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Sobre a relevância da produção e exportação de açúcar no período colonial, assinale a alternativa
incorreta
.
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Sobre o Estado Novo, instaurado por Getúlio
Vargas em 10 de novembro de 1937, assinale a
alternativa
incorreta
.
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“Foi sempre fama constante que no Brasil havia
minas de ferro, ouro e prata. Mas também houve
sempre bastante descuido de as descobrir e de
aproveitar-se delas, ou porque contentando-se
os moradores com os frutos que dá a terra
abundantemente na sua superfície e com os
peixes que se pescam nos rios grandes e
aprazíveis, não trataram de divertir o curso
natural destes para lhes examinarem o fundo,
nem de abrir àquela as estranhas, como
persuadiu a ambição insaciável a outras
nações, ou porque o gênio de buscar índios nos
matos os desviou desta diligência menos
escrupulosa e mais útil”.
ANTONIL, André João. Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2007, p. 213.
Sobre a mineração no Brasil, sobretudo a partir de princípios do século XVIII, assinale a alternativa incorreta .
ANTONIL, André João. Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2007, p. 213.
Sobre a mineração no Brasil, sobretudo a partir de princípios do século XVIII, assinale a alternativa incorreta .
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Considere os dois excertos a seguir.
Excerto 1
“Desenterraram-no cuidadosamente. Dádiva
preciosa – único prêmio, únicos despojos opimos de tal
guerra! – faziam-se mister os máximos resguardos para
que senão desarticulasse ou deformasse, reduzindo-se
a uma massa angulhenta de tecidos decompostos. Fotografaram-no depois. E lavrou-se uma ata
rigorosa firmando a sua identidade: importava que o
país se convencesse bem que estava, afinal, extinto
aquele terribilíssimo antagonista. Restituíram-no à cova. Pensaram, porém, depois, em
guardar sua cabeça tantas vezes maldita – e como fora
malbaratar o tempo exumando-o de novo, uma faca
jeitosamente brandida, naquela mesma atitude, cortoulha; e a face horrenda, empastada de escaras e de
sânie, apareceu ainda uma vez ante aqueles
triunfadores... Trouxeram depois para o litoral, onde deliravam
multidões em festa, aquele crânio. Que a ciência
dissesse a última palavra. Ali estavam, no relevo de
circunvoluções expressivas, as linhas essenciais do
crime e da loucura...”
CUNHA, Euclides da. Os Sertões: (campanha de Canudos) . 2. ed. São Paulo: Ateliê Editorial, Imprensa Oficial do Estado, Arquivo do Estado, 2001, p. 780.
Excerto 2 “O sertão começa onde o Estado termina. Depois de Euclides da Cunha, tantos historiadores brasileiros se apaixonam por essa característica sertaneja tão presente nessa obra. Essa é também uma característica da terra mítica anunciada por Zaratustra, a terra onde há espaço para o homem florescer”. DE DECCA, Edgar S.; GNERRE, Maria Lucia A. Trauma e história na composição de Os sertões. IN: NASCIMENTO, José Leonardo do. Os sertões de Euclides da Cunha : releituras e diálogos. São Paulo: Editora UNESP, 2002, p. 52.
Considerando-se o contexto histórico da Guerra de Canudos e ambos os excertos, analise as afirmativas abaixo.
I. Sobre o processo de escrita de Os sertõe s , pode-se dizer que há uma profunda identificação do autor brasileiro com o sertanejo, embora essa empatia não seja de fato assumida por Euclides da Cunha.
II. O Excerto 2 sugere que Euclides da Cunha descreve o sertão com seus referenciais descritivos e sua compreensão baseados em autores europeus como Nietzche e Victor Hugo.
III. O trecho “Ali estavam, no relevo de circunvoluções expressivas, as linhas essenciais do crime e da loucura” do Excerto 1 pode ser visto como uma forma de mostrar as consequências vistas por Euclides da Cunha com relação a outros modelos possíveis no interior da República.
Estão corretas as afirmativas:
CUNHA, Euclides da. Os Sertões: (campanha de Canudos) . 2. ed. São Paulo: Ateliê Editorial, Imprensa Oficial do Estado, Arquivo do Estado, 2001, p. 780.
