Foram encontradas 450 questões.
Numa indústria farmacêutica, um tanque está cheio com 10.000 L de um composto para produção de um xarope. Uma bomba retira 10% do líquido a cada hora. Depois de 4 horas, quanto restará do composto no tanque?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em um laboratório, uma colônia com 5.000 bactérias foi colocada em observação. Notou-se que, a cada 45 minutos, a quantidade de bactérias parecia triplicar. Supondo corretas as observações dos cientistas, quantas bactérias haveria após 6 horas de observação?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um objeto é solto de um balão em voo e cai em queda livre percorrendo 3 m no primeiro segundo, 12 m no segundo, 21 m no terceiro segundo, e assim por diante. Continuando nessa sequência, o objeto atinge o solo após 19 segundos. A que altura do solo esse objeto foi solto?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Três números inteiros positivos estão em progressão aritmética; o produto deles é 792 e a soma é 33. O maior desses números é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Abaixo, apresentam-se ocorrências do português que, embora frequentes na língua, não são, de modo geral, abonadas pelas nossas gramáticas normativas. Examine-as e, em seguida, leia as considerações apresentadas sobre elas.
I. Ele queixou com a professora.
II. Esta casa bate muito sol; valerá a pena comprá-la.
III. Felizmente, estudei todos os meus filhos.
IV. Na minha gestão, construiu-se pontes e viadutos modernos.
Assinale a alternativa que traz consideração INADEQUADA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a letra da música “Gramática”, a respeito da qual serão feitas a questão.
TEXTO
Gramática
Sandra Peres e Luiz Tatti
O substantivo
É o substituto do conteúdo
O adjetivo
É a nossa impressão sobre quase tudo
O diminutivo
É o que aperta o mundo
E deixa miúdo
O imperativo
É o que aperta os outros e deixa mudo
Um homem de letras
Dizendo ideias
Sempre se inflama
Um homem de ideias
Nem usa letras
Faz ideograma
Se altera as letras
E esconde o nome
Faz anagrama
Mas se mostro o nome
Com poucas letras
É um telegrama
Nosso verbo ser
É uma identidade
Mas sem projeto
E se temos verbo
Com objeto
É bem mais direto
No entanto falta
Ter um sujeito
Pra ter afeto
Mas se é um sujeito
Que se sujeita
Ainda é objeto
Todo barbarismo
É o português
Que se repeliu
O neologismo
É uma palavra
Que não se ouviu
Já o idiotismo
É tudo que a língua
Não traduziu
Mas tem idiotismo
Também na fala
De um imbecil
(Composição: Sandra Peres e Luiz Tatti Palavra Cantada. Álbum: Canções Curiosas, 1998. Disponível em: https://www.le-tras.mus.br › Infantil › Palavra Cantada › Gramática. Acesso em: 15 jan. 2018)
Assinale a afirmativa INCORRETA sobre as estrofes destacadas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
A terra é nossa
A terra é um bem comum
Que pertence a cada um
Com o seu poder além,
Deus fez a grande natura
Mas não passou escritura
Da terra para ninguém
Se a terra foi Deus quem fez
Se é obra da criação
Deve cada camponês
Ter uma faixa de chão.
Sei que o latifundiário
Egoísta e usuário
Da terra toda se apossa,
Causando crises fatais
Porém nas leis naturais
Sabemos que a terra é nossa.
Quando um agricultor solta
O seu grito de revolta
Tem razão de reclamar,
Não há maior padecer
Do que um camponês viver
Sem terra pra trabalhar.
(Disponível em: http://patativadoassare.com/a-terra-e-nossa/. Acesso em: 5 jan. 2018)
Considere a seguinte declaração de Patativa do Assaré e as afirmativas abaixo:
“Não é, então, o papel do poeta um papel neutro, de simples observador. O poeta nasceu não só com o dom da poesia, como também com o da verdade e o da justiça. O poeta comenta, critica, ensina...”.
