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Foram encontradas 65 questões.

3547768 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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As massas não se unem pela consciência de um interesse comum e falta-lhes aquela específica articulação de classes que se expressa em objetivos determinados, limitados e atingíveis. Simplesmente devido ao seu número, ou à sua indiferença, ou a uma mistura de ambos, não se podem integrar numa organização.
ARENDT, H. Origens do totalitarismo. São Paulo: Cia. das Letras, 2013. (Adaptado).

Segundo Hannah Arendt, as massas são centrais na ascensão dos regimes totalitários. Com base no trecho acima, é correto afirmar que as massas são
 

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3547767 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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No contexto da influência do pensamento islâmico sobre a filosofia cristã medieval, a teoria da dupla verdade de Averróis causou impacto na controvérsia em torno da e da razão.

Segundo esta teoria, é correto afirmar que
 

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3547766 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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O filósofo pré-socrático que defendeu que a realidade é composta por quatro elementos que se unem e separam mediante as forças primordiais do amor e do ódio é
 

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3547765 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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A ordem social é um direito sagrado que serve de base a todos os outros. Tal direito, no entanto, não se origina da natureza: funda-se, portanto, em convenções. Trata-se, pois, de saber que convenções são essas.
ROUSSEAU, J.-J. Do contrato social. São Paulo: Abril, 1973. (Adaptado.)

Rousseau é um dos autores fundamentais do pensamento político moderno. Segundo o filósofo, a ordem social se origina
 

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3547764 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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O mundo é a minha representação. — Esta proposição é uma verdade para todo ser vivo e pensante, embora só no homem chegue a transformar-se em conhecimento abstrato e refletido.
SCHOPENHAUER, A. O mundo como vontade e representação. Rio de Janeiro: Contraponto, 2001.

Segundo Schopenhauer, afirmar que o mundo é representação, significa que o mundo é
 

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3547763 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Para Tomás de Aquino, os entes criados são contingentes e dependem ontologicamente de dois princípios: a essência e a existência. No caso de Deus, por outro lado, essência e existência coincidem.

No caso das criaturas, estes dois conceitos designam, respectivamente
 

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3547762 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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A causa da gênese de uma coisa e a sua utilidade final, a sua efetiva utilização e inserção em um sistema de finalidades, diferem totalmente.
NIETZSCHE, F. Genealogia da moral. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. (Adaptado.)

O método genealógico de Nietzsche é empregado em suas investigações sobre como os valores se constituem. Com relação a esse método, é correto afirmar que os valores
 

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3547761 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Portanto, indagamos como a alma possa sempre se encaminhar num curso equilibrado, seja propícia para si, olhe alegre para sua condição e não interrompa esse contentamento, mas permaneça num estado plácido, sem jamais exaltar-se ou deprimir-se: isso será a tranquilidade.
SÊNECA. Sobre a ira. Sobre a tranquilidade da alma. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.

O filósofo latino Sêneca é um dos principais expoentes do estoicismo. Para esta escola, a tranquilidade é alcançada quando
 

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3547760 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Na Crítica da Faculdade de Julgar, Immanuel Kant diferencia a fruição relativa ao belo tanto daquela envolvendo o que é bom quanto a que envolve o que é agradável.

Assinale a opção correta, segundo essa distinção kantiana.
 

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3547759 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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O botão desaparece no desabrochar da flor, e poderia dizer-se que a flor o refuta; do mesmo modo que o fruto faz a flor parecer um falso ser-aí da planta, pondo-se como sua verdade em lugar da flor: essas formas não só se distinguem, mas também se repelem como incompatíveis entre si. Porém, ao mesmo tempo, sua natureza fluida faz delas momentos da unidade orgânica, na qual, longe de se contradizerem, todos são igualmente necessários.
HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis, RJ: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2014.

O trecho acima ilustra a concepção dialética de Hegel, segundo a qual os contrários
 

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