Excerto 2 “O sertão começa onde o Estado termina. Depois de Euclides da Cunha, tantos historiadores brasileiros se apaixonam por essa característica sertaneja tão presente nessa obra. Essa é também uma característica da terra mítica anunciada por Zaratustra, a terra onde há espaço para o homem florescer”. DE DECCA, Edgar S.; GNERRE, Maria Lucia A. Trauma e história na composição de Os sertões. IN: NASCIMENTO, José Leonardo do. Os sertões de Euclides da Cunha : releituras e diálogos. São Paulo: Editora UNESP, 2002, p. 52.
Considerando-se o contexto histórico da Guerra de Canudos e ambos os excertos, analise as afirmativas abaixo.
I. Sobre o processo de escrita de Os sertõe s , pode-se dizer que há uma profunda identificação do autor brasileiro com o sertanejo, embora essa empatia não seja de fato assumida por Euclides da Cunha.
II. O Excerto 2 sugere que Euclides da Cunha descreve o sertão com seus referenciais descritivos e sua compreensão baseados em autores europeus como Nietzche e Victor Hugo.
III. O trecho “Ali estavam, no relevo de circunvoluções expressivas, as linhas essenciais do crime e da loucura” do Excerto 1 pode ser visto como uma forma de mostrar as consequências vistas por Euclides da Cunha com relação a outros modelos possíveis no interior da República.
Estão corretas as afirmativas:
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“Cada vila tinha seu próprio conselho, ou
cabildo
, uma corporação que regulava a vida
dos habitantes e fiscalizava as propriedades
públicas – as terras comunais, florestas e
pastagens e as galerias de rua com suas tendas
de comércio – de onde derivava grande parte de
sua renda”.
ELLIOT, J. H. A Espanha e a América nos séculos VXVI e XVII. IN: BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina: América Latina Colonial, volume
I. Trad. Maria Claro Cescato. 2. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão, 2004, p. 295.
Sobre os cabildos em particular e o sistema colonial espanhol em geral, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Tanto a composição como os poderes dos cabildos eram suficientemente estáveis para perdurar durante os séculos de dominação espanhola nas américas.
( ) Os cabildos foram se tornando verdadeiras oligarquias estruturadas pelos cidadãos mais abastados que não raro se autoperpetuavam.
( ) Mais que uma instituição de autogoverno local, os cabildos eram também uma corporação em que travavam disputas as principais famílias locais.
( ) Ainda que locais, cabildos faziam parte de uma estrutura maior de autoridade, que se estendia às audiências, aos governadores e aos vice-reis.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
ELLIOT, J. H. A Espanha e a América nos séculos VXVI e XVII. IN: BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina: América Latina Colonial, volume
I. Trad. Maria Claro Cescato. 2. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão, 2004, p. 295.
Sobre os cabildos em particular e o sistema colonial espanhol em geral, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Tanto a composição como os poderes dos cabildos eram suficientemente estáveis para perdurar durante os séculos de dominação espanhola nas américas.
( ) Os cabildos foram se tornando verdadeiras oligarquias estruturadas pelos cidadãos mais abastados que não raro se autoperpetuavam.
( ) Mais que uma instituição de autogoverno local, os cabildos eram também uma corporação em que travavam disputas as principais famílias locais.
( ) Ainda que locais, cabildos faziam parte de uma estrutura maior de autoridade, que se estendia às audiências, aos governadores e aos vice-reis.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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- História da América LatinaColonialismo espanhol: Ocupação e exploração do território americano
- História da América LatinaCivilizações Pré-Colombianas: Maias, Aztecas e Incas
“Em 1492, os europeus entraram em contato
com um continente até então inesperado e não
imaginado. Quando Cortés, em 1519, entrou em
Tenochtitlán, e Pizarro, em 1534, em Cusco, já
tinham alguma experiência com os países que
conquistaram. Apesar disso, repetiram-se aí as
emoções da completa novidade em seu
encontro com os mundos dos asteca e inca”.
ZUIDEMA, R. Tom. O encontro dos calendários andino e espanhol. IN: BONILLA, Heraclio (org.). Os conquistados: 1492, e a população indígena das América s . São Paulo: Hucitec, 2006, p. 285.
O encontro entre Pizarro e o imperador inca Atahualpa em 1532 é frequentemente retratado como um dramático momento de encontro entre civilizações. Sobre este encontro e o contexto histórico que lhe é correlato, analise as afirmativas abaixo.