I. A rigidez da métrica configura a rigidez ideológica que perpassa a composição das estrofes.
II. Busca pela igualdade social, injustiça social e crítica política são temas encadeados presentes nas estrofes.
III. A presença de discurso religioso contribui para a proposição da justiça defendida nos versos.
IV. O sujeito poético fala sobre o sofrimento de um homem que, sendo da terra, vê-se alijado de seu direito.
Anúncios Ilustra(m) a declaração de Patativa do Assaré, apenas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
Encostei meu ombro naquele céu curvo e terno
No lago as estrelas molhavam-se
Sussurravam que meu abraço
Contivera a terra inteira e os ares
ALVIM, Francisco. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de. 26 poetas hoje. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2007. p. 23
No poema de Francisco Alvim, o lirismo se dá por meio da
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO:
Nossa Senhora dos Destoantes
Luís Fernando Veríssimo
A pequena Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre Faria é uma das tantas joias arquitetônicas de Ouro Preto. O exterior despojado não prepara o visitante para a opulência barroca do interior. O campanário fica afastado do corpo da igreja, como a “casinha” numa morada sem banheiro, e nada tem de imponente. Os sinos da Capela de Padre Faria badalam em concerto com os outros sinos da região, cantando as horas e os eventos, e não soam nem melhor nem pior do que os outros. Mas os sinos da Capela do Padre Faria têm uma história diferente dos outros.
Quando Tiradentes foi enforcado e esquartejado no Rio de Janeiro todos os outros sinos celebraram a notícia. Afinal, tratava-se da execução de um traidor, de um inimigo da sociedade. Os sinos de Ouro Preto festejaram o castigo exemplar de um réprobo e o triunfo da legalidade sobre a rebeldia. Mesmo que o toque festivo não tivesse sido recomendado pela Coroa, a celebração se justificaria. Mas os sinos da Capela do Padre Faria dobraram Finados. Pela primeira e única vez na história, talvez, os sinos da Capela do Padre Faria destoaram do concerto. Tocaram, sozinhos, uma batida fúnebre pelo martírio de Tiradentes.
Não conheço bem a história e não sei o que motivou as badaladas subversivas. Um pedido de secretos simpatizantes da Inconfidência? Apenas uma manifestação de piedade cristã? Um sineiro bêbado? Não sei. Minha tese preferida é que alguém responsável pelos sinos teve um vislumbre histórico. Teve a presciência que ninguém mais teve e ordenou o toque plangente, em homenagem precoce ao futuro herói e pelo ocaso do poder colonial que seu sacrifício desencadearia.
Nossa Senhora do Rosário serviria como padroeira, não necessariamente de quem consegue adivinhar a História, mas de quem entende o momento que está vivendo ou destoa da maioria, com ou sem razão. Destoantes deveriam ir regularmente em romaria à pequena capela e pedir a bênção dessa Nossa Senhora do Contexto Maior, para melhor poder enfrentar a maioria que badala o que não tem importância e o fato errado e menospreza qualquer batida diferente.
Os outros sineiros de Ouro Preto não tinham como saber que estavam festejando a morte de um herói. Faltava-lhes a perspectiva histórica para entender o momento e só cumpriram o que se esperava deles. Estão perdoados. Mas que nos sirvam de lição.
(Disponível em https://jornalggn.com.br/noticia/nossa-senhora-dos-destoantes-por-luis-fernando-verissimo. Acesso em: 9 fev. 2018)
No título da crônica – Nossa Senhora dos Destoantes – a palavra “destoantes” se constitui como uma pungente metáfora que só NÃO pode ser relacionada
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Observe a propaganda do Serviço autorizado da Willys:

É uma propaganda dos anos 1960, oferecendo o serviço de manutenção de uma grande montadora multinacional. Considerando o contexto, o slogan (Pelo homem se conhece o serviço) e a imagem, em relação à percepção dos trabalhadores, estão corretamente interpretados em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container