herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou-se diante da realidade, e para desculpar-se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando-se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

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Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A ancilostomíase, doença do personagem Jeca Tatu, é causada por três tipos de vermes: o Necator americanos, Ancylostoma duodenalis e o Ancylostoma ceylanicum. A contaminação se dará pelo contato direto com solo contaminado pelas larvas infectantes; portanto, uma das medidas eficazes para evitar a infecção é a utilização de calçados fechados. Outra forma de infecção é pela ingestão de alimentos ou água contaminados com o parasito.
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Acerca de medicamentos parenterais, julgue o item a seguir.
Será possível administrar emulsões por via intravenosa, desde que o tamanho de gotícula seja controlado e não ultrapasse o diâmetro dos capilares pulmonares, a fim de evitar que ocorra uma embolia.
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Acerca de medicamentos parenterais, julgue o item a seguir.
Por serem destinadas à administração parenteral, os injetáveis são preparações estéreis, livres de pirogênicos. Uma das formas de garantir a esterilização desses medicamentos será a fervura, uma vez que os microrganismos não sobrevivem às temperaturas utilizadas nesse processo.
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