I. Atahualpa era, à época do encontro com Pizarro, o monarca absoluto daquele que era o maior e mais adiantado estado do Novo Mundo, o império Inca.
II. Pizarro, representando o rei Carlos I da Espanha, trazia consigo vantagens militares para as quais os incas não estavam preparados, como armas de aço e armaduras.
III. O fato do encontro entre Pizarro e Atahualpa ter ocorrido logo após a chegada de Cristóvão Colombo no continente explica os motivos pelos quais as doenças endêmicas não terem um papel importante na vitória de Pizarro sobre Atahualpa.
IV. O encontro entre Pizarro e Atahualpa foi possível pelo desenvolvimento da tecnologia marítima europeia, catalisadora das grandes navegações.
Estão corretas as afirmativas:
ZUIDEMA, R. Tom. O encontro dos calendários andino e espanhol. IN: BONILLA, Heraclio (org.). Os conquistados: 1492, e a população indígena das América s . São Paulo: Hucitec, 2006, p. 285.
O encontro entre Pizarro e o imperador inca Atahualpa em 1532 é frequentemente retratado como um dramático momento de encontro entre civilizações. Sobre este encontro e o contexto histórico que lhe é correlato, analise as afirmativas abaixo.
I. Atahualpa era, à época do encontro com Pizarro, o monarca absoluto daquele que era o maior e mais adiantado estado do Novo Mundo, o império Inca.
II. Pizarro, representando o rei Carlos I da Espanha, trazia consigo vantagens militares para as quais os incas não estavam preparados, como armas de aço e armaduras.
III. O fato do encontro entre Pizarro e Atahualpa ter ocorrido logo após a chegada de Cristóvão Colombo no continente explica os motivos pelos quais as doenças endêmicas não terem um papel importante na vitória de Pizarro sobre Atahualpa.
IV. O encontro entre Pizarro e Atahualpa foi possível pelo desenvolvimento da tecnologia marítima europeia, catalisadora das grandes navegações.
Estão corretas as afirmativas:
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“A indispensável participação do indígena na
empresa exploradora do pau-brasil fez com que
se apresentasse, já de início, uma primeira
amostra e como que modelo em miniatura do
padrão da futura organização das relações de
produção e da estrutura socioeconômica básica
da sociedade brasileira”.
PRADO JÚNIOR, Caio. História e desenvolvimento: a contribuição da historiografia para a teoria e prática do desenvolvimento brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1999, p. 46.
Sobre o contexto histórico a que o excerto faz referência, assinale a alternativa que apresenta o “modelo do padrão da futura organização” da estrutura socioeconômica brasileira a que Caio Prado Júnior faz referência.
PRADO JÚNIOR, Caio. História e desenvolvimento: a contribuição da historiografia para a teoria e prática do desenvolvimento brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1999, p. 46.
Sobre o contexto histórico a que o excerto faz referência, assinale a alternativa que apresenta o “modelo do padrão da futura organização” da estrutura socioeconômica brasileira a que Caio Prado Júnior faz referência.
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“Marx e Engels denunciavam o que estava
sendo feito no progresso dilacerador do
capitalismo e do imperialismo; insistiam em que
era necessário que os homens lutassem no
sentido de suplantá-los e nos indicaram alguns
caminhos. No entanto, nessa denúncia estava
implícito um outro conjunto de julgamentos de
valor: a burguesia havia ‘salvado uma parte
considerável da população da idiotice da vida
rural’; as nações subjugadas eram ‘bárbaras e
semibárbaras’: as potências dominantes eram
‘civilizadas’. Assim, com base nesse tipo de
confiança nos valores singulares de
modernização e da civilização foi criada uma
distorção fundamental na história do
comunismo”.
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade: na história e na literatura. Trad. Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 493.
No excerto acima, extraído da obra O campo e a cidade , Raymond Williams aponta que Marx e Engels, em seu Manifesto comunista, haviam afirmado que relações de centralização e de dependência tinham criado condições favoráveis à revolução. Sobre este contexto, analise as afirmativas abaixo.
I. Engels teria sido um dos primeiros a compreender a cidade moderna como uma consequência social e física do capitalismo, sobretudo com a publicação da obra A situação da classe operária na Inglaterra em 1844.
II. Williams entende que Marx e Engels viam o proletariado urbano empobrecido como um corpo coletivo que aprenderia e criaria novas formas de sociedade, superior àquela existente.
III. Para Williams há uma ambiguidade na argumentação de Marx e Engels e que está no excerto acima: se as formas de desenvolvimento burguês continham, ainda que não isentas de suas próprias contradições, valores superiores à “idiotice rural”, então qualquer programa, em nome do proletariado, poderia ser justificado e imposto.
Estão corretas as afirmativas:
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade: na história e na literatura. Trad. Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 493.
No excerto acima, extraído da obra O campo e a cidade , Raymond Williams aponta que Marx e Engels, em seu Manifesto comunista, haviam afirmado que relações de centralização e de dependência tinham criado condições favoráveis à revolução. Sobre este contexto, analise as afirmativas abaixo.
I. Engels teria sido um dos primeiros a compreender a cidade moderna como uma consequência social e física do capitalismo, sobretudo com a publicação da obra A situação da classe operária na Inglaterra em 1844.
II. Williams entende que Marx e Engels viam o proletariado urbano empobrecido como um corpo coletivo que aprenderia e criaria novas formas de sociedade, superior àquela existente.
III. Para Williams há uma ambiguidade na argumentação de Marx e Engels e que está no excerto acima: se as formas de desenvolvimento burguês continham, ainda que não isentas de suas próprias contradições, valores superiores à “idiotice rural”, então qualquer programa, em nome do proletariado, poderia ser justificado e imposto.
Estão corretas as afirmativas:
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- Teoria em HistóriaAntiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- Teoria em HistóriaAntiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
- História Geral
Em seu livro
As raízes clássicas da
historiografia moderna, o historiador italiano
Arnaldo Momigliano afirmava que “a
historiografia grega em seus estágios mais
antigos preocupava-se com a Pérsia e que era
praticada por pessoas cuja familiaridade com
as tradições persas [era] indiscutível”.
MOMIGLIANO, Arnaldo. As raízes clássicas da historiografia moderna . Trad. Maria B. B. Florenzano. Bauru, SP: EDUSC, 2004, p. 28.
A respeito dos argumentos que atestam essa afirmativa de Momigliano, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Existem evidências irrefutáveis de que historiadores gregos e judeus estavam em contato com os persas.
( ) O florescimento da historiografia grega estava relacionada à ascensão dos estudos antropológicos.
( ) Embora Heródoto nunca tenha estado na Pérsia propriamente dita e nem falasse qualquer língua estrangeira, pode-se verificar que suas histórias são repletas de tradições persas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
MOMIGLIANO, Arnaldo. As raízes clássicas da historiografia moderna . Trad. Maria B. B. Florenzano. Bauru, SP: EDUSC, 2004, p. 28.
A respeito dos argumentos que atestam essa afirmativa de Momigliano, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Existem evidências irrefutáveis de que historiadores gregos e judeus estavam em contato com os persas.
( ) O florescimento da historiografia grega estava relacionada à ascensão dos estudos antropológicos.
( ) Embora Heródoto nunca tenha estado na Pérsia propriamente dita e nem falasse qualquer língua estrangeira, pode-se verificar que suas histórias são repletas de tradições persas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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“Podemos considerar duas modalidades de
propagação da agricultura neolítica. Na primeira,
essa propagação resultaria da colonização
progressiva, pelas sociedades agrárias
provenientes dos centros irradiantes, de
territórios anteriormente vazios ou ocupados por
caçadores-coletores. Na segunda, ela resultaria
da transmissão progressiva das ferramentas, das
espécies domesticadas, dos saberes e do
savoir-faire
agrícola à sociedade de caçadores-coletores
preexistentes, que teriam, desse modo, se
convertido à agricultura”.
MAZOYER, Marcel; ROUDART, Laurence. História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea. Trad. Cláudia F. Falluh B. Ferreira. São Paulo: Editora UNESP; Brasília, DF: NEAD, 2010, p. 117.
A respeito dos processos de propagação da agricultura neolítica, assinale a alternativa incorreta .
MAZOYER, Marcel; ROUDART, Laurence. História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea. Trad. Cláudia F. Falluh B. Ferreira. São Paulo: Editora UNESP; Brasília, DF: NEAD, 2010, p. 117.
A respeito dos processos de propagação da agricultura neolítica, assinale a alternativa incorreta .
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